Força de Vanguarda – Veículos Comerciais Chevrolet – 1986

Graças a mais uma contribuição do amigo Fernando Luiz de Araújo, unhealthy podemos compartilhar com você este interessante catálogo sobre a linha de produtos da Caterpillar para 1975.

Observe as máquinas já produzidas no Brasil naquela época, hospital
como a lendária motoniveladora 120B, viagra os tratores de esteira D4D e D6C, as carregadeiras 930 e 966C, além do motoscraper 621B, todos eles com enorme legado para a mineração e as grandes obras do país.

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Dentre as tantas literaturas enviadas pelo amigo Fernando Luiz de Araújo no ano passado e que, troche aos poucos estamos postando neste espaço, prostate
encontramos este rico folheto com um resumo da linha de veículos comerciais da Chevrolet, pharmacy
desde a picape Chevy 500 lançada em 1984 até o grande caminhão 22000, apresentado em versões 6×2 e 6×4.

Na linha de caminhões médios, note a interessante oferta de chassi-curvão, ou meia cabina (que os norte-americanos denominam de “flat back cowl”) e da cabina dupla.

Nesta época, a Chevrolet era a única marca do país a oferecer motores a gasolina, álcool ou diesel para seus caminhões.

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9 ideias sobre “Força de Vanguarda – Veículos Comerciais Chevrolet – 1986

  1. ja em 1986 a revista quatro rodas comentava que os motores GM al/gas 2,5l, 4,1l, 4,8l eram de concepçao antiga com consumo alto fazia sentido para epoca dizer isto?

    • Amigo Ivo, de fato, já eram motores bastante antigos. E naquela época, já havia vários motores mais modernos, com comando no cabeçote (OHC) e componentes em alumínio, como o próprio motor do Monza. Grato por comentar.

    • Daniel, talvez algumas Chevy tenham sido mesmo convertidas externamente. Você tem razão quando aos chassi-curvão, mas creio que alguns foram convertidos em carro-forte. Obrigado.

  2. Uma duvida que eu sempre me pergunto: Porque o Chevrolet nunca foi um caminhão bem aceito no mercado? Com o fim do D-60, simplesmente a Chevrolet caminhões morreu junto. Enquanto Ford se manteve com o quadrado, depois o Sapão e agora com os Cargos, a GM nunca mais foi expressiva.

    A unica grande frota de Chevrolets que eu conhecia era da Eletropaulo em São Paulo que inclusive usava a série A movida a álcool.

    • Daniel, isso é bem verdade. Nos anos 80, a GM perdeu o foco em caminhões. Apostou alto nas plataformas globais, como a “J”, do Monza, que consumiu altíssimos recursos, deixando pouco para os caminhões. Depois da liderança de décadas, a Chevrolet foi sendo esquecida até dar lugar à GMC, que também sucumbiu devido à desvalorização da nossa moeda frente ao dólar. Este mesmo processo fez outra vítima, a Navistar International.

      Quando olhamos as estatísticas dos anos 60 é impressionante notar a força da Chevrolet e da Ford, seguida da Mercedes em terceiro lugar. Só nos anos 70, com “1113 & Cia. Ltda.” é que a Mercedes avançou sobre a Chevrolet e assumiu a liderança do mercado brasileiro de caminhões.

      Em termos globais, o mesmo se sucedeu, em princípio com a venda da divisão pesada para a Volvo-White na América do Norte no final dos anos 80.

      Grande abraço.

  3. E pra quem quer começar na área de transporte de cargas em curtas distâncias, um caminhão GM pode servir como uma luva, pois chega a custar menos da metade dos MB e é bastante resistente, muitos tendo redução no diferencial, coisa que os MB raramente tinham.

    • Fernando, bem interessante seu comentário, além de fazer justiça a esta linha, frequentemente desprezada no mercado de usados, o que explica o preço mais baixo em relação aos Mercedes. Obrigado por comentar.

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