Dodge D-100 – 1970

Hoje trazemos a segunda parte da apostila enviada pelo amigo Reginaldo Bernardi, store cialis   a quem oferecemos nossos sinceros agradecimentos.

 

 
Hoje trazemos a segunda parte da interessante apostila enviada pelo amigo Reginaldo Bernardi, pharm  a quem oferecemos nossos sinceros agradecimentos.

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Hoje trazemos um post sobre o Massey 235 Estreito, discount uma máquina agrícola desenhada para a operação nas ruas de largura limitada de culturas como os cítricos e o café.

O 235 tinha no seu DNA células do venerável 50X, medicine
incluindo o motor Perkins 3.152 de 2,7 litros, bom para produzir 44 cv, ou até 40 cv na tomada de força. Ao contrário do 50X de 6 marchas, no entanto, o 235 já contava com transmissão de quatro marchas com reduzida, totalizando oito velocidades avante.

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A picape Dodge D-100 foi introduzida pela Chrysler brasileira em fins de 1969, medications
depois do caminhão médio D-700 e do leve D-400. As últimas 8 unidades foram produzidas ao longo de 1976, capsule a partir de quando sua fabricação continuou apenas na forma de CKD para a exportação.

Sem jamais desafiar a liderança da Chevrolet C-10 e da Ford F-100, a Dodge oferecia como vantagem a robustez e a potência abundante do respeitado motor Dodge V8 318, de 5,2 litros. Seu trem de força era parecido em conceito ao do automóvel Dodge Dart, porém a transmissão de três velocidades tinha a primeira mais curta, de 3,17:1 (contra 2,67:1 do automóvel) e o eixo traseiro também mais reduzido, com relação de 3,90:1 (ante 3,15:1 do Dart e de seus primos mais sofisticados).

Ao contrário da versão “trabalho”, a de luxo (ilustrada) exibia grade dianteira e para-choques cromados, calotas idem, retrovisor em ambos os lados, painel estofado com rádio, acendedor de cigarros e volante do Dart.

Chamava a atenção sua suspensão dianteira com eixo rígido e feixes de mola semi-elípticas, num tempo em que a concorrência já adotava suspensão independente. Seus principais diferenciais, descritos no topo da página de especificações, embora incontestáveis, não atraíram público suficiente, resultando em vendas modestas. Como decorrência, na atualidade o modelo é bastante raro.

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20 ideias sobre “Dodge D-100 – 1970

  1. A única D-100 que eu vi na minha vida foi uma amarela de um senhor que era sócio de uma metalúrgica aqui em Sapiranga; era amarela com rodas Mangels ou outra marca, o resto era original.

    • Caro Cássio, bom dia! Desconhecemos que tenha havido uma versão diesel no Brasil. A D-100 era fabricada no Brasil, na fábrica da Chrysler na Via Anchieta, em São Bernardo do Campo, SP. O modelo também era exportado desmontado (CKD), do Brasil para outros países. Obrigado. Abraço.

      • Já vi umas D-100 rodando no diesel, mas eram todas adaptação, normalmente com motor Perkins mas já cheguei a ver uma com motor Mercedes-Benz OM314 e caixa de 4 marchas.

        • Daniel, boa noite! Também já vi D-100 diesel, que pelo ronco e pelo “aroma” do escape, parecia ter um Perkins na casa de máquinas. Por falar em OM-314, fizeste me lembrar de uma F-100 com tal motor, emprestada nos tempos de faculdade para transportar uma cama redonda de motel, comprada por um colega de república num brechó local! Depois de inúmeros encavalamentos de marcha (do câmbio na coluna), solucionados com suor e graxa, a cama resolveu “saltar” da caçamba da F-100 para sair rolando em plena via expressa da Avenida do Estado, aqui na capital paulista… Sorte não ter ninguém nos seguindo, já que o último semáforo havia fechado logo após passarmos por ele… Caso contrário, alguém teria sido atropelado por uma cama de motel em plena luz do dia… Abraço.

    • Cassio, tudo bem? Não temos informação a respeito e não nos sentimos capacitados para comentar sobre este tema. Desculpe não poder ajuda-lo. Obrigado pelo comentário. Abraço.

      • Injeção de água com metanol age basicamente como um intercooler químico. Eu sou favorável, considerando também que promove uma combustão mais limpa e evita incrustações no coletor de admissão.

  2. No momento não me lembro onde eu li, se numa revista “Transporte Moderno” ou “O Carreteiro”, que a produção total no Brasil da D-100 de 69 a 76 foi de 2.621 unidades.

    • Acho que o que a fez preterida em favor da C-14 ou da F-100 era o consumo do V-8 e a dificuldade em pará-la, pois os freios a tambor não davam conta do peso.

  3. Adquiri uma D-100 72 amarela e a estou restaurando.
    Gostaria de saber como se decifra o número de chassi para saber data de fabricação e ordem de saída da linha de montagem, alguém saberia ?
    Áh,… o nome dela é “Febre amarela”

    • Caro amigo, parabéns pela D-100! Sugiro entrar em contato com especialistas como o Alexandre Badolato, do Museu do Dodge (http://museudodge.blogspot.com.br/). Acho que ele, como um dos maiores especialistas em Dodge do país, poderá ajudar. Grande abraço.

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