Massey Ferguson 290 e 290/4 Álcool

MF 290 ALC 1 MF 290 ALC 2 MF 290 ALC 3 MF 290 ALC 4 MF 290 ALC 5 MF 290 ALC 6

Atendendo à solicitação de diversos amigos leitores e para auxiliar nas recentes e ricas discussões sobre motores diesel adaptados para o uso com etanol, ambulance cialis estamos compartilhando com você este bonito e detalhado catálogo da linha Massey Ferguson a álcool, compreendida pelos tratores 290, 290/4 e 290 especial para carregadeira de cana.

19 ideias sobre “Massey Ferguson 290 e 290/4 Álcool

  1. Curioso ver um distribuidor no lugar da Bomba, acredito que com essa baixa taxa de compressão e limitados giros, deviam ter uma durabilidade bem alta, salvo o carburador sofrendo com corrosão.

  2. Evandro, tudo bem?

    Tira uma duvida que eu tenho: Esses motores a álcool com governador, o combustivel é admitido via depressão no venturi do carburador ou é injetado diretamente antes da borboleta controlado pelo governador de rotações?

    Ex. A depressão do venturi “chupa” o combustivel, de acordo com o vácuo formado. O governador injeta, independentemente do vácuo formado na admissão?

    Abraços

    • Olá, amigo Daniel!

      Na verdade, o governador ficava entre o pedal de acelerador e a haste que acionava a borboleta do carburador, controlando o regime de rotação e carga do motor. No caso do trator a álcool do post, o governador permitia mudar o comportamento do carburador, no que se refere à carga e à rotação, tornando a resposta do motor similar à do Ciclo Diesel. Seu uso era análogo ao do motor diesel, onde se situava entre o pedal do acelerador e a bomba injetora.

      O recurso de se usar governadores em motores automotivos e agrícolas remonta aos anos 10. Na época, no caso dos caminhões, a ideia era limitar a velocidade entre 20 e 40 km/h, para que o veículo não “desmontasse”, num tempo em que as rodas eram maciças, as vias irregulares, e a vibração decorrente altíssima.

      Um grande abraço e grato pela interessante pergunta.

  3. Eu já sabia que o 4.236 teve versões com ignição por faísca na Europa, destinadas ao uso em empilhadeiras a gás e até algumas aplicações a gasolina, mas nunca imaginei que pudessem ter sido feitas versões a etanol para o mercado brasileiro.

      • Acho pouco provável que tenha sobrado algum, mesmo no setor sucroalcooleiro onde se poderia aplicar o etanol na ignição por compressão e ainda obter melhor rendimento, mas não duvidaria que um eventual remanescente possa aparecer com um botijão de gás de cozinha pendurado atrás como nas empilhadeiras…

        • Daniel, faz todo o sentido. Lembremos dos incontáveis Fordson que ainda trabalham por ai com o botijão dependurado de ponta cabeça num suporte improvisado, como você bem trouxe à tona. Grato por comentar.

          • Fordson trabalhando eu nunca vi, mas a uns anos atrás tinha um Agrale 4100 Industrial movido a GLP com motor Briggs & Stratton’s na Santa Casa daqui de Porto Alegre. A propósito: a uns dias atrás eu e um primo que mora no interior estávamos especulando a possibilidade de adaptar um trator para rodar com biogás num sistema de baixa pressão similar ao que se usava nos ônibus numa província da China com grandes reservas de gás natural, mas esse projeto ainda vai levar algum tempo antes de ser eventualmente implementado…

          • Daniel, curioso o Agrale 4100 com motor Briggs. Era adaptado, naturalmente? Este é raro, hein?

            Quanto à ideia do biogás, parece entusiasmante, especialmente com a (ainda lenta, mas promissora) disseminação dos biodigestores na zona rural.

            Obrigado por comentar.

          • Pelo que eu me lembre, o 4100 com motor Briggs não era adaptação. Já cheguei a ver a ficha técnica deles no site da Agrale a uns anos atrás, e num calendário de 2004 da própria Agrale tinha foto de um.

            Quanto ao biogás, é assunto para ser discutido e avaliado com uns parentes meus lá da fronteira. O filho de um primo do meu falecido avô já se mostrou bastante favorável aos biocombustíveis de um modo geral em uma conversa recente que tivemos pelo Facebook..

          • Gostaria muito de ver um 4100 assim equipado. Sonho em ter um dia ter terreninho na Serra da Bocaina para cavoucar com um 4100 ou um 4200. Se a grana permitisse, quiçá um MF 50X…rs!

  4. Seu glorioso blog continua excelente, não desanime jamais. Se possível gostaria que postasse um catálogo sobre as diferentes aplicações do Toyota Bandeirantes que vi quando garoto.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Complete a conta. *