Linha Randon – c.1977

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Graças à solicitação de nosso amigo Igor Akopov, click see do longínquo Cazaquistão, medical site hoje trazemos o post deste magnífico catálogo da Linha de Produtos Randon do final dos 70. Este material ingressou em nosso acervo através de correspondência direcionada ao fabricante naquela época.

Num país dominado por combinações de veículos de carga tais como bitrens, rx rodotrens e afins, o catálogo deste post evidencia o contraste de uma linha repleta de semirreboques de 1 a 3 eixos, o “feijão com arroz” das estradas daquele tempo.

O idioma inglês também revelava uma empresa em franca expansão nas exportações, com literatura já preparada para investidas além-mar.

8 ideias sobre “Linha Randon – c.1977

  1. BOA TARDE…

    MAIS UMA VEZ O MATERIAL DO SITE ME SERVINDO DE BASE…. A ALGUM TEMPO QUE ESTOU POR INICIAR O PROJETO DE UMA CARRETA CARGA SECA 3 EIXOS DESSA ÉPOCA, PARA O CAVALO DO MEU FIAT 190 TURBO (http://caminhaoantigobrasil.com.br/wp-content/uploads/2013/12/IVECO-2.jpg) , MAS TAVA DANDO TRABALHO PRA ENCONTRAR MAIS DETALHES DA CARRATA, ACABOU FACILITANDO MEU LADO ESSE RICO MATERIAL DO ACERVO DO AMIGO,AINDA NÃO TENHO PREVISÃO DE COMEÇAR (a correria anda meio grande por aqui), MAS EM BREVE INICIO, E ASSIM QUE POSSIVEL VAMO MANDANDO AS FOTOS DO TRABALHO…ATÉ BREVE

  2. Vendo essa carreta prancha de 4 eixos, lembrei de uma dúvida que tenho há tempos: Precisa de documentação especial pra rodar com carreta 4 eixos? Tem alguma legislação que limite em 3? De 4 eixos até agora eu só vi os modelos prancha mesmo, aqui perto tem fábrica de colheitadeiras e as vezes passam carretas assim, são 4 eixos, mas com pneus pequenos, nunca pude ver a medida.

    • Fernando, excelente pergunta! Existe sim uma legislação específica para cargas indivisíveis e guindastes, incluindo as mencionadas carretas. Trata-se da Resolução Número 11 de 2004, editada pelo DNIT. Nela constam todos os regimes possíveis de dimensões e cargas por eixo, sobejamente mais elásticos que os aplicáveis para os caminhões rodoviários “normais”. Esta resolução é a “bíblia” do segmento de cargas excepcionais.Um abraço.

  3. Entendi. Então uma das combinações de melhor custo/benefício pro transportador comum, é a de cavalo 8×2 + a carreta de 3 eixos distanciados, que daria 59T de PBTC, embora eu não saiba a tara dele, possui 2 pneus a menos que o bitrem e é apenas uma carreta. Abraço

    • Fernando, bom dia!

      É muito arriscado dizer que esta ou aquela combinação é a melhor para um determinado tipo de transporte. Tudo vai depender de cada situação específica da rota, dos pontos de carga e descarga, do tipo de pavimento, da topografia, etc. Tradicionalmente terra de “um diferencial”, o Brasil tem uma forte aversão aos cavalos 6×4, devido aos seus custos adicionais. Na Colômbia, por exemplo, com seus fortes aclives, os transportadores sequer cogitam cavalos 6×2 para operar nas montanhas, mesmo com as carretas de 3 eixos típicas.

      De volta ao seu comentário, o que tem sido provado no Brasil com êxito é o cavalo 8×2 com carreta “LS” especialmente desenhada para se obter a correta distribuição de peso, na prática, obtida com o deslocamento do tandem para trás, de modo a se aumentar a carga na quinta roda, sem exceder o máximo balanço dianteiro da carreta, por norma, fixado em 1.600 mm. O resultado é uma combinação livre de AET, com apenas um semirreboque, com 24 pneus (2 a menos que o bitrem) e os mesmos 7 eixos, com PBTC de 54,5 ton.

      A combinação que você menciona, um 8×2 com vanderléia, pelo que se sabe ainda não foi comprovada, entre outros, por exceder as 57 toneladas, com o que se perde toda a beleza de se poder rodar diuturnamente sem AET.

      Obrigado por sua assaz interessante colocação.

      Abração!

      • Ah, então aí tem um detalhe que eu não conhecia. Não sabia que existia o limite em 57 toneladas, eu achei que o rodotrem só podia rodar durante o dia pelo tipo da composição, 2 reboques + dolly, não por passar das 57 toneladas. Então, o bitrenzão por também ser 74 toneladas como o rodotrem, também só pode rodar de dia?
        Abraço

        • Fernando, tudo que excede 57 toneladas ou 19,80 metros (exceto as cegonhas com seus 22,40 metros, regidas por legislação específica) de comprimento está sujeito ao regime de AETs (as famosas Autorizações Especiais de Trânsito), emitido pela autoridade de trânsito competente na região onde o veículo será emplacado. A critério da mesma, dependendo de fatores como a densidade de tráfego, tipo de pista (simples, com ou sem terceira faixa, dupla, com ou sem canteiro central, etc), do aclive, de cruzamentos em nível, das obras de arte, etc., pode ou não ser autorizado o tráfego noturno destas composições, tais como os bitrenzões, rodotrens, tritrens, entre outras. A base de tudo está na Resolução 211 do Contran e suas sucessoras, que podem ser consultadas no site do Denatran: http://www.denatran.gov.br/resolucoes.htm

          Um abraço.

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