16 ideias sobre “Livreto Corporativo – Mercedes-Benz – 1986 – Parte 2”
Esses caminhões da Mercedes-Benz feitos para exportação já fizeram um aparição no seriado dos anos 80 Esquadrão Classe A (aquele do SBT) Tenho um foto que tirei do episódio: http://www.imagebam.com/image/1d722a375422426 (Ao fundo, note as rodas de alumínio e a pintura exclusiva, que se prolongam no baú furgão) Creio que deve ser um L-1116, já que este episódio em especifico foi produzido em 1984.
Intrigante a tentativa da Mercedes-Benz em oferecer caminhões com a cabine AGL no mercado americano, quando os fabricantes locais já tinham abolido os “bulldog-nose”.
Daniel, nesta época a International dominava o mercado (como tradicionalmente o faz) de “medium-duty” com a Série S “short nose”, mas os EUA já sofriam a “invasão” japonesa, dominada por marcas como Isuzu, Nissan, Hino… Ainda se vê muitos AGL brazuca rodando por lá, já mostrando os sinais de sua idade. Grato por comentar.
Pois é, e na época os japas já eram bem apegados à cabine avançada. A propósito: acho que tu deve conhecer aquele vídeo do Diesel Dave em que ele destrava o mecanismo de basculamento da cabine dum Isuzu Forward guincho-plataforma para sacanear um sujeito que queria rebocar uma caminhonete da Diesel Sellerz. O resultado é um bom “incentivo” para quem ainda insiste em não usar o cinto de segurança… http://cripplerooster.blogspot.com/2014/05/aviso-de-utilidade-publica-cinto-de.html
Na esperança que o amigo Affonso Parpinelli dê uma passada aqui de vez em quando, e já que ele trabalha no desenvolvimento de produtos da MBB, vou repetir a ele a pergunta que eu já fiz em outro canto do blog (post repetido para aumentar as chances que ele veja):
“Tenho uma dúvida antiga que talvez você possa me ajudar: por que Mercedes AGL (L-1111, L-1113, L-1513, etc.) fabricados no Brasil tinham um filete na frente do capô que era diferente dos que eram fabricados na Alemanha e na Argentina, que tinham esse filete na lateral? Exemplo nessa imagem:
Eu também já vi uns 3 Mercedes aqui no Brasil com esse filete na lateral, será que eles chegaram a ser fabricados com essa diferença aqui ou são importados?”
Será que o amigo Affonso mata essa charada para nós?
Caro Battuh, me recordo sim de sua dúvida, ainda não esclarecida. Reafirmo que a diferença presumidamente deve ser atribuída a simplificações no ferramental para reduzir o custo e a complexidade durante o processo de nacionalização do capô brasileiro, em fins dos anos 60.
Vou contatar o amigo Affonso, no entanto, em uma discussão recente com ele, fiquei sabendo que as pessoas mais antigas ainda trabalhando na Mercedes são de meados dos anos 80, o que torna cada dia mais difícil resolvermos nossas dúvidas (que diga-se, não são poucas) a respeito da fascinante linha de produtos da marca da estrela.
Que interessante, já observei o filete, mas não sabia que muitos estrangeiros não possuíam, vou anotar mais uma.
Aproveitando sobre MB, eu sei que a 1519 tem diferença entre os para-lamas dianteiros, isto no caminhão (L) e no cavalinho (LS). Alguém poderia me ensinar?
AMIGO BRUNO…. INTERESSANTE ESSA DUVIDA ,TAMBÉM CARREGUEI ELA POR UM TEMPO…
A DIFERENÇA DO PARA LAMA DIANTEIRO NÃO É COISA SÓ DE 1519, MAS DE TODA LINHA AGL COM O MOTOR OM-355/5 (1519,1520,2219,2220,2225,1524,1525…).
O DETALHE NA VERDADE NÃO ESTA NO PARA LAMAS, MAS UM POUCO MAIS ABAIXO, NO CARTER DO MOTOR…
É SABIDO QUE O MOTOR OM-355/5 FOI UM MOTOR MEIO QUE DE IMPROVISO, É UM OM-355 COM UM CILINDRO A MENOS, E APARTE DE BAIXO DO MOTOR ,DEVIDO A SUA CONSTRUÇÃO,NÃO TEVE MUITO ACERTO, COISA QUE ACABOU DEIXANDO O CARTER NUM LUGAR UM POUCO INCOMODO PRO EIXO DIANTEIRO, QUE TEVE QUE FICAR DESLOCADO UM POUCO PRA TRAS, SE COMPARADO COM OS COM MOTOR OM-352
COM OS PNEUS EM LINHA RETA NÃO SE PERCEBE TANTO ESSA DIFERENÇA, MAS NUM MOMENTO QUE SE ESTERÇA AS RODAS DA PRA VER ESSE DESLOCAMENTO, E ISSO FARIA COM QUE NUM TERRRENO UM POUCO MAIS DESNIVELADO, O PNEU VIESSE A ENROSCAR NO PARA LAMAS, POR ISSO AQUELE DETALHE PROXIMO AO ESTRIBO, QUE TAMBÉM SE DESLOCA UM POUCO PARA TRAS…
Sensacional! Ainda hoje eu avistei um 1519 e novamente tinha me feito essa pergunta sobre o “calombo” nos para-lamas! Agora é uma dúvida a menos. Lembrei do meu pai, que sempre dizia que o 1519 “tinha um cilindro a menos na frente e um eixo a menos atrás”…
na minha opiniao e um ano 1986 que a mercedes tem muitas saudades em que era lider do mercado com 40% fila de espera de 6 meses exportava produtos para os EUA onibus O 370 desfilava nas estradas com um ar de modernidade que encantava os passageiros lançamentos dos mercedes 1317/1517 com 170cv que eram sonho de consumo dos caminhoneiros. relembrando fiquei com a impressao que a mercedes de 1986 era mais moderna do que a mercedes atual
Esses caminhões da Mercedes-Benz feitos para exportação já fizeram um aparição no seriado dos anos 80 Esquadrão Classe A (aquele do SBT) Tenho um foto que tirei do episódio: http://www.imagebam.com/image/1d722a375422426 (Ao fundo, note as rodas de alumínio e a pintura exclusiva, que se prolongam no baú furgão) Creio que deve ser um L-1116, já que este episódio em especifico foi produzido em 1984.
Amigo Kaio, que interessante! Grato por seu comentário. Um abraço.
Verdade! Me lembro desse episódio!
Aliás, no Esquadrão Classe A aparecem algumas belas máquinas como Ford F-600, dentre outros!
Aproveitando o ensejo…Evandro, fui postar comentário no post da série 30 superforça…não sei porque está sem espaço para comentário!
Abraços
Daniel, obrigado por comentar. Vou verificar o que aconteceu com este post especificamente. Abração.
Intrigante a tentativa da Mercedes-Benz em oferecer caminhões com a cabine AGL no mercado americano, quando os fabricantes locais já tinham abolido os “bulldog-nose”.
Daniel, nesta época a International dominava o mercado (como tradicionalmente o faz) de “medium-duty” com a Série S “short nose”, mas os EUA já sofriam a “invasão” japonesa, dominada por marcas como Isuzu, Nissan, Hino… Ainda se vê muitos AGL brazuca rodando por lá, já mostrando os sinais de sua idade. Grato por comentar.
Pois é, e na época os japas já eram bem apegados à cabine avançada. A propósito: acho que tu deve conhecer aquele vídeo do Diesel Dave em que ele destrava o mecanismo de basculamento da cabine dum Isuzu Forward guincho-plataforma para sacanear um sujeito que queria rebocar uma caminhonete da Diesel Sellerz. O resultado é um bom “incentivo” para quem ainda insiste em não usar o cinto de segurança…
http://cripplerooster.blogspot.com/2014/05/aviso-de-utilidade-publica-cinto-de.html
Daniel, bem interessante. Obrigado.
Na esperança que o amigo Affonso Parpinelli dê uma passada aqui de vez em quando, e já que ele trabalha no desenvolvimento de produtos da MBB, vou repetir a ele a pergunta que eu já fiz em outro canto do blog (post repetido para aumentar as chances que ele veja):
“Tenho uma dúvida antiga que talvez você possa me ajudar: por que Mercedes AGL (L-1111, L-1113, L-1513, etc.) fabricados no Brasil tinham um filete na frente do capô que era diferente dos que eram fabricados na Alemanha e na Argentina, que tinham esse filete na lateral? Exemplo nessa imagem:
http://battuh.files.wordpress.com/2013/08/filetes_capo.jpg
Eu também já vi uns 3 Mercedes aqui no Brasil com esse filete na lateral, será que eles chegaram a ser fabricados com essa diferença aqui ou são importados?”
Será que o amigo Affonso mata essa charada para nós?
Caro Battuh, me recordo sim de sua dúvida, ainda não esclarecida. Reafirmo que a diferença presumidamente deve ser atribuída a simplificações no ferramental para reduzir o custo e a complexidade durante o processo de nacionalização do capô brasileiro, em fins dos anos 60.
Vou contatar o amigo Affonso, no entanto, em uma discussão recente com ele, fiquei sabendo que as pessoas mais antigas ainda trabalhando na Mercedes são de meados dos anos 80, o que torna cada dia mais difícil resolvermos nossas dúvidas (que diga-se, não são poucas) a respeito da fascinante linha de produtos da marca da estrela.
Um grande abraço e um ótimo 2015!
Que interessante, já observei o filete, mas não sabia que muitos estrangeiros não possuíam, vou anotar mais uma.
Aproveitando sobre MB, eu sei que a 1519 tem diferença entre os para-lamas dianteiros, isto no caminhão (L) e no cavalinho (LS). Alguém poderia me ensinar?
AMIGO BRUNO…. INTERESSANTE ESSA DUVIDA ,TAMBÉM CARREGUEI ELA POR UM TEMPO…
A DIFERENÇA DO PARA LAMA DIANTEIRO NÃO É COISA SÓ DE 1519, MAS DE TODA LINHA AGL COM O MOTOR OM-355/5 (1519,1520,2219,2220,2225,1524,1525…).
O DETALHE NA VERDADE NÃO ESTA NO PARA LAMAS, MAS UM POUCO MAIS ABAIXO, NO CARTER DO MOTOR…
É SABIDO QUE O MOTOR OM-355/5 FOI UM MOTOR MEIO QUE DE IMPROVISO, É UM OM-355 COM UM CILINDRO A MENOS, E APARTE DE BAIXO DO MOTOR ,DEVIDO A SUA CONSTRUÇÃO,NÃO TEVE MUITO ACERTO, COISA QUE ACABOU DEIXANDO O CARTER NUM LUGAR UM POUCO INCOMODO PRO EIXO DIANTEIRO, QUE TEVE QUE FICAR DESLOCADO UM POUCO PRA TRAS, SE COMPARADO COM OS COM MOTOR OM-352
COM OS PNEUS EM LINHA RETA NÃO SE PERCEBE TANTO ESSA DIFERENÇA, MAS NUM MOMENTO QUE SE ESTERÇA AS RODAS DA PRA VER ESSE DESLOCAMENTO, E ISSO FARIA COM QUE NUM TERRRENO UM POUCO MAIS DESNIVELADO, O PNEU VIESSE A ENROSCAR NO PARA LAMAS, POR ISSO AQUELE DETALHE PROXIMO AO ESTRIBO, QUE TAMBÉM SE DESLOCA UM POUCO PARA TRAS…
Amigo Reginaldo, grato pelo interessante esclarecimento! Um abraço.
Sensacional! Ainda hoje eu avistei um 1519 e novamente tinha me feito essa pergunta sobre o “calombo” nos para-lamas! Agora é uma dúvida a menos. Lembrei do meu pai, que sempre dizia que o 1519 “tinha um cilindro a menos na frente e um eixo a menos atrás”…
na minha opiniao e um ano 1986 que a mercedes tem muitas saudades em que era lider do mercado com 40% fila de espera de 6 meses exportava produtos para os EUA onibus O 370 desfilava nas estradas com um ar de modernidade que encantava os passageiros lançamentos dos mercedes 1317/1517 com 170cv que eram sonho de consumo dos caminhoneiros. relembrando fiquei com a impressao que a mercedes de 1986 era mais moderna do que a mercedes atual
Ivo, acho que seus comentários estão recheados de razão. Um abraço e feliz 2015!