Marcopolo Veneza II – Mercedes-Benz LPO-1113

VENEZA 1 VENEZA 2

Produzida entre a segunda metade dos anos setenta até o começo da década seguinte, cialis a carroçaria Veneza II era o carro-chefe da Marcopolo no segmento de ônibus urbanos, sales encontrando usuários por todo o país. Entre seus principais concorrentes figuravam carroçarias como Caio Gabriela e Ciferal Urbano.

Observe as coligadas da Marcopolo, como a Eliziário e a Nimbus, listadas no final da segunda página do folheto.

7 ideias sobre “Marcopolo Veneza II – Mercedes-Benz LPO-1113

    • Deve ter sido bacana, hein?! Na minha juventude, todo santo dia ia para a escola num LPO-1113, mas com carroçaria Ciferal, da finada CCTC de Campinas. No interiorzão ainda se vê Veneza II, sobretudo no transporte de trabalhadores rurais. Apesar de antigo, sem dúvida muito mais digno e seguro que andar nos infames “paus-de-arara” que mataram tanta gente inocente! Grato por seu comentário.

  1. UMA BOA TARDE….

    ULTIMAMENTE ANDO NUMA ONDA DE NOSTALGIA (deve ser a idade chegando….) E AI MEM VEM ESSA BELA IMAGEM ,ME REMETENDO A INFANCIA, LEMBRO QUE FOI NUM DESSES QUE ANDEI PELA PRIMEIRA VEZ SOZINHO DE ONIBUS, QUE APOS CHEGAR DA ESCOLA MINHA MÃE ME COLOCAVA PRA IR ATÉ A OFICINA QUE O PAI TRABALHAVA… AINDA ESTAVA EM LINHA NORMAL ,ERA MEADOS DA DECADA DE 90, FAZIA A LINHA DO SANTA CANDIDA ,AQUI NA REGIÃO DE COLOMBO, PELA VIAÇÃO SANTO ANTONIO, ONDE EU PEGAVA ERA UMA SUBIDA (é até hoje, ainda existe a linha, com algumas modificações) ,TEM UNS 300 mts ,E PARECEIA UMA ETERNIDADE ATÉ AQUELE LPO-1113 AZUL SUBIR SE ARRASTANDO ATÉ LA NO ALTO… SAUDADES HEIN

    • Amigo Reginaldo, que bacana!

      Aqui também temos excelentes lembranças dos LPO que nos levavam todo santo dia à escola.

      Quando você citou a subida, também me recordo que na Linha 3.60 da extinta CCTC, de Campinas, SP, que ligava o Jardim Proença ao Castelo, havia uma bela rampa com um ponto bem no meio. Alguns motoristas sacanas detonavam a embreagem e saíam em segunda. Uma judiação! Outros mais cuidadosos arrancavam em primeira, mas o degrau enorme de 8,98:1 para os quatro e pouco da segunda, faziam o carro parar, ou quase! Bons tempos.

      O fanatismo por estes carros me levava a anotar o número de frota deles todos os dias num caderninho especialmente reservado para este fim. Veja um deles aqui: http://3.bp.blogspot.com/-HH6jEqLIBKs/Tl0yKiE0hmI/AAAAAAAAAhk/rKZhVbSriiI/s1600/G6121_CCTC.JPG

      Abraço e grato por nos levar de volta à juventude!

      • BACANA O FATO…. INTERESSANTE É QUE PRATICAMENTE O AMIGO JA PREVIA O FATO DE UM FUTURO COM ESSAS HISTORIAS, E SE PRECAVEU EM ANOTAR OS FATOS….

        COMO DIZ UM AMIGO MEU, “QUEM NESSA VIDA NÃO TEM UMA HISTORIA QUE MESMO QUE INDIRETAMENTE NÃO ENVOLVA UM FUSCA ,UMA KOMBI ,ALGUM TIPO DE 1113 OU UM FORD F600…”

          • Estamos empatados. Além de ver aos montes nas ruas, do F-600 a única história foi o pedido de catálogo (na cara dura) no concessionário Ford de minha cidade. Ao contrário do trio citado, dos quais a memória carrega várias passagens pitorescas. De L-1113, rolou até uma viagem de 400 km até Piumhi, MG, para levar o trator MF 50X da família para o sítio. Com relação 6,857:1, o Mercedes toco não passava de 70 por hora, resultando numa longa jornada! Para encerrar, o motorista exausto caiu com a roda dianteira no vão de um mata-burro mineiro. Por sorte, nada aconteceu e descarregamos o 50X sem problemas, numa madrugada chuvosa de um verão qualquer… Boas memórias. Abraço e grato por me ajudar a lembrar desta viagem!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Complete a conta. *