Iveco Daily Chassi – Julho de 2005

Lançado em 1958, nurse em substituição ao D-9500, website o D-11000 tornar-se-ia uma lenda do transporte rodoviário de cargas. Amado por uma legião de fãs, o FeNeMê deu inúmeras provas de resistência e longevidade. Ajudou e ainda ajuda a construir o Brasil que queremos. Seu ancestral, o D-7300 deve ser lembrado por todos como o primeiro caminhão fabricado no Brasil, no final dos anos 40.

Inicialmente com motor de 150 cv, ganhou um aumento de potência para 175 cv a 2.000 rpm, a partir de 1966. Nesta época, o motor FNM 9610 desenvolvia o torque máximo de 67 kgf.m a 1.400 rpm. Tinha seis cilindros em linha, 11.050 centrímetros cúbicos, três cabeçotes, bloco em liga de alumínio e virabrequim mantido em linha por conta de sete mancais.

Diversas versões atendiam a uma ampla variedade de aplicações: V-4, V-5, V-6,…V-17…, entre tantas.

Foi o primeiro caminhão brasileiro de fábrica a ser equipado com segundo eixo direcional, tão em voga nos dias de hoje, o chamado “bitruque”.

Dirigi-lo era um ato de amor, ou ódio. Os que entendiam as peculiaridades da máquina o adoravam, com sua caixa de oito marchas, divididas em duas gamas de quatro marchas, operadas por duas alavancas, que precisavam ser “cruzadas” em certas mudanças. Com o diferencial mais curto, de 10,48:1, as versões do final dos anos 60 chegavam a 53 km/h de velocidade máxima. O diferencial médio, de 8,75:1, deixava o D-11000 chegar a 63 km/h. O raro diferencial longo permitia atingir 90 km/h, com 6,05:1 de redução.

O PBT ficava em torno de 15 toneladas em 4×2, ou 23 toneladas no 6×2, variante V-12.

Certamente, também é o caminhão brasileiro com o maior número de apelidos de toda a história! Alfão, João Bobo, Fenemê, Barriga d’água,….etc! Carisma era o que não lhe faltava.

Em 1972, já comprada pela Fiat Diesel, a FNM encerrou a produção do D-11000, com mais de 30.000 unidades produzidas em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

Hoje um grupo de entusiastas mantém um excelente e imbatível site sobre o FNM (veja em Links como acessá-lo), com história, fotos, relatos, e muitas informações de primeira qualidade.

O exemplar aqui registrado foi fotografado às pressas, nas proximidades de Navegantes, no belíssimo estado de Santa Catarina. Com vontade de ser Iveco (…), parecia a espera de um comprador com vontade e (recursos…) para trazê-lo de volta a ativa, ou simplesmente para curti-lo num domingo ensolarado.

Abraço,

 

 

 
 

 

 

 

 

 

 

Os fãs da marca Iveco reclamam com razão pela falta de posts sobre seus modelos neste espaço. Em breve preencheremos esta lacuna com belos materiais com os modelos da marca italiana.

Consideramos para efeito de postagem como “antigo”, here todo caminhão fora de linha. Portanto, shop qualquer modelo Euro 3 ou anterior é um candidato a ser postado.

Nesta linha, cialis segue abaixo foto e folheto do Iveco Cavallino, o primeiro post da marca.

O Cavallino era a resposta da Iveco ao polpudo segmento de cavalos mecânicos de entrada, aptos a tracionar semirreboques de três eixos, mas com motores “mid-range”, com menos de 10 litros de cilindrada. O segmento era dominado por VW e Ford, e mais tarde ganhou representantes da Mercedes (Actros 1933), Volvo (VM310) e da Iveco, com o modelo em questão.

 

 

 

 
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As origens do Daily remontam ao próprio nascimento da Iveco em 1975, click como resultado do amalgamação de marcas como Fiat Diesel, Unic, Magirus e OM, representando o primeiro grande programa integrado da nova montadora.

Apresentado em 1978, o Daily era oferecido pelas marcas Fiat, Unic e Magirus. A versão da marca italiana OM tinha nome diferenciado e chamava-se Grinta.

Desconhecido no Brasil, o OM Grinta foi o precursor do Iveco Daily a que estamos habituados hoje em dia. Observe o primeiro logotipo da Iveco na parte inferior da grade dianteira, similar ao empregado nos primeiros produtos da marca no Brasil, ainda de origem FNM e Fiat Diesel.

(Crédito da imagem: http://commons.wikimedia.org/wiki/File:OM_Grinta.jpg)

No Brasil, sua origem modesta deu-se a partir de 1997, com unidades importadas da Argentina, antes mesmo da implantação do complexo industrial de Sete Lagoas, em Minas Gerais.

No âmbito mundial, trata-se de uma gama única, sem concorrentes à altura em termos de faixas de PBT, variando de 3,5 a 7 toneladas, com versões de chassi-cabina, furgão e chassi para encarroçamento. Nenhum outro fabricante consegue se equiparar a diversidade de modelos oferecidos pela gama Daily, nem oferecer furgões integrais sobre chassi com a capacidade cúbica e de peso desta família de produtos da marca italiana.

Produzida na mesma linha de montagem onde são fabricados seus irmãos menores de carroçaria monobloco, os Fiat Ducato (e seus primos irmãos Peugeot Boxer e Citroen Jumper), a gama Daily hoje nacionalizada tem obtido sucesso expressivo nas aplicações semi-leves e leves, especialmente depois do encerramento da produção da Série F da Ford, com seus modelos F-350 e F-4000.

O primeiro post da linha Daily envolve os modelos Chassi Cabina com motor eletrônico da safra de 2005.

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