Ford F-14000 HD – 1994

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Lançado em maio de 1992 como ano modelo 1993, sovaldi sale o F-4000 da quarta geração da Série F brasileira trazia a cabina emprestada da oitava geração dos primos norte-americanos, rx lançados em 1987.

A nova cabina representava um grande salto qualitativo em relação à antecessora, stuff naquela altura já carregando duas décadas de existência no mercado nacional. O venerável MWM D-229-4 de 3,9 litros e 87 cv continuava habitando a casa de máquinas do leve campeão da Ford. Além da cabina, a nova gama – conhecida internamente na montadora como “RAM Cab” – trazia no seu bojo um longo elenco de melhorias.

Para o ano modelo 1999 esta família daria lugar para a nova Série F de

Este folheto foi uma cortesia de Fernando Luiz de Araújo.

 

 
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Em se tratando de Volvo N12, viagra este post complementa o de ontem sobre a versão 4×2 do mesmo caminhão. O 6×4 é apresentado neste folheto configurado como cavalo mecânico. Naquela época, thumb uma unidade tratora tão poderosa era destinada principalmente ao transporte de cargas indivisíveis, viagra ou a tracionar semirreboques tipo pranchão, para movimentação de máquinas e equipamentos de construção e mineração. A excelente CMT de 120 toneladas corroborava esta vocação.

Cabe lembrar que naqueles tempos, as composições tipo rodotrem ainda estavam engatinhando, recém aprovadas por resolução de 1984, portanto, a demanda por unidades tratoras 6×4 rodoviárias ainda era pífia e 385 cv era considerada uma potência excessiva para as condições da época.

 
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Quando a Ford lançou a nova Série F em maio de 1992, buy os modelos médios chamaram atenção pelo inusitado capô aerodinâmico, viagra sale com visual marcado pelo conjunto ótico emprestado da linha de automóveis Corcel/Del Rey da safra de 1985. Por projeto, order
a falsa grade tinha de ser fechada, de modo a garantir a integridade estrutural do novo capô, de uso exclusivo da FSAO – Ford South America Operations. O ar para o radiador era forçado através das aberturas no para-choque e pelo vão entre este e o capô.

Com a cabina norte-americana de 1987 nacionalizada também para servir aos modelos leves F-1000 e F-4000, os médios F-12000 L e F-14000 HD careciam de uma posição de montagem da mesma mais elevada no chassi, para acomodar os agregados compatíveis com seu PBT. Esta posição demandou o novo capô, de estilo singular, tipo “ame ou odeie”. Logo o irreverente público brasileiro atribuiu o apelido de “Sapão” aos novos médios da Ford.

Lançados com o reconhecido motor MWM D-299-6, ao longo de sua vida, por conta dos novos limites de emissões do Proconve, os “Sapões” foram repotenciados com os modernos MWM 6.10 naturalmente aspirados.

Deliciosos de dirigir, mas amarrados nas estradas por conta dos diferenciais mega curtos, os F médios encontraram serviço especialmente nas aplicações vocacionais, como na distribuição urbana, na coleta de lixo e nos canteiros de obra, onde seu baixo custo inicial, aliado à sua robustez, simplicidade e facilidade de reparos os destacavam dos demais.

Este folheto nos foi presenteado pelo amigo leitor Fernando Luiz de Araújo.

 

10 ideias sobre “Ford F-14000 HD – 1994

  1. Aqui em Garça tem uma fábrica de tubaina e distribuidora de cerveja que só roda por ai com os Ford Sapão!

    A cerveja Brahma e a Unilever também circulam muito com os Ford F-12000/14000 por aqui. Já a Coca ainda prefere os 13000/14000 da cabine quadrada!

    Uma grande aplicação vocacional desses Fords eram justamente ser, além das mencionadas no seu texto, ser caminhão de prefeitura. E parece que é o unico que aguenta o tranco dos motoristas das prefeituras é justamente a série F da Ford.

    Grande Abraço!

    PS: A Prefeitura de Garça, apesar de ser uma prefeitura como outra qualquer tem cada caminhão mais estranho que o outro: Alguns 1113, um 1313 com terceiro eixo, um 1114, dois Chevrolets D-12000, sendo que um deles tem o diferencial traseiro com a enorme estrela de 3 pontas na tampa (e roda de 10 furos – as da frente ainda são as originais de 6 furos), algumas F-4000 (incluindo uma cabine RAM) e nada menos que um Chevrolet D-60 caçamba que raramente se vê. 4 anos atrás compraram um belo Ford Cargo 6×4 e colocaram caçamba.

    Já o SAAE (Serviço de Águas municipal) tem uma frota bem diferente também: Alem das F-4000 e Saveiros quadradas, tem um Toyota Bandeirantes 4×4 cabine dupla (para acessar a estrada da captação em dias de chuva, só de Band) e uma Strada Adventure Locker completa e um Ford Cargo com terceiro eixo e guindauto.

    • Daniel, perdoe-me pela demora para responder ao seu interessante relato!

      Bizarros os Chevrolet com eixo Mercedes, mas talvez a necessidade tenha ditado a mudança… Seria mais provável ver um Mercedes com eixo Timken ou Rockwell, que ao contrário, como você notou.

      Quanto à Band “Crew Cab”, vulgo OJ55LP 2BL, esta nos faz lembrar do último exemplar dos três que tivemos em casa (além da 78 de câmbio semi-sincronizado e da 84, com reduzida, ambas picapes curtas). Esta “bendita” tinha uma tremenda vibração ao passar de 80 km/h que parecia que ia desmontar. Nos retrovisores a cena parecia a de um terremoto de alta escala! A bússola que instalei no painel girava descontrolada, como se estivesse no Triângulo das Bermudas… Balanceamos cardans, rodas, e nada. Depois, trocamos os cardans e o mancal central e tentamos todas as posições possíveis entre as cruzetas e yokes. Nada. Depois de quase enlouquecer nas viagens longas, desistimos. Mas fica na memória as boas recordações das aventuras, como a exploração da Serra da Canastra-MG, junto de um colega que tinha um raro jipe Bandeirante TB-25L, o único veículo brasileiro a usar o motor OM-324, de 78 hp e injeção indireta.

      Abração.

    • Caro Gilmar, o entre eixo longo de 5.385 mm seria o ideal para a carroçaria de madeira. Obrigado.

  2. O “sapão” causou espanto com seu capô, mas logo o pessoal aceitou, eles são muito usados em depósito de material de construção. Qual o nome técnico deste bruto?

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