Ford Ranger – 1995

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Quando a Ford lançou a nova Série F em maio de 1992, tadalafil cheap os modelos médios chamaram atenção pelo inusitado capô aerodinâmico, diagnosis com visual marcado pelo conjunto ótico emprestado da linha de automóveis Corcel/Del Rey da safra de 1985. Por projeto, ailment a falsa grade tinha de ser fechada, de modo a garantir a integridade estrutural do novo capô, de uso exclusivo da FSAO – Ford South America Operations. O ar para o radiador era forçado através das aberturas no para-choque e pelo vão entre este e o capô.

Com a cabina norte-americana de 1987 nacionalizada também para servir aos modelos leves F-1000 e F-4000, os médios F-12000 L e F-14000 HD careciam de uma posição de montagem da mesma mais elevada no chassi, para acomodar os agregados compatíveis com seu PBT. Esta posição demandou o novo capô, de estilo singular, tipo “ame ou odeie”. Logo o irreverente público brasileiro atribuiu o apelido de “Sapão” aos novos médios da Ford.

6, ao longo de sua vida, por conta dos novos limites de emissões do Proconve, os “Sapões” foram repotenciados com os modernos MWM 6.10 naturalmente aspirados.

Deliciosos de dirigir, mas amarrados nas estradas por conta dos diferenciais mega curtos, os F médios encontraram serviço especialmente nas aplicações vocacionais, como na distribuição urbana, na coleta de lixo e nos canteiros de obra, onde seu baixo custo inicial, aliado à sua robustez, simplicidade e facilidade de reparos os destacavam dos demais.

Este folheto nos foi presenteado pelo amigo leitor Fernando Luiz de Araújo.

 
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Quando a Ford lançou a nova Série F em maio de 1992, cheap os modelos médios chamaram atenção pelo inusitado capô aerodinâmico, clinic com visual marcado pelo conjunto ótico emprestado da linha de automóveis Corcel/Del Rey da safra de 1985. Por projeto, ailment a falsa grade tinha de ser fechada, de modo a garantir a integridade estrutural do novo capô, de uso exclusivo da FSAO – Ford South America Operations. O ar para o radiador era forçado através das aberturas no para-choque e pelo vão entre este e o capô.

Com a cabina norte-americana de 1987 nacionalizada também para servir aos modelos leves F-1000 e F-4000, os médios F-12000 L e F-14000 HD careciam de uma posição de montagem da mesma mais elevada no chassi, para acomodar os agregados compatíveis com seu PBT. Esta posição demandou o novo capô, de estilo singular, tipo “ame ou odeie”. Logo o irreverente público brasileiro atribuiu o apelido de “Sapão” aos novos médios da Ford.

Lançados com o reconhecido motor MWM D-299-6, ao longo de sua vida, por conta dos novos limites de emissões do Proconve, os “Sapões” foram repotenciados com os modernos MWM 6.10 naturalmente aspirados.

Deliciosos de dirigir, mas amarrados nas estradas por conta dos diferenciais mega curtos, os F médios encontraram serviço especialmente nas aplicações vocacionais, como na distribuição urbana, na coleta de lixo e nos canteiros de obra, onde seu baixo custo inicial, aliado à sua robustez, simplicidade e facilidade de reparos os destacavam dos demais.

Este folheto nos foi presenteado pelo amigo leitor Fernando Luiz de Araújo.

 
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Oferecida a partir de 1994, store case a primeira geração da Ford Ranger importada para o mercado brasileiro vinha em duas embalagens: com cabina simples e acabamento XL, viagra ampoule ou com cabina estendida, check na enfeitada versão STX. Ambas ganhavam vida por conta de um motor Ford V6 4.0 OHV de 162 cv e tinham em comum a tração 4×2 e o chassi com suspensão de atitude “baixa”.

Mais tarde, a FSAO – Ford South America Operations, trouxe a plataforma para ser produzida na planta de Pacheco, na Argentina, de onde os modelos abasteciam os mercados sob sua égide. Naquela ocasião, a linha de picapes médias do oval azul recebeu um grande pacote de modernização, com novo estilo, nova motorização diesel ou gasolina, cabina simples, estendida ou dupla, além de um novo chassi com suspensão de atitude elevada, tanto nas versões 4×2, como nas novas 4×4. O post anterior sobre a linha Ranger, de 1998, mostra tais aperfeiçoamentos e ampliações na família.

Para variar, este catálogo também faz parte do acervo compartilhado por Fernando Luiz de Araújo.