Cummins Série K – 1986

OH-1417 a OH-1417 b OH-1417 c OH-1417 d

Com ares modernos, health
mas já completando onze anos de vida, o catálogo de hoje vem reforçar nossa coleção de chassi de ônibus Mercedes-Benz com motor traseiro, o OH-1417.

Presenteado pelo nosso amigo leitor e especialista em ônibus Fernando Souza, a literatura destaca o motor OM-904 LA Euro 2 eletrônico de 170 cv. Na época, um público ainda assustado parecia desconfiar do pequeno 4 cilindros a puxar um baita ônibus urbano de 11 metros e 15 toneladas, apinhado de gente nos horários de pico. Hoje, ninguém mais parece questionar o fato e os motores deste porte chegaram mesmo para ficar, aposentando os seis cilindros de seis litros desta faixa de potência.

 
OH-1417 a OH-1417 b OH-1417 c OH-1417 d

Com ares modernos, remedy mas já completando onze aninhos de vida, hospital o catálogo de hoje vem reforçar nossa coleção de chassi de ônibus Mercedes-Benz com motor traseiro, o OH-1417.

Presenteado pelo nosso amigo leitor e especialista em ônibus Fernando Souza, a literatura destaca o motor OM-904 LA Euro 2 eletrônico de 170 cv. Na época, um público ainda assustado parecia desconfiar do pequeno 4 cilindros a puxar um baita ônibus urbano de 11 metros e 15 toneladas, apinhado de gente nos horários de pico. Hoje, ninguém mais parece questionar o fato e os motores deste porte chegaram mesmo para ficar, aposentando os seis cilindros de seis litros desta faixa de potência.

 
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Nos anos oitenta, remedy os motores da Série K eram os topos de linha da família de motores Cummins, medicine chamados de “alta potência” (“high horsepower”). Três configurações básicas de cilindros compunham esta série: o K19 de seis cilindros em linha e 19 litros, shop o K38, um V12 de 38 litros e o K50, um V16 de 50 litros. O sufixo “C” indicava “construction”, nos motores voltados aos equipamentos de construção e mineração.

Em termos de aspiração, havia modelos turbo, como os KT-19, turbo pós-arrefecido a água (o chamado “aftercooler”), como o KTA38 por exemplo, e biturbo pós-arrefecido como o KTTA50, uma brutalidade de 5 toneladas que chegava no “top rating” a 2.000 hp a 2.100 rpm e mais de 7.000 Nm de torque a 1.500 rpm!

Além do diâmetro e curso “quadrado” de 159 mm, estes motores modulares também dividiam entre si outros componentes, como os cabeçotes individuais, durante um bom tempo fundidos no país e usinados na fábrica da Cummins de Guarulhos, SP. O mesmo ocorria com o bloco de cilindros do K19, feito com ferro brasileiro e também usinado na mesma planta.

Durante sua infância profissional, este que aqui digita “apanhava” para suportar a linha de usinagem destas máquinas, no alto dos dois anos de experiência como engenheiro de produto júnior… Anos mais tarde, fomos agraciados com a oportunidade de servir a companhia em sua terra natal, dando suporte de qualidade no chamado CIC – Cummins Industrial Center, em Seymour, Indiana, onde estes engenhos ganhavam vida. Além de praticamente decorar todos os furos daquele enorme bloco de cilindros, aprendemos a gostar do K19, criando especial afeição pelo mesmo, um motor americano de alma brasileira.

Aqui no país, estes motores ficaram conhecidos na mineração, equipando uma variada gama de caminhões fora-de-estrada e equipamentos, como carregadeiras e escavadeiras pesadas. Entre outros, um dos OEMs mais tradicionais era a Komatsu. Muitos grupos geradores espalhados pelo país também têm vida, graças aos admiráveis Cummins Série K. Outra aplicação de renome do K19 tem sido no transporte de cargas indivisíveis, equipando caminhões super pesados, como o Oshkosh J-30120, que está na pauta para um post dedicado.

Apesar de ser filosofia deste site a postagem de materiais em português, abrimos uma exceção para a Série K, cujo belo catálogo em inglês traz suas principais características, seus “ratings” (calibrações) e uma impagável vista do KTTA50, com seu magnífico sistema de admissão de ar composto por nada menos que quatro turbos e quatro “aftercoolers”. De lambuja, o catálogo também traz dados sobre o V28 (o antigo V1710), conhecido como o “N14 x 2”.

Esperamos que você aprecie tanto quanto nós…

4 ideias sobre “Cummins Série K – 1986

  1. BOA NOITE

    UMA OTIMA EXCEÇÃO DIGA-SE DE PASSAGEM..

    O MONSTRUOSO KTTA50 ,EU JA TIVE O PRAZER EM VE-LO AO VIVO..NUMA VISITA A UMA CONCESSIONARIA (se esse for o nome correto ) DA CUMMINS AQUI EM CURITIBA ,ONDE UM AMIGO TRABALHA COMO MECANICO ,DE FATO,RESPEITOSO O TAMANHO DESSA MAQUINA …

    • Amigo Reginaldo, salve! Que bom que temos uma “testemunha” do tamanho destes motores. Grato por comentar e um forte abraço.

    • Bem lembrado, Daniel. Muitos empurradores das balsas na Amazônia usavam o KT19-M. Um dos clientes era (talvez ainda seja…) a Bertolini, que faz transportes entre Manaus e o restante do país. Grato pela lembrança.

Comentários encerrados.