Chevrolet D-40 – 1985

 

Lançado em 1969, pharmacy o Dodge D-400 era a arma da Chrysler para combater o fenômeno chamado Ford F-350, pharmacy o primeiro e único caminhão leve do Brasil naquela altura.

O grande apelo do Dodge era seu poderoso (e sedento) motor V8 318 HD, de 5,2 litros, reconhecido por sua construção parruda.

Esta peça publicitária também faz parte do acervo do amigo Alfredo Rodrigues, recentemente compartilhado conosco.
Dodge D400 TM Junho 1973

Lançado em 1969, sick
o Dodge D-400 era a arma da Chrysler para combater o fenômeno chamado Ford F-350, for sale o primeiro e único caminhão leve do Brasil naquela altura.

O grande apelo do Dodge era seu poderoso (e sedento) motor V8 318 HD, de 5,2 litros, reconhecido por sua construção parruda. O ataque do anúncio ao motor Ford 272 do concorrente era direto, como pode observar o amigo leitor.

Esta peça publicitária também faz parte do acervo do amigo Alfredo Rodrigues, recentemente compartilhado conosco.
Chevrolet D-40 TM dezembro 1985

Assim como o D-400 foi a resposta da Chrysler ao sucesso da Série F da Ford no segmento leve, purchase o D-40 foi a arma da Chevrolet para brigar com os líderes F-4000 e Mercedinho L-608 D dos anos 80.

A GM foi a última a entrar na briga dos leves em 1985, porém inovou ao oferecer variantes a gasolina e a álcool, no caso os C-40 e os A-40, não citados no anúncio, cuja ênfase era para o carro chefe, movido a diesel.

Este anúncio foi mais uma cortesia do amigo Alfredo Rodrigues, a quem somos gratos.

22 ideias sobre “Chevrolet D-40 – 1985

  1. Esses caminhões Chevrolet, de um modo geral, eram bastante populares na Amazônia. Quando eu voltei a morar na região sul, inicialmente em Florianópolis, notava que os Chevrolet ficavam mais raros em comparação a caminhões de outras marcas. A propósito: poderia-se dizer que o D-40 tem como único defeito a suspensão dianteira, mais frágil em comparação a um eixo rígido ou ao Twin-I-Beam usado pela Ford, mas excetuando esse detalhe era muito superior em outros aspectos.

    • Saudosistas como nós, ainda achamos lindo… De fato, sendo um misto de caminhão e “picapona”, o D-40 servia para a labuta do dia-a-dia e para a missa de domingo…! Grato por comentar, Ivo.

      • Evandro, apesar dos comentários serem sobre a D-40…acho que vale para a F-4000: Acho que vocês mataram o segredo do sucesso da F-4000!!!

        Um veiculo multiuso, um caminhãozinho bom e honesto para 4.000kg de carga, uma picape para o dia a dia, e até mesmo carregar a familia.

        Tenho um amigo que tem a F-4000 1982, MWM D-226. Ele usa a 4000 para tudo, desde carregar milho, levar a mãe ao médico e ate para viajar grandes distancias!

        • Daniel, é bem isso. E a Ford bem sabe desta força que hoje só a Série F volta a ter. Grato por comentar. Abração.

          • Não tem jeito, a cabine bicuda ainda tem suas vantagens. Pensa num colono saindo da fazenda com a família inteira, e dá alguma pane, e enquanto o patriarca vá tentar fazer um reparo emergencial a patroa e a filharada ficam com relativo conforto de não estarem expostos a algum fator ambiental, ao invés de ter que descer a família toda para bascular a cabine, e o patriarca ouvir a reclamação da mulher…

          • Mas ainda prefiro o Daily, da Iveco, além de ser um semi-bicudo, sem os inconvenientes do basculamento da cabine, é superior ao F-4000, pois tem freio a ar, além de um motor mais apropriado, pois esse ISF 2.8 com 36Kgfm de torque na F-4000 carregada, vai ser pior que FNM na subida…. Impressionante a “caca” que a Ford fez, parece que não aprendeu com o HSD na F-1000.

          • Não que o ISF2.8 seja exatamente ruim, mas realmente há de se estranhar um motor de 4 cilindros e alta rotação na F-350 e na F-4000 por ser algo mais associado a utilitários europeus e asiáticos.

          • Devemos lembrar que o pretexto alegado para se tirar F-350 e F-4000 de linha foi exatamente o custo para enquadrar na Euro-5, então até passa a fazer algum sentido o ISF2.8 apesar de ser um tanto chocante à primeira vista. Eu achei que pudesse ter havido algum erro quando vi as primeiras notícias sobre o uso desse motor, cheguei a supor que pudessem ter confundido com o 3.8 da mesma série, e achei mais estranho ainda que hoje até a Ranger use um motor maior (inclusive alguns americanos chegavam a palpitar que o 3.2 de 5 cilindros da Ranger viria a ser apontado como uma espécie de sucessor para o 4BTAA usado nas F-350 e F-4000).

            Mas quando nós lembramos que não é tão incomum o uso de motores até 2.8L (principalmente imitações do 4JB1-TC da Isuzu aplicados em caminhões chineses) em modelos com faixas de PBT próximas às da F-350 e da F-4000, e que o público-alvo por aqui não é tão idêntico aos rednecks americanos como se possa imaginar, até que chega a soar um tanto previsível a adoção do ISF2.8 nelas. A propósito: estou um tanto curioso para ver como ficou um motor tão compacto sob aquele capôzão, lembrando de como o Cummins MaxPower fica apertado na F-250 e que o MWM Sprint 6.07TCA fica parecendo pequeno lá dentro…

          • Daniel, de fato o 3.2 chegou a ser considerado para a Série F (P131), mas o custo unitário e a dificuldade de nacionalização (na época), acabaram matando esta (e as diversas outras) alternativas consideradas, isso no idos de 2007…

          • E nesse meio-tempo teve a crise entre 2008 e 2009, a implantação da Euro-4 foi cancelada e a Euro-5 antecipada como medida compensatória. Aliás, o 3.2 tem valores de torque mais próximos do MWM Sprint 6.07TCA da F-250 Euro-2.

          • A algumas semanas atrás eu fui ver a Série F numa concessionária. Eu particularmente sou um tanto anti-Ford, e sou ainda apegado a motores mais brutos, mas olha que se eu ou o meu pai tivéssemos CNH categoria C e uns $130.000 sobrando, nós não teríamos dúvida em abraçar uma F-4000 4X4. Pelo menos enquanto a Chevrolet não se ligar que pode trazer alguma versão da Silverado feita na Venezuela com isenções fiscais por ser produzida no Mercosul…

          • Daniel, grato por comentar. De fato, daria para fazer muita coisa interessante com um F-4000 4×4. Eu sonharia com um motor-home, por exemplo… Grande abraço.

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