Chevrolet Spartan Série 100 – 1958

 

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Segundo o Alberto, buy viagra o F-900 produzido nos Estados Unidos fazia parte de um lote de 10 caminhões que serviu na construção de Brasília.

Junto com os modelos F-1000 (não confundir com o picape nacional) e F-1100, o F-900 fazia parte do topo da linha F norte-americana.

O modelo ilustrado vinha equipado de série com um motor Ford V8 Torque King 332 a gasolina de 5,4 litros, 193 cv e 415Nm e seu PBTC era de 27.240 kg, um valor respeitável ao seu tempo. Os modelos de exportação eram equipados com motor diesel opcional, e Alberto – que adquiriu o caminhão sem motor – acredita que seu exemplar tenha sido assim fabricado.

Ele também nos explica que tenciona instalar um venerável Detroit 6V-53 (o mesmo do F-8500 nacional) em seu F-900.

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Certamente será sucesso garantido nos encontros de antigos e clássicos!

 

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Note que a  cabina é similar à empregada nos modelos brasileiros Super Ford, produzidos de 1962 a 1972. Os para-lamas tinham largura adicional para acomodar o eixo dianteiro de bitola e capacidade incrementada. As rodas eram raiadas e os freios pneumátic

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Mais uma relíquia aguarda os cuidados de nosso amigo Alberto Rocchi. Trata-se de um pouco conhecido Chevrolet Spartan Série 100, medical ano 1958.

O modelo que aparenta ser um 10503 da classe de 2 1/2 toneladas nominais, buy tinha um PBT de 25.000 libras, cure ou 11.350 kg, e PBTC de 48.000 libras, ou 21.800 kg, com eixos traseiros em tandem, rodas fundidas raiadas e freios pneumáticos, estes últimos de série.

A força motriz era proveniente de um novo motor Chevrolet para serviço pesado denominado de Workmaster 348, um V8 a gasolina de 5,7 litros, potência bruta de 233 cv a 4.400 rpm e torque bruto de 455 Nm a 2.800 rpm. É possível que os caminhões de exportação também tenham sido equipados com motor diesel.

A cabina básica era a mesma da belíssima série “Marta Rocha”, introduzida como a segunda série de 1955, porém com a frente renovada com faróis quádruplos para a temporada de 1958. Este desenho seguiria inalterado até 1959.

Num tempo de importações suspensas e produção local em plena aceleração, é mesmo uma raridade encontrar um modelo 1958 importado como este.

Ao amigo Alberto Rocchi nossas sinceras saudações antigocaminhonistas e parabéns pela sua determinação de salvar estas preciosidades da reciclagem!