FNM 180 e 210

Ford caminh+Áes 1962 4Rodas Jan 1962 Ford F-600 Diesel 6 X 6 TM 1972 Ford F-600 SRD Abril 1960 Super Ford Sele+º+Áes maio de 1962 1 Super Ford Sele+º+Áes maio de 1962 2 Super Ford Sele+º+Áes maio de 1962 3 Ford 40 anos 1 Ford 40 anos 2

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Junto com as imagens, o Alfredo nos escreveu:

“Evandro,

Sou um grande admirador do seu site.
Tenho muitas propagandas antigas. Dentro do possível, estarei te enviando.
Seguem algumas propagandas da FORD .

Um abração,
Alfredo Rodrigues
Pelotas, RS.”
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Nosso amigo Roberto Dias Alvares nos brinda com uma de suas criativas “crônicas-poesias”, viagra treat se é que podemos assim chamar seus belos trabalhos.

Acompanhe a partir de agora a aventura do caminhoneiro José e seu fiel companheiro, o FNM 210 trucado.

O ANJO DA GUARDA
FIAT FNM 210 6×2

Foi na Serra do Cadeado
que aconteceu esta passagem.
Caminhão bem carregado
José descia seguindo viagem.

José, caminhoneiro religioso
fazia sempre sua oração.
Naquele trajeto perigoso
dirigindo seu belo caminhão.

Carregado de muito café
No porto, descarregaria.
Orando a Deus com muita fé,
protegido sempre estaria.

Parou para o almoço
o restaurante no alto do morro.
Naquele momento chovia grosso.
Pôs na cabeça seu gorro.

Após o almoço, um cochilo.
Acordou e foi para a luta.
Seguia dirigindo tranquilo.
Um ruído, pôs-se na escuta.

Quando José pisou no freio
percebeu que estava perdido.
Tinha em Deus o seu esteio.
Sem Ele não teria conseguido.

O caminhão ganhando embalo
Descia em grande velocidade.
Tentava controlar seu cavalo,
mas tinha nisso dificuldade.

Aquilo era muito estranho
pois por seu antigo caminhão
tinha um cuidado sem tamanho
mantendo em dia a revisão.

FIAT duzentos e dez trucado,
o cavalo era seu grande xodó.
Com ele muitos quilômetros viajado.
Pisava fundo sem ter dó.

Por aquela Serra assustadora
descia descontrolado.
A situação desesperadora.
Pensou que tudo estava acabado.

Em seu ombro sentiu uma mão,
por um segundo ficou paralisado.
Dentro da cabine uma visão.
Um homem de branco a seu lado.

O homem pedia a ele calma
dizia que tudo terminaria bem.
De outro mundo seria alma?
Benzendo-se disse: “Amém”!

Aquele espectro todo branco
apareceu em plena luz do dia.
Causou nele ainda mais espanto.
Que confiasse nele, pedia.

José controlou o medo.
“Quem é você”? Perguntou.
A aparição não fez segredo
“Seu Anjo da Guarda eu sou”.

Em questão de um minuto
durou o diálogo com a aparição.
Ele lutava pra controlar o bruto
mas piorou ainda mais a situação.

Vários carros a sua frente
ele tentando engatar terceira.
O Anjo falou docemente:
“Desvie seu caminhão para a ribanceira”.

Ele não podia acreditar
naquilo que o Anjo dizia.
Mas para tragédia maior evitar
O que mais ele faria?

O Anjo disse novamente:
“Tenha fé e acredite no que digo”.
Se continuasse em frente
levaria a outras pessoas o perigo.

Fez o que o anjo tinha dito.
Sua carreta saltou no vazio.
Olhos fechados, soltou um grito.
Não acreditou quando os abriu.

No sofá-cama banhado em suor,
Ele acordou e passou a mão no cabelo.
No rosto, surpresa e pavor.
Suspiro aliviado, aquilo fora um pesadelo.

Mas parecera tão real
tudo aquilo que tinha acontecido.
Quanto tempo afinal
ele tinha no caminhão dormido?

Quando sentiu-se mais tranquilo
resolveu recomeçar a viagem.
De sua mente não saia aquilo.
A visão do Anjo fôra miragem?

Antes de dar a partida
José fez algo inesperado:
No caminhão deu uma conferida,
para ver se não tinha nada errado.

Debaixo da carreta uma olhada.
ali viu algo muito feio.
Tubulação de óleo fora cortada,
Não funcionaria o freio.

Manchas de óleo no chão,
deixaram-no assustado.
Fora deliberada ação.
Poderia ter se acidentado.

Um mecânico foi chamado
em pouco tempo fez o conserto.
Disse que fora algo deliberado
e que ele passaria aperto.

O mecânico quis saber
como descobriu o defeito assim.
Ouviu José dizer:
“Meu Anjo da Guarda cuida de mim”.

Fez uma oração a Deus.
Anjo da Guarda, agradecimento.
Deu uma batida nos pneus
E na viagem deu seguimento.

Alguns quilômetros a frente
daquela chuvosa quarta-feira,
parecia ter ocorrido acidente.
Carreta caíra na ribanceira.

Havia ali tanta gente
e uma grande confusão.
Olhou lá embaixo, á sua frente
viu um destroçado caminhão.

Pensou naquele momento
que poderia estar morto.
Fez a Deus novo agradecimento
e seguiu viagem para o porto.
Nosso amigo Roberto Dias Alvares nos brinda com uma de suas criativas “crônicas-poesias”, viagra clinic se é que podemos assim chamar seus trabalhos.

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Quando sentiu-se mais tranquilo
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De sua mente não saia aquilo.
A visão do Anjo fôra miragem?

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Poderia ter se acidentado.

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Ouviu José dizer:
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Fez uma oração a Deus.
Anjo da Guarda, agradecimento.
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E na viagem deu seguimento.

Alguns quilômetros a frente
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parecia ter ocorrido acidente.
Carreta caíra na ribanceira.

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FNM 210 Nova Geração 1 FNM 210 Nova Geração 2 FNM 210 Nova Geração 3 FNM 210 Nova Geração 4

Nosso amigo Alfredo Rodrigues, viagra sale de Pelotas, RS, nos tem enviado um vasto sortimento de anúncios e folhetos sobre caminhões, ônibus, comericiais leves, máquinas de construção, entre outras preciosidades de tempos passados.

Na rica coletânea, encontra-se este belo catálogo dos FNM 180 e 210, da fase Alfa Romeo da FNM. O destaque dos novos caminhões era a excelente cabina Mille, de projeto italiano, com leito de série, bem ventilada e envidraçada, com ótima posição de dirigir.

Note as diferenças entre o 180 e o 210, como na calibração do motor, na transmissão (ZF de 12 marchas no último) e no eixo traseiro.

Para saber mais, veja o nosso post anterior sobre o FNM 210, publicado aqui:

http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/catalogos-e-folhetos/fiat-fnm-iveco-catalogos-e-folhetos/fnm/210/

Este material vem bem de encontro com nosso post anterior, com a crônica do amigo Roberto Dias Alvares, sobre o carreteiro José e seu FNM 210 com terceiro eixo.

6 ideias sobre “FNM 180 e 210

  1. chama atençao do freio estacionario destes veiculos um na caixa (180) e outro (mais estranho ainda no diferencial o 210) me pergunto se estes freios de fato seguravam estes caminhoes a plena carga em rampas (mesmo leves a moderadas) acho que a maioria arrancava tudo fora e trocava por mola acumuladora que inclusive ja estava a disposiçao no mercado na epoca do lançamento dos veiculos, estranho a FNM optar por um sistema obsoleto.

    • Amigo William, me lembro que você bem notou este detalhe interessante há algum tempo atrás e agradeço por fazê-lo novamente. Embora obsoletos já em sua época, como você bem disse, se apropriadamente dimensionados e ajustados, estes freios na transmissão funcionavam supreendentemente bem, pois contavam com a enorme redução dos diferenciais daqueles tempos remando a seu favor. Grato por comentar. Um abraço.

    • Ivo, realmente parece ter sido muito bem mantido. Alías, para saudosistas como eu, nada como o bom e velho (e indestrutível, se bem cuidado) papel. A prova é a Biblioteca de Alexandria, no Egito… Grande abraço e grato por comentar.

  2. O Fietão 210 que meu pai teve na construtora era um caso a parte.
    Não sei se por conta dos maus tratos de obra, desleixo em manutenção ou se o Fiat/Alfão deixava a desejar mecanicamente falando (ou tudo junto!) quando falava que uma determinada carga iria de Fietão (em “tiros” de no máximo 1400 km de perna), o prazo de chegada da carga era de uma semana….

    A viagem + quebras na estrada + tempo de reparo!!!!

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