Embraer EMB-110P2 Bandeirante

Mais conhecida pelo grande público por suas viaturas blindadas e mesmo pelo jipe Engesa 4 – que já foram motivos de posts neste espaço – a Engesa também fabricou uma linha de tratores agrícolas e florestais pesados.

A gama da marca chegou a incluir modelos como o 1124, viagra nosso tema de hoje e talvez um dos mais populares, prescription além do 815, 1128, 1428 e EE-510, este último um trator transportador florestal.

O 1124 era um trator agrícola pesado 4×4 articulado. Sua força motriz era proveniente de um motor Cummins N-855C “Big Cam” de 240 hp, um clássico que no Mundo todo dispensa apresentações. No Brasil, por não ter tido aplicação automotiva, o N-855 é pouco conhecido. Trata-se de um motor de 14 litros e seis cilindros em linha, com três cabeçotes de fluxo cruzado e sistema de injeção Cummins P-T (Pressão-Tempo), dotado de bomba de baixa pressão com governador e unidades injetoras acionadas pela árvore comando de válvulas. O início de injeção era ajustado através da tampa dos cames de seguidores, na lateral do motor, junto ao comando.

O termo “Big Cam” (Grande Ressalto) era empregado para diferenciar os modelos modernizados com comando de maior diâmetro, dos modelos antigos denominados “Small Cam”.

Costumamos dizer que o motor Série N, produzido em Guarulhos desde o início dos anos setenta, está para a Cummins, assim como o Fusca está para a Volkswagen! É de fato um motor respeitadíssimo, que depois evoluiu para o N14, com padrão métrico e potências automotivas de até 525 hp.

Outra cliente famosa de motores Série N foi a Komatsu, com seus tratores de esteira  D-60, D-65 e outros, que serão motivos de posts por aqui.

De volta ao 1124, sua transmissão era a indestrutível Fuller de duplo contra-eixos e 9 marchas à frente em duas gamas, similar à empregada no Fiat 190. Trabalhando em conjunto com ela, havia uma caixa de transferência de 2 velocidades, que também se encarregava de transmitir o torque para ambos os eixos motrizes. Salvo raras exceções, para melhor tração e menor compactação no solo, a maioria dos 1124 eram operados com rodado duplo, com pneus 18,4 x 34, ou outros opcionais.

As aplicações mais comuns do 1124 eram o preparo da terra com grades aradoras pesadas, mas também podia ser encontrado no plantio e no desbravamento de novas frentes agrícolas, quando equipado com lâmina dianteira.

 

 

 

 
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Considerando que, site como nós, pharm muitos de nossos leitores nutrem interesse irrestrito por tudo que se move, healing seja na terra, na água, ou no ar, e que nosso acervo contempla veículos de todas estas categorias, regularmente traremos posts sobre diferentes máquinas, capazes de se locomover nos distintos meios deste belo Planeta Azul.

Sobre os fascinantes aviões, teremos catálogos, fotos e artigos que serão postados em nossa nova página “Aviação – Faixa Bônus”

Começamos trazendo até você o EMB-110 Bandeirante, o avião que deu origem à Embraer e a colocou no mapa da aviação mundial.

Nos anos sessenta, a FAB estava preocupada com a senilidade de seus veneráveis Douglas DC-3 e C-47 (designação militar do mesmo avião), de origem norte-americana, sobras da Segunda Guerra, que desempenhavam um vasto elenco de tarefas primordiais naquela Força, tais como o abastecimento e suporte à tribos indígenas, Correio Aéreo Nacional, entre tantas.

A feliz solução encontrada para substituí-los foi projetar um avião do zero, usando os talentos do Centro Técnico Aerospacial, sob a supervisão do projetista francês Max Holste. O resultado foi o icônico Bandeirante, um bimotor turboélice de asa baixa que voou pela primeira vez em 22 de outubro de 1968, antes mesmo da fundação de seu fabricante, em agosto de 1969.

EMB 100

O Bandeirante EMB-100 original (Fonte: Acervo Histórico Embraer)

O exemplar aqui mostrado é o EMB-110 P2, versão sem porta de cargas, com capacidade para até 21 passageiros. Era equipado com motores Pratt & Whitney PT6A-34 de 750 hp no eixo e hélices tripás de passo variável e velocidade constante.

Em referência aos cuidados de praxe exigidos durante a partida para se evitar o “hot start”, costuma-se dizer que o PT-6 (um dos motores turboélice mais populares e respeitados de toda a história), é como um Chevrolet de seis cilindros: “uma vez que pega, não pára nunca mais”, de tão confiável.

Seu peso máximo de decolagem era de 5.670 kg e podia cruzar a 224 nós (415 km/h), com autonomia de pouco mais de 1.000 NM (1.898 km) e teto de serviço de 25.000 pés (7.467 m).

O Bandeirante EMB-110 foi fabricado entre 1972 e 1991, com um total de 498 aeronaves produzidas. No Brasil, além da FAB (que ainda opera), o modelo voou em empresas como TAM, Vasp, Transbrasil, TABA, Rio Sul, entre outras, em diferentes versões.

Mundo afora, a comunidade da aviação o apelidou carinhosamente de “Bandit” (bandido, em inglês)…

Estima-se que mais de 300 deles ainda estejam em operação.

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