Nosso amigo Alfredo Rodrigues, viagra sale de Pelotas, RS, nos tem enviado um vasto sortimento de anúncios e folhetos sobre caminhões, ônibus, comericiais leves, máquinas de construção, entre outras preciosidades de tempos passados.
Na rica coletânea, encontra-se este belo catálogo dos FNM 180 e 210, da fase Alfa Romeo da FNM. O destaque dos novos caminhões era a excelente cabina Mille, de projeto italiano, com leito de série, bem ventilada e envidraçada, com ótima posição de dirigir.
Note as diferenças entre o 180 e o 210, como na calibração do motor, na transmissão (ZF de 12 marchas no último) e no eixo traseiro.
Para saber mais, veja o nosso post anterior sobre o FNM 210, publicado aqui:
Este material vem bem de encontro com nosso post anterior, com a crônica do amigo Roberto Dias Alvares, sobre o carreteiro José e seu FNM 210 com terceiro eixo.




chama atençao do freio estacionario destes veiculos um na caixa (180) e outro (mais estranho ainda no diferencial o 210) me pergunto se estes freios de fato seguravam estes caminhoes a plena carga em rampas (mesmo leves a moderadas) acho que a maioria arrancava tudo fora e trocava por mola acumuladora que inclusive ja estava a disposiçao no mercado na epoca do lançamento dos veiculos, estranho a FNM optar por um sistema obsoleto.
Amigo William, me lembro que você bem notou este detalhe interessante há algum tempo atrás e agradeço por fazê-lo novamente. Embora obsoletos já em sua época, como você bem disse, se apropriadamente dimensionados e ajustados, estes freios na transmissão funcionavam supreendentemente bem, pois contavam com a enorme redução dos diferenciais daqueles tempos remando a seu favor. Grato por comentar. Um abraço.
impressionante e o estado de conservaçao desses catalogos ja com 42 anos parabens
Ivo, realmente parece ter sido muito bem mantido. Alías, para saudosistas como eu, nada como o bom e velho (e indestrutível, se bem cuidado) papel. A prova é a Biblioteca de Alexandria, no Egito… Grande abraço e grato por comentar.
O Fietão 210 que meu pai teve na construtora era um caso a parte.
Não sei se por conta dos maus tratos de obra, desleixo em manutenção ou se o Fiat/Alfão deixava a desejar mecanicamente falando (ou tudo junto!) quando falava que uma determinada carga iria de Fietão (em “tiros” de no máximo 1400 km de perna), o prazo de chegada da carga era de uma semana….
A viagem + quebras na estrada + tempo de reparo!!!!
Que tristeza!!!! Abraço.