Flecha Azul – Viação Cometa

Quando a Cometa passou a produzir suas próprias carrocerias através de sua subsidiária CMA, tadalafil a Companhia Manufatureira Auxiliar, mind nasceu o substituto do lendário Ciferal Dinossauro na forma do Flecha Azul, order aqui ilustrado neste anúncio cuja ênfase eram as poltronas revestidas em couro.

Observe que, aparentemente, o modelo estreou na concorrida rota São Paulo-Curitiba-São Paulo, um dos nobres filões da companhia que tinha como filosofia atuar num raio de 500 km em torno de seu “hub” paulistano.

Esta peça publicitária foi mais uma gentileza do amigo Alfredo Rodrigues.

COMETA Flecha Azul

10 ideias sobre “Flecha Azul – Viação Cometa

  1. ESSAS POLTRONAS EM COURO, SEMPRE DERAM UM CHEIRO DIFERENTE NOS COMETA, MESMO DEPOIS DE ANOS DE USO, OU UMA PUXADA ENTRE CURITIBA E SÃO PAULO (linha na qual ja consegui dar umas viagens) UM ICONE DA ESTRADA ESSA NAVE….

  2. Se não me engano, numa época em que não havia celulares, estes carros tinham rádio para se comunicarem com a base, Vi muito isto na linha São Carlos-São Paulo, 1971 a 1975.
    Abraço, Miltom.

    • Caro Miltom, acho que você tem mesmo razão. Eu fazia o trecho Campinas-Catanduva nos anos 70 e me recordo do fundo da memória de tais rádios. Um abraço.

    • Amigo Daniel, o incrível é que o tacógrafo raramente marcava mais que 100 km/h. Diziam que, nos Dino e nos Flecha, eles eram “mexidos” somente para não suscitar reclamações dos passageiros das primeiras filas, como eu… Abraço e grato por comentar.

      • AMIGOS EVANDRO E DANIEL, OLA…

        BEM LEMBRADO ESSE DETALHE DO VELOCIMETRO QUE O AMIGO EVANDRO CITOU, ME FEZ LEMBRA DE UM TEMPO ATRAS AINDA NA NOSSA SENHORA DA PENHA…

        NA EPOCA A EMPRESA TINHA COMPRADO TRES CARROS DA COMETA, TODOS K-113, QUE FORAM REENCARROÇADOS PELA MARCOPOLO, ERAM DOIS RODANDO E UM BATIDO, QUE ACIDENTOU-SE PROXIMO A REPRESA DO CAPIVARI, ENTRE CURITIBA E SÃO PAULO, ESSE INCLUSIVE PARTICIPEI DA DESMONTAGEM…

        NA ÉPOCA LEMBRAMOS DESSE DETALHE, E PROCURAMOS ALGUM INDICIO DE O QUE ERA FEITO, NÃO DEMOROU PRA CHEGARMOS A CONCLUSÃO, QUE ACABOU NÃO SENDO NOVIDADE…

        NA SAIDA DA CAIXA DE CAMBIO TEM UM REDUTOR, QUE EMITE O SINAL DE VELOCIMETRO PARA O TACOGRAFO, ESSE REDUTOR TEM UMA RELAÇÃO, PARA O PERFEITO FUNCIONAMENTO DO APARELHO,ESSE REDUTOR SE FAZ NECESSARIO DEVIDO DIFERENÇAS DE DIAMETRO DE PNEU, RELAÇÃO DE DIFERENCIAL E OUTROS, NO ENTANTO ESSA RELAÇÃO DO REDUTOR NÃO CONDIZIA COM A REALIDADE DO CARRO, O QUE DEIXAVA O QUE ERA CHAMADO NO MEIO O “80 MAIS LONGO” ,POIS DEMORAVA MAIS PRA ATINGIR A VELOCIDADE LIMITE NO TACOGRAFO, MAS NA REAL O CARRO JA ESTAVA A MAIS DE 100 POR HORA, POR CONSEQUENCIA ,UMA VIAGEM DE CURITIBA A SÃO PAULO, QUE TEM 408 KM DO TERM. DO TIETE ATÉ A RODOVIARIA DE CWB, TERMINAVA COM ALGO ENTORNO DE 310KM

        ESSA TECNICA NÃO ERA MUITO INCOMUM NA ÉPOCA, A PROPRIA ITAPEMIRIM A USAVA EM ALGUMAS LINHAS, NOS DIAS DE HOJE JA É MAIS DIFICIL DE FAZER ISSO, DEVIDO A MAIOR FISCALIZAÇÃO EM CIMA DOS TACOGRAFOS, E A EXIGENCIA DE CALIBRAÇÃO E LACRE PERIODICAMENTE…

        ERRADO, MAS DA UM POUCO DE SAUDADE DESSE TEMPO EM QUE SE ANDAVA..

        • Caro Reginaldo, faz todo o sentido sua rica explanação. Me recordo que pouco acima de 80 km/h, estes carros já ultrapassavam muita gente, inclusive autos de passeio… Abraço e grato pelo esclarecimento.

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