FNM – Deixe por nossa conta – 1972

FNM 4Rodas Dezembro 1972

Dando sequência à postagem do rico material enviado pelo amigo Alfredo Rodrigues, patient do Rio Grande do Sul, pharm estamos adicionando este bonito anúncio da FNM, que trazia como destaque a nova linha de caminhões da “Nova Geração”, representados pelos FNM 180 e 210, introduzidos após a aposentadoria do lendário D-11000.

17 ideias sobre “FNM – Deixe por nossa conta – 1972

  1. Esse 210 devia subir serras a passo de tartaruga com 40 toneladas de peso bruto total, uma viagem de longa distancia com um destes devia ser uma aventura.

    • William, bem notado. Aliás, durante décadas, a velocidade média dos caminhões no plano ficava entre 40 e 60 km/h na maioria dos casos, como revelou nossa pesquisa histórica. A expansão da velocidade só começou mesmo a ser vista a partir dos anos 70, com a chegada dos motores turbo e a consequente ampliação da relação potência/peso. Obrigado pela contribuição!

  2. Até hoje me lembro de quando era criança, estava com meu pai no porto de Santos e via um cavalo mecânico FNM/Fiat com uma cabine modificada (marca Bruttus, que desconheço qualquer historia a respeito). Era um caminhão tão imponente e tinha um ronco assustador, sempre me escondia na janela do 113H que meu pai dirigia na época.

    • Bom dia, Felipe! Puxa, esta cabina “Bruttus” nunca ouvi falar. Seria bom se alguém pudesse iluminar minha ignorância no assunto. Grato pela visita e por comentar. Abraço.

    • Ivo, na rampa chorava na certa! Outros tempos. Velocidade não tina a importância que tem hoje. Subir serra 20 km/h era normnal.Abraço.

  3. Caros,
    Acho que encontrei algo que possa dar uma iluminada sobre a questão da cabine “Brutus”. No primeiro post digitei o nome errado, é apenas com um “t”.
    Lembro-me que a cabine do referido modelo era idêntica a do modelo 190H, porém com uma frente bem modificada. Dei uma pesquisada rápida na internet e encontrei uma reformadora de cabines chamada Brutus, situada em Carapicuíba – SP.
    Agora que relembrei esse fato, estou curioso pra saber de onde veio aquele FNM que me botava medo quando criança.

    • Verdade, mas para puxar 40 ton com um mínimo desempenho em rampa, certamente este não era a combinação ideal (muito longo). Pode-se garantir que a “overdrive” só via uso na descida.

  4. meu pai trabalhava nos anos 70 em mercedes 1113 130cv e subia as serras entre 12 e 15 km/h de 2 marcha e 18.5 t de pbt mais ou menos igual ao fnm 210 com 40t de pbt

    • Ivo, grato pelo comentário. Hoje são os bitrenzões e rodotrens que se arrastam ladeira acima, carentes de maior potência. Para ter uma velocidade compatível com os caminhões mais leves, as combinações atuais de 74 toneladas deveriam ter entre 700 e 800 cv, com mais de 3.000 Nm de torque. Um dia a gente chega lá… Abraço.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Complete a conta. *