Nos anos oitenta, remedy o Komatsu D30E era o modelo de entrada da linha de máquinas de esteira do renomado fabricante japonês, prescription instalado em Suzano, sick na grande São Paulo.
O “dozer” era equipado com o popular motor Mercedes-Benz OM-352, que só não equipou aviões…, ajustado para desenvolver tranquilos 74 cv a 2.400 rpm, uma redução significativa em relação ao “rating” automotivo, de 130 cv a 2.800 rpm, para sobreviver ao alto fator de carga, típico da operação da máquina.
Sua transmissão mecânica de engrenagens de dentes retos permitia velocidades entre 2,7 e 10,8 km/h, com uma tração máxima na barra de pouco mais de 6 toneladas.
Muito usado por prefeituras, empreiteiras e fazendas, o D30 era uma máquina versátil e manobrável, capaz de executar inúmeras obras com sua lâmina de 3 metros de largura.
Com peso de 7,4 toneladas, pouco mais de 4 metros de comprimento e capacidade de angular sua lâmina, o D30 podia ser transportado por caminhões médios, facilitando seu traslado de um canteiro de obra para outro.


Interessante é que tanto a Komatsu quanto a FiatAllis AD7 são máquinas mais utilizadas em aplicações florestais e agricolas, mais brutas, devido a economia e resistência dessas máquinas, enquanto a Caterpillar D4 é mais empregada em serviços de terraplanagem (acabamento), por ser uma máquina menos reduzida e mais rapida.
Grato, amigo Daniel, por seus sempre ricos comentários acerca das máquinas. Um grande abraço e ótimo domingo.
BOA NOITE…
PRIMEIRAMENTE….ESTA AI UMA AREA QUE SEMPRE FOI DO MEU INTERESSE,NOS TRATOR DE TERRAPLANAGEM….A MAIORIA DO CONTATO QUE TIVE FOI NO TEMPO QUE O PAI FOI MECANICO NUMA MADEIREIRA,EU AINDA UM PEQUENO,MEUS IRMÃOS,JA MAIORES,TIVERAM MAIS CONTATO,E NA GRANDE MAIORIA ERAM FIAT-ALLIS E CASE…MAS MESMO ASSIM PEGUEI UM POUCO DESSE TEMPO
POREM SEMPRE OUVI FALAR MUITO NESSES JAPONESES,MUITO SE ELOGIA PELA DURABILIDADE E PELA FACIL OPERAÇÃO,MESMO NOS MODELOS MAIORES,QUANTO A MANUTENÇÃO,MESMO MAIS SIMPLES QUE OS CATERPILAR,PELO MENOS AQUI NA REGIÃO MUITOS COMENTAM DE SER MAIS CARA QUE OS DEMAIS,MAS AINDA DA PRA TRABALHAR…
Reginaldo, estas máquinas de esteira são mesmo fascinantes. É muito gratificante ficar observando as mesmas trabalharem. Num instantinho a paisagem muda muito! Abraço e grato por comentar.
Tenho um D-30, pena mesmo é que peça não se encontra fácil, na maioria das vezes recorro a torneiros e nem sempre fica bom. Quanto a economia não existe exatamente por falta de peças no mercado pois quem tem vende por um preço absurdo, chegam a pedir até 200% do valor real.
Caro Donizete, grato por comentar. Abraço.
Temos um D30E-16B Série Baixa e quando necessita de manutenção perdemos bastante tempo p/ identificar as peças. Onde conseguimos um catálogo de peças na internet? Pois já solicitamos por inúmeras vezes nos revendedores de peças e os mesmos sequer nos dão uma cópia de tal catálogo. Agradecemos pela atenção!