Ford F-250 – Outubro de 2002

Dando sequência às postagens das tradicionais máquina agrícolas Valmet, drugstore hoje oferecemos à você o modelo 78, hospital irmão maior do 68 postado ontem.

O 78 vinha equipado com propulsor MWM D-229-4 VE de 73 cv, o que o colocava na mesma categoria do Massey Ferguson 275, dotado de motor Perkins 4.236 de 77 cv, a ser postado aqui em breve.

Embora sua transmissão tivesse a sofisticação (na época) de ser sincronizada, não era tão robusta quanto a dos Massey, como bem ressaltou ontem meu amigo Daniel Shimomoto de Araujo, em seu comentário sobre o Valmet 68.

A bela foto do trator numa manhã ensolarada emoldurado por uma paisagem bucólica dá vontade de sair arando terra por aí! Apesar de cansativa, quer atividade mais prazerosa? Sem falar do cheiro da terra recém tombada!

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Dando sequência às postagens das tradicionais máquina agrícolas Valmet, hospital look hoje oferecemos à você o modelo 78, irmão maior do 68 postado ontem.

O 78 vinha equipado com propulsor MWM D-229-4 VE de 73 cv, o que o colocava na mesma categoria do Massey Ferguson 275, dotado de motor Perkins 4.236 de 77 cv, a ser postado aqui em breve.

Embora sua transmissão tivesse a sofisticação (na época) de ser sincronizada, não era tão robusta quanto a dos Massey, como bem ressaltou ontem meu amigo Daniel Shimomoto de Araujo, em seu comentário sobre o Valmet 68.

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Dando sequência às postagens das tradicionais máquina agrícolas Valmet, ampoule hoje oferecemos à você o modelo 78, sick irmão maior do 68 postado ontem.

O 78 vinha equipado com propulsor MWM D-229-4 VE de 73 cv, rx o que o colocava na mesma categoria do Massey Ferguson 275, dotado de motor Perkins 4.236 de 77 cv, a ser postado aqui em breve.

Embora sua transmissão tivesse a sofisticação (na época) de ser sincronizada, não era tão robusta quanto a dos Massey, como bem ressaltou ontem meu amigo Daniel Shimomoto de Araujo, em seu comentário sobre o Valmet 68.

A bela foto do trator numa manhã ensolarada, emoldurado por uma paisagem bucólica, dá vontade de sair arando terra por aí! Apesar de cansativa, quer atividade mais prazerosa? Sem falar do cheiro da terra recém tombada!

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Hoje estamos postando a segunda parte do referido manual, cheap compartilhado pelo gentil amigo Reginaldo Bernardi, cure do Paraná.

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Dando continuidade à postagem do referido manual, order nosso amigo e incansável colaborador Daniel Shimomoto de Araujo nos brindou com mais páginas desta interessante literatura sobre os populares Mercedes-Benz “Cara Preta”.

Anteriormente, rx foram postadas 4 partes, generic que você encontra aqui: http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/manuais-tecnicos/mercedes-benz-manuais-tecnicos/manual-de-instrucoes-da-linha-media-e-semipesada-1987/

Desta vez postaremos outras 4, identificadas de 5/8 até 8/8.

Esperamos que seja de bom proveito!

MBB Manual Medios e Semipesados-37 MBB Manual Medios e Semipesados-38 MBB Manual Medios e Semipesados-39 MBB Manual Medios e Semipesados-40 MBB Manual Medios e Semipesados-41 MBB Manual Medios e Semipesados-42 MBB Manual Medios e Semipesados-43 MBB Manual Medios e Semipesados-44 MBB Manual Medios e Semipesados-45

 
O menor filhote da família conhecida na Ford por P131 foi a picape F-250, drugstore desenvolvida essencialmente para uso pessoal.

Na época deste folheto, mind havia uma versão com motor a gasolina Ford V6 4.2, remedy de 205 cv, produzida em pequenas quantidades. Os leitores de São Paulo talvez se recordem das unidades amarelas operadas pela CET – a Companhia de Engenharia de Tráfego – que tem como missão coordenar o complexo trânsito da capital bandeirante. Era a maior frota de F-250 V6 do país, senão a única… Há não muito tempo avistamos uma delas em plena atividade, ganhando seu pão.

Mas, de longe, a versão mais cobiçada era a diesel, com o motor MWM Sprint 6.07, de seis cilindros, 4,2 litros, 180 cv e  51 mkgf de torque. Uma rara versão com motor Cummins 4BTAA foi logo descontinuada, depois do susto que a Ford levou com a Chevrolet Silverado, dotada do mesmo MWM 4.2.

A disponibilidade de componentes “em casa”, destinados à exportação para a Austrália, permitiu à Ford ampliar o leque de ofertas domésticas, tais como a adição da cabina dupla (post em breve) e da tração total, com baixos investimentos.

Com a chegada do Proconve Fase 5 (Euro 3), o MWM precisou ser substituído pelo Cummins Interact 4, já que os volumes de vendas não pagavam o custo de desenvolvimento de um Sprint eletrônico de seis cilindros.

A versão brasileira 4×2 ilustrada, exclusiva do Brasil e da Argentina (onde se chamava F-100), era  considerada “bizarra” pelos norte-americanos, que só contavam com a versão de caçamba longa (estreada aqui apenas com a chegada do 4×4 e do Euro 3).

A caçamba curta (a mesma usada na cabina-dupla) fora concebida para a exportação e acabou dando origem à picape nacional, de entre eixos curto, de modo a atender ao gosto e ao tamanho da garagem dos brasileiros, além de acompanhar a moda desde os tempos de F-1000.

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13 ideias sobre “Ford F-250 – Outubro de 2002

  1. Uma legitima sucessora da F-1000 (ou na verdade a evolução da F-1000)! Uma picape espetacular, bem concebida, sem os problemas da Silverado (que tinha fama de quebradora de cambio e diferencial) e robusta ao extremo.

    Tive a oportunidade de dirigir a F-250 MWM e as Cummins (4BTAA e Interact 4). Apesar do desempenho e a “tocada” mais parecida com motores de ciclo otto do MWM, as Cummins são um show a parte. A Interact 4 então é excepcional, não traz saudade alguma do MWM.

    Uma pena que a Ford não tenha dado continuidade a F-250.

    Forte Abraço

    • Amigo Daniel, uma pena mesmo. Vale notar que parte deste notável desempenho do Interact 4 na F-250 era fruto não só de sua enorme potência e torque, mas de um bem executado trabalho de “powertrain matching” que incluiu o alongamento da transmissão, antes dotada de brutais cinco e pouco para um, na primeira marcha. O MWM urrava em poucos metros depois do semáforo aberto…enquanto o Cummins saltava na frente na mesma marcha, mesmo não sendo “high-speed”! Um grande abraço e grato por comentar.

  2. Só o que fez falta mesmo na F-250 brasileira foi a opção do câmbio automático para o mercado interno, embora fosse usado nas versões de exportação com o PowerStroke e o Triton 5.4 V8. Diga-se de passagem, as versões V8 a gasolina só eram comercializadas com o câmbio automático.

    • Daniel, como em toda grande montadora, a F-250 brasileira também padeceu de reduções de custo e de limitações de investimentos, refletidos na omissão das mencionadas opções, ficando apenas com um restrito quinhão do universo disponível na terra da matriz. Obrigado e um abraço.

  3. Evandro meu amigo;

    Sem duvida alguma o “casamento” motor/câmbio/eixos atingiu sua excelência na versão Cummins Interact 4.

    Aliás era uma coisa meio aflitiva na F-250 MWM era exatamente a que você colocou: Uma primeira extremamente reduzida (e necessária) apenas para tirar o veiculo da imobilidade. Curta demais e ao mesmo tempo necessária pois o motor não tinha condições de permitir “sair em segunda”.

    Grande Abraço

    • Totalmente de acordo, amigo Daniel. Mas,…seja com um motor ou com outro, já deixa saudade. O maior ponto negativo da F-250, ao meu ver, era um descabido e inoportuno inchaço do ego atrás de seu volante, de onde se tinha a equivocada e atrevida impressão de se dominar o trânsito. É exatamente o oposto do que sinto com a atual montaria, frequentemente acuada por buzinadas e “fechadas” igualmente descabidas. Grande abraço.

  4. BOA NOITE A TODOS…

    LA VEM EU COM A PERGUNTA GREGA…NÃO ENTENDI DIREITO A PARTE DO SUSTO QUE A FORD LEVOU COM A CHEVROLET SILVERADO…O QUE SERIA O CASO…

    • Reginaldo, boa noite! Na verdade, quando a GM lançou a Silverado com o motor MWM Sprint de 6 cilindros, a Ford acabara de desenvolver a F-250 com apenas uma opção de motor diesel, o Cummins 4BTAA, de 4 cilindros e média rotação. O susto foi grande, por imaginar que o 4BTAA não seria competitivo, frente ao MWM da Chevrolet. O susto se transformou em correria para preparar uma versão com o mesmo Sprint, ajustado para 180 cv. Em pouco tempo, esta versão suplantaria aquela original com o 4BTAA. Abraço.

  5. Uma caminhonete muito robusta, confortável, forte e bonita. Porém, fica devendo ao modelo americano (automática, piloto automático, 4×4, sem opção de cabine estendida, e outros mimos como luzes de teto, os faróis de neblina, aqueles retrovisores de reboque, acabamento interno… Parabéns pelo post, sou fã das pick-ups Ford. Seria possível postar material da Ranger STX e Splash?

    Abraços.

    • Giori, boa noite! Grato por comentar. Vou verificar o que temos sobre os modelos citados. De cabeça, só me recordo de ter a Ranger argentina da primeira geração, já com a suspensão levantada, modelo 1998, que será postada em breve. Grande abraço.

  6. Olha, tive a oportunidade de dirigir a versão com o Cummins 4BTAA e depois a versão com MWM Sprint 6.07TCA. Não tive a oportunidade de dirigir com os últimos modelos do Cummins (Interact 4).

    Na minha opinião, a versão com Cummins 4BTAA é muito similar a tocada da boa e velha F-1000 com o MWM TD-229/4 ou ainda, mais próximo das com MWM Série 10.

    Já a versão com o MWM Sprint 6.07TCA é outra coisa, ficou totalmente diferente do que tínhamos aqui no Brasil em matéria de pickup desse porte a Diesel. Realmente para andar “apalpando” não dá certo… canta cardã a todo instante e a primeira é muito reduzida… parece que motor + transmissão não casaram perfeitamente “em baixa”. Mas quando pode pisar a vontade, nossa, o bicho voa baixo!!! Embora a 5° marcha também seja “curta” demais…

    No geral, gosto muito da F-250 com o MWM Sprint 4.2 (6.07TCA), tanto pela economia (7 km/litro em média na cidade) e principalmente pelo desempenho. Meu pai tem uma 1999/2000 há uns 10 anos e não pretende vender tão cedo…

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