Em outra colaboração do leitor Bruno Camargo temos um clássico, pilulepurchase o FNM D-11.000, checkrecipe aqui mostrado em sua Variante 12, ou V-12, com terceiro eixo de fábrica e chassi longo, para carroçarias de 7,5 metros.
6 ideias sobre “FNM D-11.000 V-12”
Evandro, alguns anos atrás vi um Fiat 190 “trick” como eu o apelidei. Ele tinha 3 eixos traseiros!!!! Foi a coisa mais estranha que eu vi até hoje.
Daniel, bom dia! Você tem razão. Nos anos setenta e oitenta, o quarto eixo formando um tandem triplo era uma configuração aplicada em caminhões com PBTC geralmente entre 30 e 35 toneladas, por quem preferia não tracionar semirreboque de 2 eixos (na época, com 32 toneladas de PBTC). Na prática, o PBT destes “8×2” ficava em torno de 30,5 toneladas (5 na dianteira e 25,5 no tandem triplo). Os caminhões mais vistos nesta configuração eram o FNM/Fiat 180, MB L-1519 e o raro Scania L-101. O resultado era desastroso em termos de manobrabilidade, em especial em pisos de baixa aderência. O eixo dianteiro não dava conta de esterçar os 12 pneus do tandem, que teimavam em seguir em linha reta. Em 1982, a Resolução 597 do Contran pôs um fim nesta configuração, garantindo, no entanto, o direito de circulação para os operadores até o sucateamento das unidades produzidas até a dita legislação.
Falta-nos uma boa foto de um veículo destes no site, assim como do raro FNM D-11.000 8×2 com dois eixos direcionais de fábrica.
Caro Geremias, tem razão. Ainda existem uns poucos destes caminhões com terceiro e quarto eixo de arrasto rodando por aí, apesar de proibidos por lei há anos atrás, mas com direito a circularem até o sucateamento. Obrigado pela visita e pelo comentário. Abraço, Evandro.
Evandro, alguns anos atrás vi um Fiat 190 “trick” como eu o apelidei. Ele tinha 3 eixos traseiros!!!! Foi a coisa mais estranha que eu vi até hoje.
Daniel, bom dia! Você tem razão. Nos anos setenta e oitenta, o quarto eixo formando um tandem triplo era uma configuração aplicada em caminhões com PBTC geralmente entre 30 e 35 toneladas, por quem preferia não tracionar semirreboque de 2 eixos (na época, com 32 toneladas de PBTC). Na prática, o PBT destes “8×2” ficava em torno de 30,5 toneladas (5 na dianteira e 25,5 no tandem triplo). Os caminhões mais vistos nesta configuração eram o FNM/Fiat 180, MB L-1519 e o raro Scania L-101. O resultado era desastroso em termos de manobrabilidade, em especial em pisos de baixa aderência. O eixo dianteiro não dava conta de esterçar os 12 pneus do tandem, que teimavam em seguir em linha reta. Em 1982, a Resolução 597 do Contran pôs um fim nesta configuração, garantindo, no entanto, o direito de circulação para os operadores até o sucateamento das unidades produzidas até a dita legislação.
Falta-nos uma boa foto de um veículo destes no site, assim como do raro FNM D-11.000 8×2 com dois eixos direcionais de fábrica.
Obrigado e um abraço, Evandro.
O último caminhão que eu vi nesta configuração 8×2 (um eixo dianteiro e três traseiros) foi um Mercedes-Benz L-1519 amrelo em 1995.
Caro Geremias, tem razão. Ainda existem uns poucos destes caminhões com terceiro e quarto eixo de arrasto rodando por aí, apesar de proibidos por lei há anos atrás, mas com direito a circularem até o sucateamento. Obrigado pela visita e pelo comentário. Abraço, Evandro.
Vi um desses hoje cedo, e fotografei.
Daniel, em uso normal estão ficando raro. Em coleções ainda se encontram alguns. Abraço.