Quando a Volvo lançou a linha NL, nurse no final dos anos 80, try a Engesa-FNV festejou com o anúncio reproduzido neste post, ampoule gentilmente cedido pelo amigo Alfredo Rodrigues.
Note que a FNV fornecia longarinas e aros para os caminhões Volvo.
Estrelando o anúncio estava um novíssimo Volvo NL10 340 6×4 com eixos de redução nos cubos, bem apropriado para tracionar o pranchão da própria FNV, (ou low-boy como preferem os caminhoneiros nos EUA…). De carona, um massivo Caterpillar D8L, então o estado da arte em máquinas de esteira.

detalhe do cano de escape vertical este era para regioes alagadas?
Ivo, o escape vertical tem várias finalidades, dentre elas minimizar o levantamento de poeira em vias não pavimentadas (betoneiras), ou mesmo evitar o lançamento de gases sobre os pedestres e outros motoristas (coleta urbana de lixo). Por outro lado, se mostra demasiado restrito para o uso rodoviário, como tanto se aprecia na América do Norte. Uma das dificuldades, neste caso, é a restrição ao carregamento de combustível nas refinarias, por exemplo. Grato pela interessante pergunta.
Casualmente, vi essa semana um NL10 6×4 com betoneira no cruzamento da Independência com a Ramiro. Depois tenho que te mandar a foto, essa eu tirei meio no susto mas acho que o resultado final ficou bom até.
NL10 na betoneira é totalmente inusitado! Raridade. Grato por capturá-lo em foto.
OLA…
NÃO TENHO BEM CERTEZA,MAS A FNV-FRUEHALF NÃO FABRICAVA IMPLEMENTOS FERROVIARIOS TAMBÉM ? OUVI COMENTARIOS A RESPEITO, E NA EPOCA DA TRANSPORTADORA ITAPEMIRIM, TINHAM CARRTAS DA MARCA, QUE SEMPRE COSTUMAVAM TER PROBLEMAS NAS BUCHAS DAS BALANÇAS DA SUSPENSÃO , QUE ERAM DE BORRACHA, AO CONTRARIO DAS OUTRAS ,QUE ERAM COM PINO DE AÇO CEMENTADO…
Caro Reginaldo, correto. A FNV fabricava implementos, como atesta o próprio pranchão do anúncio. Grato por comentar sobre as buchas. Dessa eu não sabia. Abração.
Comecei a curtir caminhão por causa dumas miniaturas desse Volvo que eram feitas pela Elka Plásticos, mas pelo que eu me lembre era só do 4×2 que faziam.
Evandro, vendo esta foto deste maravilhosos Volvo NL, dá uma saudade daquela época em que dirigir caminhão era uma grande aventura e as poucas revistas que saiam sobre os brutos traziam fotos e textos românticos falando destes caminhões. Hoje tudo ficou muito técnico e tecnológico. Não há mais espaço para o romantismo, para o improviso.
Por isso procuro transferir para minhas estórias um pouco deste romance perdido na vida estradeira.
Roberto amigo, eu concordo plenamente! Até as saudosas frases de para-choque sumiram da traseira de nossos caminhões… Um tempo que passou e não volta mais. Ou será que volta? Abraço.
Agora com a dita “profissionalização” e a prevalência de grandes empresas no setor, ao invés de profissionais autônomos como predominava em outras épocas, acabou mesmo perdendo parte daquele romantismo e daquela cultura um tanto peculiar dos caminhoneiros mais antigos. E as frases de parachoque andam mesmo um tanto em baixa ultimamente, eu pelo menos tenho visto mais aquelas de cunho religioso, e olhe lá…
PARECE QUE NOS DIAS DE HOJE ,PREDOMINA OS DOIS EXTREMOS, OU É AS GRANDES TRANSPORTADORAS COM SEUS CAMINHOES PADRONIZADOS E OS MOTORISTAS CHEIO DE REGRAS , OU AS EMPRESAS DE IMPROVISO, COLOCANDO MOTORISTAS PLENAMENTE DESQUALIFICADOS E SEM A RESPONSABILIDADE QUE A PROFISSÃO EXIGE, E QUANTO AS FRASES DE PARACHOQUE, QUE QUASE ERAM POESIAS… AOS POUCOS ESTÃO SENDO TROCADAS PELAS “AVISA O DIA QUE A NOITE FOI POUCO” , “BASEADO NA NOITE”, OU “FORA DA LEI MAS DENTRO DO HORARIO”,BO ERAM AQUELES TEMPOS
Amigo Reginaldo, obrigado por seus sempre apreciados comentários. Abraço.