Manual do Motorista Mercedes-Benz – 1977 – Parte 1

SCOUT

O carro de escolta M3A1 teve mais de 20 mil produzidos pela toda poderosa White durante os anos da Segunda Guerra Mundial. Originalmente impulsionado por um motor Hercules JXD de seis cilindros e cabeçote em “L”, recipe stuff cheap o Scout Car de 5, drug cialis 3 toneladas brutas podia chegar a cerca de 72 km/h, viagra 40mg a partir de seus 112 cv, gerados por 5,2 litros de cilindrada. A tração 4×4 era alimentada a partir de uma transmissão de 4 velocidades não sincronizada de engrenamento constante e uma caixa de transferência com reduzida. Os pneus militares 9.00 x 20 davam imponência e garantia adequada tração e vão livre. Muitos Scout desembarcaram no Brasil para compor fileiras do Exército, a partir de 1942.

Observe o rolo na dianteira, concebido para transpor trincheiras e taludes com facilidade. O modelo tinha grade dianteira basculável, para maior proteção do radiador, e blindagem leve, daí seu elevado peso . A International Harvester também produziu o modelo como fonte alternativa.

Clicado por nosso atento amigo e colaborador Daniel Giraldi enquanto participava do Desfile de 7 de setembro de 2013, o Scout da pose pertence a um famoso colecionador de Porto Alegre, especialista em veículos militares, nosso amigo Professor “Jacaré”, tão simpático quanto notório em seu meio.

Aos dois amigos, nossa gratidão. Não fosse o Daniel, a imagem desta bela viatura ex-Exército Brasileiro não figuraria neste espaço. E pior, o Scout teria simplesmente desaparecido, sem a cuidadosa reforma do professor que o resgatou anos atrás em Santa Maria, RS.

 
SCOUT

O carro de escolta M3A1 teve mais de 20 mil produzidos pela toda poderosa White durante os anos da Segunda Guerra Mundial. Originalmente impulsionado por um motor Hercules JXD de seis cilindros e cabeçote em “L”, nurse o Scout Car de 5,3 toneladas brutas podia chegar a cerca de 72 km/h, a partir de seus 112 cv, gerados por 5,2 litros de cilindrada. A tração 4×4 era alimentada a partir de uma transmissão de 4 velocidades não sincronizada de engrenamento constante e uma caixa de transferência com reduzida. Os pneus militares 9.00 x 20 davam imponência e garantia adequada tração e vão livre. Muitos Scout desembarcaram no Brasil para compor fileiras do Exército, a partir de 1942.

Observe o rolo na dianteira, concebido para transpor trincheiras e taludes com facilidade. O modelo tinha grade dianteira basculável, para maior proteção do radiador, e blindagem leve, daí seu elevado peso . A International Harvester também produziu o modelo como fonte alternativa.

Clicado por nosso atento amigo e colaborador Daniel Giraldi enquanto participava do Desfile de 7 de setembro de 2013, o Scout da pose pertence a um famoso colecionador de Porto Alegre, especialista em veículos militares, nosso amigo Professor “Jacaré”, tão simpático quanto notório em seu meio.

Aos dois amigos, nossa gratidão. Não fosse o Daniel, a imagem desta bela viatura ex-Exército Brasileiro não figuraria neste espaço. E pior, o Scout teria simplesmente desaparecido, sem a cuidadosa reforma do professor que o resgatou anos atrás em Santa Maria, RS.

 
SCOUT

O carro de escolta M3A1 teve mais de 20 mil produzidos pela toda poderosa White durante os anos da Segunda Guerra Mundial. Originalmente impulsionado por um motor Hercules JXD de seis cilindros e cabeçote em “L”, nurse o Scout Car de 5, viagra 3 toneladas brutas podia chegar a cerca de 72 km/h, a partir de seus 112 cv, gerados por 5,2 litros de cilindrada. A tração 4×4 era alimentada a partir de uma transmissão não sincronizada de 4 velocidades de engrenamento constante e uma caixa de transferência com reduzida. Os pneus militares 9.00 x 20 davam imponência e garantia adequada tração e vão livre. Muitos Scout desembarcaram no Brasil para compor fileiras do Exército, a partir de 1942.

Observe o rolo na dianteira, concebido para transpor trincheiras e taludes com facilidade. O modelo tinha grade dianteira basculável, para maior proteção do radiador, e blindagem leve, daí seu elevado peso . A International Harvester também produziu o modelo como fonte alternativa.

Clicado por nosso atento amigo e colaborador Daniel Giraldi enquanto participava do Desfile de 7 de setembro de 2013, o Scout da pose pertence a um famoso colecionador de Porto Alegre, especialista em veículos militares, nosso amigo Professor “Jacaré”, tão simpático quanto notório em seu meio.

Aos dois amigos, nossa gratidão. Não fosse o Daniel, a imagem desta bela viatura ex-Exército Brasileiro não figuraria neste espaço. E pior, o Scout teria simplesmente desaparecido, sem a cuidadosa reforma do professor que o resgatou anos atrás em Santa Maria, RS.

 
SCOUT

O carro de escolta M3A1 teve mais de 20 mil produzidos pela toda poderosa White durante os anos da Segunda Guerra Mundial. Originalmente impulsionado por um motor Hercules JXD de seis cilindros e cabeçote em “L”, viagra o Scout Car de 5,3 toneladas brutas podia chegar a cerca de 72 km/h, a partir de seus 112 cv, gerados por 5,2 litros de cilindrada. A tração 4×4 era alimentada a partir de uma transmissão não sincronizada de 4 velocidades de engrenamento constante e uma caixa de transferência com reduzida. Os pneus militares 9.00 x 20 davam imponência e garantiam adequada tração e vão livre. Muitos Scout desembarcaram no Brasil para compor fileiras do Exército, a partir de 1942.

Observe o rolo na dianteira, concebido para transpor trincheiras e taludes com facilidade. O modelo tinha grade dianteira basculável, para maior proteção do radiador, e blindagem leve, daí seu elevado peso . A International Harvester também produziu o modelo como fonte alternativa.

Clicado por nosso atento amigo e colaborador Daniel Giraldi enquanto participava do Desfile de 7 de setembro de 2013, o Scout da pose pertence a um famoso colecionador de Porto Alegre, especialista em veículos militares, nosso amigo Professor “Jacaré”, tão simpático quanto notório em seu meio.

Aos dois amigos, nossa gratidão. Não fosse o Daniel, a imagem desta bela viatura ex-Exército Brasileiro não figuraria neste espaço. E pior, o Scout teria simplesmente desaparecido, sem a cuidadosa reforma do professor que o resgatou anos atrás em Santa Maria, RS.

 
01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20

Nosso amigo Reginaldo Bernardi dividiu conosco um amplo acervo de preciosas literaturas que estão sendo gradativamente adicionadas ao nosso acervo digital. Hoje oferecemos a você este interessante Manual do Motorista, online datado de 1977, incluindo desde o Mercedinho até o peso pesado LS-1924, o topo de linha da época.

O material trás informações úteis e curiosas, como uma legenda para o sistema de nomenclatura da Mercedes, com sua variedade de letras, hoje quase todo em desuso.

Esperamos que aprecie. Em breve traremos as demais páginas.

Boa leitura!

7 ideias sobre “Manual do Motorista Mercedes-Benz – 1977 – Parte 1

  1. OLA AMIGO

    ESSE FOI UM MANUAL QUE DESFOLHEI, LI E RE-LI, POR VARIOS ANOS, POSSO COM CERTEZA DIZER QUE FOI UM DOS QUE MAIS APROVEITEI, A ALGUNS ANOS TIVE UM CURSO CHAMADO TECNOLOGIA DO PRODUTO, TINHA UMA APOSTILA MAIS COMPLETA, E COM MUITO MAIS PAGINAS ,POREM OLHANDO NO CONTEXTO, ERA A FORMA EVOLUIDA DESSE MATERIAL AI, A ALGUNS DIAS FIZ A ATUALIZAÇÃO DESSE CURSO, HOJE ESSE CURSO 10 HORAS DE DURAÇÃO, E A APOSTILA ,UMAS 60 PAGINAS

    O MAIS LEGAL ERA QUE ESSA APOSTILA NA ÉPOCA ERA VOLTADA AOS MOTORISTAS, ESSES NA ÉPOCA PARA SEREM CONSIDERADOS BONS, DEVERIAM ENTENMDER PERFEITAMENTE O FUNCIONAMENTO DE UM CAMINHÃO, E NÃO APENAS COMO FAZE-LO ANDAR, SERIA BEM LEGAL SE HOJE NOSSOS PROFISSIONAIS, TIVESSEM O DEVER DE CONHECER MAIS AFUNDO A SUA FERRAMENTA DE TRABALHO….

    • Reginaldo, de fato, excelente material. Irresistível de não se ler! Obrigado por mais esta valiosa colaboração. Abração.

    • Amigo Davi, a introdução do sistema de freio totalmente pneumático na linha AGL foi processada de forma gradual, em conjunto com “cara preta”, a partir de fins de 1981. Entre 1982 e 1983 a transição foi completada, aposentando o freio hidropneumático usado até então. Obrigado pela interessante pergunta. Um abraço.

    • Caro Jairenilson, que pena não termos este diagrama para compartilhar com você. Vamos torcer para algum amigo leitor nos ajudar neste causa. Abraço e grato pelas palavras de apoio!

Comentários encerrados.