MB 180 D Chassi Cabina – Maio de 1995

Corria o início dos anos noventa e no teatro dos comerciais leves, here o domínio do eterno VW Kombi e suas variantes parecia finalmente ameaçado com a chegada dos primeiros lotes de vans e furgões diesel sul coreanos, viagra capiteneados pela Kia Besta (ou “Best A”) e pela finada Asia Motors, com seu modelo Topic.

Eram um salto quântico em relação ao já idoso projeto do VW Tipo 2, mais conhecido por Kombi, ou simplesmente “Perua”, pelos mais antigos.

A Mercedes-Benz assistia às movimentações, observando tudo do alto de seus modelos que começavam com as abundantes e nem sempre necessárias 7 toneladas de capacidade de seu Mercedinho LN-2.

Havia uma oportunidade para a Estrela de Três Pontas descer para estas profundezas do segmento de 3.500 kg de PBT, por meio da exótica MB 180 D, na época o único Mercedes fabricado fora da Alemanha, exceto os modelos sãobernardenses.

Pausa. Volta ao tempo.

1954, Espanha. Países Bascos, cidade de Vitoria.

Lá, um grupo de empreendedores havia fundado naquele a Imosa, ou “Industria del Moto S.A.”, cujo intento era a fabricação de um furgão, modelo F 89 L, em parceria com a alemã Auto Union – sim, a mesma dos DKW montados pela Vemag.

Suas marcas registradas eram típicas de um genuíno DKW : tração dianteira, cabina avançada com posto do motorista sobre o eixo dianteiro, motor diminuto de dois cilindros e dois tempos, de 700 cilindradas e meros 21,5 cv de potência. Sua estrutura era tubular e a tração, como se podia imaginar, dianteira.

Em 1958, a Daimler-Benz comprou a Auto Union e as coisas começaram a mudar rapidamente. Um novo modelo apareceria nos anos sessenta. Denominado F 1000, tinha desenho do estilista italiano Fissore e opção de motor diesel.

Em meados dos anos sessenta, a Mercedes se livrou da Auto Union, passando seu controle para a VW, o que teve uma influência signifcativa na compra da Vemag pela filial brasileira da mesma, mas esta é outra história.

A fábrica de Vitoria passou a ser gerenciada pelas duas potências germânicas, Mercedes e VW, formando a partir da Imosa a nova Mevosa, abreviação estranha para “Compania Hispano Alemana de Productos Mercedes-Benz y Volkswagen S.A.” Em 1976 a VW foi excluida do negócio e a Mercedes passou a dominar a empresa.

Os primeiros modelos com estrela de três pontas surgiram em 1975, representados pelos N 1000 e N1300, antecessores dos MB 90 a 180, da primeira geração.

Em 1986 surgiu a nova geração, composta pelos modelos do MB 100 ao MB 180 D.

Projetada para disputar no concorrido e super populoso segmento europeu de 3,5 toneladas brutas, a nova família trazia o motor OM-616 diesel com pré-camara de combustão, com cilindrada de 2,4 litros, e modestos 75 cv a 4.400 rpm. De origem do automóvel 240 D, o motor tinha fama de indestrutível.

O DNA Auto Union continuava presente na cabina avançada, com enorme balanço dianteiro, no chassi tubular e na tração avante.

Foi com esta arma que a Mercedes brasileira resolveu ingressar faixa de mercado nunca antes disputada. A linha MB-180 encontrou seus primeiros lares no país a partir de 1993, permanecendo viva até 1996, quando o caminho já estava pavimentado para a chegada da elegante argentina Sprinter, para substituir a “quadradona” espanhola.

O modelo ilustrado neste post reflete um furgão de teto elevado, ano 1992, parte integrante de uma frota de dez veículos com tração elétrica, produzida para testes diversos na Europa.

(fonte: Divulgação Daimler)
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Suas marcas registradas eram típicas de um genuíno DKW : tração dianteira, cabina avançada com posto do motorista sobre o eixo dianteiro, motor diminuto de dois cilindros e dois tempos, de 700 cilindradas e meros 21,5 cv de potência. Sua estrutura era tubular e a tração, como se podia imaginar, dianteira.

Em 1958, a Daimler-Benz comprou a Auto Union e as coisas começaram a mudar rapidamente. Um novo modelo apareceria nos anos sessenta. Denominado F 1000, tinha desenho do estilista italiano Fissore e opção de motor diesel.

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Em 1958, a Daimler-Benz comprou a Auto Union e as coisas começaram a mudar rapidamente. Um novo modelo apareceria nos anos sessenta. Denominado F 1000, tinha desenho do estilista italiano Fissore e opção de motor diesel.

Em meados dos anos sessenta, a Mercedes se livrou da Auto Union, passando seu controle para a VW, o que teve uma influência signifcativa na compra da Vemag pela filial brasileira da mesma, mas esta é outra história.

A fábrica de Vitoria passou a ser gerenciada pelas duas potências germânicas, Mercedes e VW, formando a partir da Imosa a nova Mevosa, abreviação estranha para “Compania Hispano Alemana de Productos Mercedes-Benz y Volkswagen S.A.” Em 1976, a VW foi excluida do negócio e a Mercedes passou a dominar a empresa.

Os primeiros modelos com estrela de três pontas surgiram em 1975, representados pelos N 1000 e N 1300, antecessores dos MB 90 a 180, da primeira geração.

Em 1986 surgiu a nova geração, composta pelos modelos do MB 100 ao MB 180 D.

Projetada para disputar no concorrido e super populoso segmento europeu de 3,5 toneladas brutas, a nova família trazia o motor OM-616 diesel com pré-camara de combustão, com cilindrada de 2,4 litros, e modestos 75 cv a 4.400 rpm. Originário do automóvel 240 D, muito usado como táxi na Europa, Oriente Médio e África, o motor tinha fama de indestrutível.

O DNA Auto Union continuava presente na cabina avançada, com enorme balanço dianteiro, no chassi tubular e na tração avante.

Foi com esta arma que a Mercedes brasileira resolveu ingressar faixa de mercado nunca antes disputada. A linha MB-180 encontrou seus primeiros lares no país a partir de 1993, permanecendo viva até 1996, quando o caminho já estava pavimentado para a chegada da elegante argentina Sprinter, para substituir a “quadradona” espanhola.

O modelo ilustrado neste post reflete um furgão de teto elevado, ano 1992, parte integrante de uma frota de dez veículos com tração elétrica, produzida para testes diversos na Europa.

(fonte: Divulgação Daimler)
Na sequência, ambulance apresentamos as versões de carga do MB 180 D. Infelizmente estas antigas digitalizações, decease com que gentilmente fomos presenteados há anos, não têm a qualidade que desejávamos para nossos leitores.

Este primeiro post reflete o modelo Chassi Cabina.

20 ideias sobre “MB 180 D Chassi Cabina – Maio de 1995

    • Daniel, deve ser uma viatura muito divertida. E dá para fazer um monte de coisas interessantes nesta plataforma… Grato por comentar. Abraço, Evandro.

      • Uma das coisas que eu certamente faria se tivesse mesmo comprado a barca seria rodar com óleo de cozinha velho como combustível. Diga-se de passagem, passei a gostar do MB 180 quando vi um ambulância rodando com óleo vegetal misturado direto no tanque.

        • Impressionante! Acho que trocando óleo lubrificante com maior frequência e usando um sistema de filtragem adequado (talvez triplo), deve funcionar bem.

          • Num motor de injeção indireta não dá tanto problema relacionado à polimerização da glicerina em função das temperaturas operacionais mais altas, daí não tem tanto problema de contaminação do óleo lubrificante.

          • Daniel, seu comentário me faz lembrar uma tentativa de partida no inverno de Caxias do Sul, nos idos de 1999. O ator principal era um International 9200… Abraço.

  1. Ola Pessoal.

    Sou proprietario de uma MB180D VAN 14 LUGARES,comprei recentemente em meados de 2013,não estava em grande estado de conservação mas como sou mecanico especialista em injeção eletronica,resolvi encarar.
    Primeiramente parti a refazer toda a elétrica que é simples e prática,posteriormente suspenção completa,dai a retirar vazamentos de oleos e outros que existiam,freios e embreagem completos e interior piso e capa dos bancos a pintura ja tinha sido feito não muito grande coisa mas da pro gasto.
    Conclusão tenho viajado varias vezes distancias de 4000km e lhes digo excelente veículo forte economico e simples além disso o melhor motor fabricado pela mercedes pode passar de 1.000.000km sem retifica.
    O problema é como tudo infelizmente de muitos profissionais dizem que entende
    e não entende nada estragam o que esta bom e pioram a situação do que estava ruim,o veiculo é simples vc pode fazer tudo em sua casa se tiver algumas ferramentas.e em relação a peças não é dificil hoje tem muita peças por ai eu mesmo consigo qualquer peça mecanica para ela.
    Tenho o manual de serviço dela uma pena que esta em frances se alguem desejar me avise.
    Agradeços a todos e não se deichem levar por profissionais pilantra pois é o que mais temos por ai.

    • Amigo William, muito agradecido por seu interessante testemunho. Certamente vai ajudar outros proprietários de 180. Um abraço!

    • Pois é, o problema no Brasil são os trocadores-de-peça “especializados” em Kombi que se dizem mecânicos de van. Afinal, a série MB é boa, as peças não são assim tão impossíveis de conseguir, mas a má-vontade de muitos que se dizem profissionais do setor de reparação automotiva é o que faz esses veículos micarem no mercado. Bom para quem pode comprar uma a preço de banana e fazer tudo o que dói no bolso só de pensar em fazer com uma van mais nova…

  2. BOA NOITE….

    DE FATO A MB NÃO É UM CARRO QUE SE DEIXA LEVAR A “MERCE” DE ALGUNS QUEBRA CHAVE, EU MESMO ,PARTICULARMENTE, MESMO ESTANDO “A ALGUNS ANOS NESSA INDUSTRIA VITAL”, TENDO MAIS FACILIDADE COM MERCEDES ,NÃO ME ATREVO MUITO EM UMA MB SEM O APOIO DE QUEM CONHECE, NA CONCESSÃO ONDE TRABALHO, TEM UM DOS MECANICOS QUE NAS HORAS VAGAS , EM CASA ,TRABALHA MUITO COM MB E SPRINTER, MUITO RESPEITADO POR AQUI NA REGIÃO, E COM CERTEZA UM CONHECEDOR DO MODELO

    EM UMA DE NOSSAS CONVERSA ELE COMENTOU COMIGO O MESMO QUE O AMIGO WILLIAN COMENTOU, A MB É UM OTIMO CARRO, DE MANUTENÇÃO SIMPLES, POREM REQUER UM POUCO MAIS DA ATENÇÃO DO MECANICO, E NÃO DEIXA MUITO ESPAÇO PARA SOLUÇÕES MILAGROSAS, LEVANDO SEMPRE COM CUIDADO ,É UM VEICULO PARA UM BOM TEMPO

  3. Olá amigos ! Minha MB180 ficou pronta e fui buscar em Anápolis( 1.350km ) até Araruama-RJ. Estou precisando trocar o radiador. Alguém sabe onde conseguir( site). Gostaria de enviar fotos pra vcs, mas não estou conseguindo.

  4. Boa tarde, pessoal. Sou proprietário de uma MB-180 D/1996, CHASSI/BAÚ(12m³), trabalho com ela fazendo mudanças(PAPALÉGUAS MUDANÇAS) há 14 anos.
    Não tenho do que reclamar, peguei o carro com 320.000km, fiz o motor em 2007 com 420.000km(R$4mil), hoje está com 520.000km sem problemas. É o que eu digo, o veículo é um 1113, tem que andar a 80km/h, engatar 4a marcha a 60km/k e 3a marcha a 40km/h. É um veículo lento, não pode ter pressa. Já fiz viagens de 1.400km sem problemas, Macaé-RJ, Uberlândia-MG, Florianópolis-SC. É um carro pro dono andar, não daria na mão de empregados(andam com o pé embaixo). Faz 8km/l de diesel, temos uma F-350, faz 5km/l, a MB-180 é econômica. Tem que saber onde comprar as peças, se comprar na agência Mercedes fica caro(são importadas), tem que comprar no paralelo(casas especializadas em vans). O difícil é encontrar uma com a manutenção em dia, só tem bagaço por aí. Estou satisfeito com a minha. Só estou trocando a minha porque preciso de uma com o baú maior, preciso de uma camionte com 25m³ de baú, se alguém tiver interesse ou souber de alguma camionete com um baú maior gentileza entrar em contato: papaleguasmudancas1@gmail.com.

    • Caro Evandro, grato por seu excelente relato sobre a MB 180 D. Muito enriquecedor. Certamente ajudará outros amigos leitores. Um grande abraço e um ótimo 2015!

  5. Alguém sabe me dizer se a MB 180 D FURGÃO1995, no documento é CAMINHÃO OU CAMINHONETE? Aqui em SP não pode transitar com veículo CAMINHÃO no centro/SP, tem aqueles radares automáticos.

    Se for CAMINHÃO tem como mudar no documento para CAMINHONETE?

    Obrigado!

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