Baseado no Isuzu NKR japonês, viagra o GMC 5-90 era o menor modelo da linha, stuff destinado ao mercado de distribuição urbana. Foi importado e oferecido no mercado local entre 1998 e 2001, com um número bastante acanhado de vendas. Nos dois últmos anos, pouco mais de 200 unidades no total foram comercializadas.
Seu trem de força era integralmente Isuzu, incluindo o motor de 3,1 litros aspirado, transmissão e eixo traseiro.
Com PBT de 5 toneladas, o 5-90 podia atingir 106 km/h e superar rampas de até 32%.


Um caminhão de boa qualidade, mas à época esse motor 4JG2 já não era uma opção tão acertada. Se por um lado a injeção indireta e a ausência de um turbo o deixavam mais simples, por outro sacrificava demais o desempenho. Tanto o 4JB1-TC usado nos últimos anos da venda de caminhões Isuzu pela Chevrolet no Uruguai quanto o MWM Sprint 4.07 TCA seriam opções mais acertadas, além de já homologadas nas normas Euro-2 enquanto o 4JG2 pelo que eu me lembre era Euro-1.
Realmente, Daniel. Por esta época, um motor aspirado já era meio fora de contexto. Os Isuzu da série N são muito populares em todo o planeta e muito respeitados por sua confiabilidade e durabilidade. Algumas fontes chegam a afirmar que trata-se do caminhão mais vendido do mundo em sua categoria, o que nós achamos ser a verdade.
Outro fato a mencionar é que a escola japonesa resistiu enquanto pode à adoção de turboalimentação. Não raro, nos anos setenta, deparava-se com verdadeios monstros V8 de 17 a 20 litros, aspirados, servindo de propulsores nos cavalos mecânicos nipônicos pesados.
Obrigado pelo enriquecedor comentário!
Evandro.
Nos maiores caminhões da Isuzu (Giga, ou em mercados de exportação comercializados como séries C ou E) era possível encontrar até motores V10 de 30.4L, e um V12 de 22.8L, sem turbo.
Daniel, muito interessante. Obrigado. Evandro.
Durante a semana vi um 5-90 carregando um gerador, que estava sendo usado na produção de um comercial da cerveja Polar. Ano passado, alguns dias antes do dia das mães, vi o mesmo caminhão sendo usado na produção de um comercial do Boticário.
Daniel, estes caminhões são uma belezinha, não? E parecem inquebráveis.