Chevrolet D-40 – 1985

Chevrolet D-40 TM dezembro 1985

Assim como o D-400 foi a resposta da Chrysler ao sucesso da Série F da Ford no segmento leve, purchase o D-40 foi a arma da Chevrolet para brigar com os líderes F-4000 e Mercedinho L-608 D dos anos 80.

A GM foi a última a entrar na briga dos leves em 1985, porém inovou ao oferecer variantes a gasolina e a álcool, no caso os C-40 e os A-40, não citados no anúncio, cuja ênfase era para o carro chefe, movido a diesel.

Este anúncio foi mais uma cortesia do amigo Alfredo Rodrigues, a quem somos gratos.

22 ideias sobre “Chevrolet D-40 – 1985

  1. Esses caminhões Chevrolet, de um modo geral, eram bastante populares na Amazônia. Quando eu voltei a morar na região sul, inicialmente em Florianópolis, notava que os Chevrolet ficavam mais raros em comparação a caminhões de outras marcas. A propósito: poderia-se dizer que o D-40 tem como único defeito a suspensão dianteira, mais frágil em comparação a um eixo rígido ou ao Twin-I-Beam usado pela Ford, mas excetuando esse detalhe era muito superior em outros aspectos.

    • Saudosistas como nós, ainda achamos lindo… De fato, sendo um misto de caminhão e “picapona”, o D-40 servia para a labuta do dia-a-dia e para a missa de domingo…! Grato por comentar, Ivo.

      • Evandro, apesar dos comentários serem sobre a D-40…acho que vale para a F-4000: Acho que vocês mataram o segredo do sucesso da F-4000!!!

        Um veiculo multiuso, um caminhãozinho bom e honesto para 4.000kg de carga, uma picape para o dia a dia, e até mesmo carregar a familia.

        Tenho um amigo que tem a F-4000 1982, MWM D-226. Ele usa a 4000 para tudo, desde carregar milho, levar a mãe ao médico e ate para viajar grandes distancias!

          • Não tem jeito, a cabine bicuda ainda tem suas vantagens. Pensa num colono saindo da fazenda com a família inteira, e dá alguma pane, e enquanto o patriarca vá tentar fazer um reparo emergencial a patroa e a filharada ficam com relativo conforto de não estarem expostos a algum fator ambiental, ao invés de ter que descer a família toda para bascular a cabine, e o patriarca ouvir a reclamação da mulher…

          • Mas ainda prefiro o Daily, da Iveco, além de ser um semi-bicudo, sem os inconvenientes do basculamento da cabine, é superior ao F-4000, pois tem freio a ar, além de um motor mais apropriado, pois esse ISF 2.8 com 36Kgfm de torque na F-4000 carregada, vai ser pior que FNM na subida…. Impressionante a “caca” que a Ford fez, parece que não aprendeu com o HSD na F-1000.

          • Não que o ISF2.8 seja exatamente ruim, mas realmente há de se estranhar um motor de 4 cilindros e alta rotação na F-350 e na F-4000 por ser algo mais associado a utilitários europeus e asiáticos.

          • Devemos lembrar que o pretexto alegado para se tirar F-350 e F-4000 de linha foi exatamente o custo para enquadrar na Euro-5, então até passa a fazer algum sentido o ISF2.8 apesar de ser um tanto chocante à primeira vista. Eu achei que pudesse ter havido algum erro quando vi as primeiras notícias sobre o uso desse motor, cheguei a supor que pudessem ter confundido com o 3.8 da mesma série, e achei mais estranho ainda que hoje até a Ranger use um motor maior (inclusive alguns americanos chegavam a palpitar que o 3.2 de 5 cilindros da Ranger viria a ser apontado como uma espécie de sucessor para o 4BTAA usado nas F-350 e F-4000).

            Mas quando nós lembramos que não é tão incomum o uso de motores até 2.8L (principalmente imitações do 4JB1-TC da Isuzu aplicados em caminhões chineses) em modelos com faixas de PBT próximas às da F-350 e da F-4000, e que o público-alvo por aqui não é tão idêntico aos rednecks americanos como se possa imaginar, até que chega a soar um tanto previsível a adoção do ISF2.8 nelas. A propósito: estou um tanto curioso para ver como ficou um motor tão compacto sob aquele capôzão, lembrando de como o Cummins MaxPower fica apertado na F-250 e que o MWM Sprint 6.07TCA fica parecendo pequeno lá dentro…

          • Daniel, de fato o 3.2 chegou a ser considerado para a Série F (P131), mas o custo unitário e a dificuldade de nacionalização (na época), acabaram matando esta (e as diversas outras) alternativas consideradas, isso no idos de 2007…

          • E nesse meio-tempo teve a crise entre 2008 e 2009, a implantação da Euro-4 foi cancelada e a Euro-5 antecipada como medida compensatória. Aliás, o 3.2 tem valores de torque mais próximos do MWM Sprint 6.07TCA da F-250 Euro-2.

          • A algumas semanas atrás eu fui ver a Série F numa concessionária. Eu particularmente sou um tanto anti-Ford, e sou ainda apegado a motores mais brutos, mas olha que se eu ou o meu pai tivéssemos CNH categoria C e uns $130.000 sobrando, nós não teríamos dúvida em abraçar uma F-4000 4X4. Pelo menos enquanto a Chevrolet não se ligar que pode trazer alguma versão da Silverado feita na Venezuela com isenções fiscais por ser produzida no Mercosul…

          • Daniel, grato por comentar. De fato, daria para fazer muita coisa interessante com um F-4000 4×4. Eu sonharia com um motor-home, por exemplo… Grande abraço.

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