Homenagem a uma valente: VW Kombi – Parte 4

Talvez um dos capítulos menos merecedores de comemoração na longa história do VW Tipo 2 brasileiro, store vulgo Kombi, sickness seja representado por suas versões movidas a diesel.

Com um motor para serviço leve, buy cialis de injeção indireta, destinado a propulsão do automóvel VW Passat, com apenas 50 cv e 9,5 mkgf de torque, mal arrefecido e tendo que puxar um PBT de até 2.380 kg, o resultado era quase sempre catastrófico.

Superaquecimento, bronzinas fundidas com baixa quilometragem, dificuldade de partida, excesso de fumaça eram alguns dos problemas vividos por muitos proprietários, incluindo este que ora escreve.

Das poucas que restam rodando, a maioria teve seu motor original substituído por versões do AP a gasolina, ou etanol.

Por sorte, a VW corrigiu todos os problemas nas Kombis com motor EA-111 1.4 Flex, apesar de manter o lay-out de motor traseiro com radiador dianteiro e o veículo ficou campeão. Silencioso, econômico, e mais rápido, graças ao maior torque e potência e ao diferencial 4,88:1, em subsituição ao poderoso, mas lento, 5,14:1 do modelo anterior com motor 1.6 a ar.

 

8 ideias sobre “Homenagem a uma valente: VW Kombi – Parte 4

  1. Meu pai também teve uma kombi diesel furgão entre 1991 e 1994 que ele capotou em Novo Hamburgo; depois disso ele comprou uma furgão 1994 com catalisador

  2. Um tio meu já teve um Suzuki Vitara de 4 portas repotenciado com motor de Kombi Diesel, e um velhão do meu bairro tem um Passat com esse mesmo motor. Diga-se de passagem, esse meu vizinho a uns anos atrás me disse que o problema do motor era o rotor da bomba d’água ser subdimensionado, que não gerava pressão suficiente para transpor uma bolha de vapor que se formava nas galerias de arrefecimento.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Complete a conta. *