Ford F-600 Diesel – 1961

Ford F-600 Diesel SRD agosto 1961

No começo dos anos 60, pharm na tentativa de deter o crescimento da Mercedes-Benz com seus modelos médios movidos a diesel, viagra a Ford lançou o F-600 Diesel, com motor Perkins de 128 hp, conforme evidencia esta peça publicitária enviada pelo amigo Alfredo Rodrigues. Mais tarde, a GM faria o mesmo, ofertando a versão diesel do caminhão Chevrolet Série 60, mas esta é outra história…

20 ideias sobre “Ford F-600 Diesel – 1961

  1. Interessante a declaraçao da propaganda com relaçao ao motor diesel “FUNDIDO PELA PROPRIA FORD”, eu acreditava que a Perkins fazia este trabalho ate entao.

    • William amigo, bom dia! Embora esteja neste momento longe de minhas fontes de pesquisa, confiando apenas na memória, creio que nesta época a Perkins confiava a produção do bloco à Ford, em sua competente fundição de Osasco, SP. Também, se me recordo corretamente, a fundição nunca foi feita pela Perkins, sendo confiada a empresas do ramo, como a Cofap, Tupy, entre outras, tal como faziam (e fazem) MWM, Cummins, Scania… Grato pela interessante observação. Abraço.

        • Amigo Daniel, bom dia. Na verdade verdadeira, eu gosto de todos… A escolha é difícil, senão impossível, mas o charme arredondado da primeira Série F me arrebata! Afinal, sou um grande fãs da escola de estilo dos anos 30 aos 50. Grato por comentar e um abração!

  2. ESSES MOTORES PERKINS NAO ERAM AQUELES QUE SAIRAM COM A DISTRIBUIÇÃO MOVIDA A CORRENTE?DIZEM QUE PRA FAZER FUNCIONAR ESSES MOTORES DE MANHÃ CEDO NO FRIO ERA DURO!CHAMAVAM DE “CAVALO ARRISCO” NUM PEGA NEM A PAU!SEM FALAR QUE ACORDAVA A FAMILIA TODA PRA EMPURRAR O CAMINHAO DE MANHÃ!

    • Caro César, verdade! Tinha gente que deixava na descida, só para facilitar o “processo”, que não impedia a enorme nuvem de fumaça branca, na expressão mais genuína do que são os hidrocarbonetos… Abraço e grato por seu comentário.

    • Raro, hein! Em Campinas, SP, tem um belo F-350 desta geração que trabalha todo dia com um feirante. O mais incrível é que está impecável, inclusive com o 272 original. Só os emblemas foram retirados e guardados por receio de vandalismo. Se conseguir flagrar de novo, vale clicar, assim como o F-600 do seu bairro. Obrigado.

        • Ou fazer como alguns proprietários de C60: rodar com gás. Há dois dias vi um em Campinas, SP, trabalhando firme na poda de árvores. Grato por se pronunciar.

          • Já vi até caminhão a etanol uma vez, e era justamente um F-600 repotenciado com motor 250-S de Opala, mas a gás o único que eu vi foi um protótipo da Iveco em testes com biogás durante a copa (pena que não tive como fotografar de dentro de um T7 lotado). Fora que a infraestrutura acaba limitando o uso do gás a aplicações regionais de curta distância.

          • Daniel, desculpe a demora para responder. Que inusitado um F-600 com motor 250-S, hein! Este teria merecido um par de fotos. Estes projetos com biogás são lindos, mas não funcionam sem subsídio, pelos altos custos e a infraestrutura requerida, como tu bem citaste. É um tipico caso de “molho mais caro que o peixe”, embora o meio ambiente agradeça… Minha gratidão por teus sempre inteligentes comentários.

          • Já eu acredito na viabilidade econômica do biogás, não necessariamente como uma solução “mágica” para diminuir a dependência dos combustíveis mais tradicionais mas de forma complementar ao diesel, principalmente em áreas rurais onde o gás natural não é comercializado regularmente. Fora isso, me parece fazer mais sentido fomentar o biogás (e também o biodiesel) do que sustentar ditadores de algumas republiquetas terceiromundistas. E além dos aterros sanitários e estações de tratamento de esgoto, outra possível fonte para o biogás são abatedouros, onde também pode se destinar sebo para a produção de biodiesel.

    • Amigo Antonio, estas imagens do passado realmente nos depertam emoções e lembranças deliciosas e até inexplicáveis de tempos que não voltam mais. Grato por comentar e um forte abraço.

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