Mercedes-Benz L-2225 – Agosto de 1988

Este post é fruto de uma verdadeira rede de solidariedade, em prol da história dos caminhões Mercedes “Cara-Preta”, cujos últimos exemplares saíram da linha de montagem em fins de 1990.

Em atendimento ao pedido do nosso leitor George Costa, e graças ao amigo André Giori, colaborador frequente deste espaço, conseguimos este raro folheto do Mercedes L-2225, de 1988, originalmente enviado ao Giori, como gentileza por Paulo Henrique Lebedenco, editor do excelente site http://merce-denco.blogspot.com.br/, dedicado aos caminhões da marca.

O L-2225 era a combinação do trem de força do cavalo mecânico LS-1525, composto pelo motor OM-355/5 A turboalimentado e pela caixa ZF 4S 120 GP de oito velocidades, com a estrutura e eixos do conhecido L-2220. Como o foco era a cana-de-açúcar e a extração de madeira, somente era oferecido como L, não havendo versões LK, ou LB, como no 2220.

A produção do L-2225 começou em junho de 1989 e seguiu até dezembro de 1990, com 413 unidades produzidas, quando foi substituído pelo L-2325, da nova família HPN que estava nascendo. Em breve teremos post deste caminhão também, de novo, graças ao amigo Giori.

Agradecemos de coração ao André Giori e Paulo Henrique, por tornar possível o atendimento desta solicitação de um de nossos leitores.

Abraços, Evandro.

 

21 thoughts on “Mercedes-Benz L-2225 – Agosto de 1988

  1. Evandro meus parabéns pelo otimo trabalho. Aproveito a oportunidade para deixar a disposição de você todo o material postado no Blog Mercedenco. Acredito que só assim podemos conseguir resgatar a ampla memoria do Caminhão Antigo Brasileiro. Gostaria de ver a suas considerações a respeito do MB AGL L-2215 e 2216 6×4 com motor a alcool. Outro modelo que garimpo a muito tempo é o L-2017, irmão mais forte do L-2013 6×2, que foi um dos primeiros caminhões a sair trucado de fábrica.
    O L-2017 foi lançado também no final da década de 80 e vinha equipado com suspensão do tipo invertida igual aos modelos da família 22, 6×4.
    Um forte abraço ao amigo.

    • Amigo Paulo, eu é quem devo parabenizá-lo pelo seu excelente site, dedicado aos caminhões da Estrela! Está muito bom e cada dia melhor. Obrigado por disponibilizar todo o acervo. Eu digo o mesmo. Fique à vontade para corrigir eventuais imprecisões, já que o especialista em MBB é você.

      Quando ao L-2017, não tenho nada, além das estatítiscas de produção, que apontam 114 unidades montadas, entre maio e novembro de 1990. Causa perplexidade o fato de ter sido introduzido numa época em que as novas famílias HPN e FPN praticamente já haviam dominado a cena, com os AGL no seu crepúsculo. Faltam-nos estatísticas de vendas deste ano para certificar que o 2017 fora, de fato, vendido no mercado local. Nos dados de produção, aparecem muitos modelos exclusivos de exportação, montados como CKD, como os LP-1219, LP-1419 e LP-1517.

      Em nossas andanças, jamais tivemos a sorte de avistar um L-2017. Por acaso, amigo Paulo, tivera mais sorte que nós?

      Do ponto de vista de produto, um L-2017 fazia todo o sentido para a marca, pois a melhor opção para quem quisesse um Mercedes trucado era recorrer ao L-1517/1518, com terceiro eixo instalado externamente. Embora sua suspensão traseira tipo “Bogie” fosse inadequada para uso rodoviário, como no L-2013/2014, devido ao maior peso e a incapacidade de suspender o terceiro eixo, era o que a Mercedes dispunha na época, antes da ideia de terceirizar o tandem com a Suspensys (Randon), já nos tempos do L-1620 6×2.

      Apesar de não ter dados técnicos, podemos apostar que o L-2017 vinha com eixo de duas velocidades, o HL-5, como convinha a um trucado rodoviário.

      Deixemos aqui o pedido aos nossos leitores, que porventura tenham dados do raro L-2017 para dividir conosco.

      Outro assunto: você cita o L-2224 em seu site, certo? Andamos verificando as mesmas estatísticas de vendas da Anfavea, de 1985 a 1990, quando o último AGL saiu da linha de montagem, e não encontramos nenhum L-2224. Ao tempo em que se produzia o LS-1524, só havia o L/LK/LB-2220. Você teria alguma evidência da existência do L-2224?

      Por fim, outros modelos raros que buscamos dados são: LA-1314 e LA-1317. Teria algo a respeito?

      Em breve voltaremos com considerações sobre os modelos a álcool que você cita.

      Debate interessante e enriquecedor!

      Abraços,

      Evandro.

  2. Nobre amigo Evandro, primeiramente peço desculpas pela demora. Na noite do dia 23 de janeiro lhe enviei por e-mail algumas imagens do modelo L-2017 6×2.
    Quanto ao post a respeito da família 22 off road, constatei algumas imprecisões que foram muito bem destacadas pelo amigo. Ao elaborar o texto, na época tomei por base uma tabela de limites de PBT elaborada pelo Departamento de Estradas e Rodagem do Estado de São Paulo. Esta tabela arrolava o modelo L-2224 6×4. Após varias garimpagens não logrei êxito na busca de evidências da existência do modelo. Mesmo assim, com base na citada tabela acabei caindo na besteira de mencionar a respeito. Assim desde já peço desculpas a todos os amigo pela inconsistência.
    Outro fato curioso é que outra tabela de PBT, (desta vez a do DNIT) arrola os modelos L-2015, L-2016. Será que a informação procede Evandro?
    Quanto aos modelos LA-1314 e LA-1317, não tenho nada a respeito, mas prometo que vamos buscar material. Outra “Mosca Branca“ da MB foi o L-1319 AGL Cara-Preta da década de 80. Esse caminhão serviu de base para o desenvolvimento dos famosos motores MB OM-366 que anos mais tarde equipou os modelos da série HPN. Tenho uma imagem do modelo cedida pelo nosso grande amigo Giori.
    Estou terminando o trabalho de digitalização de um vasto material com propagandas de caminhões, revista Nossa Marca, manual dos motores OM-314 e OM-352, catalogo de peças do L-2213 6×4 e etc, que pretendo em breve estar disponibilizando aos amigos.
    Outro fato relevante Evandro é que não sou especialista em Mercedes-Benz. Na verdade sou um chato, curioso que vive enchendo de perguntas os especialistas do meio, como por exemplo os meus grandes amigos Anderson Dantas e Enrico Hyppolito. Da mesma forma destaco que tenho enriquecido muito minha cultura acerca do assunto através do site do Mestre Evandro Fullin. Assim sendo, mais uma vez fico muito grato por toda atenção que o Amigo tem nos oferecido.
    Abraços
    Paulo Henrique Lebedenco.

    • Estimado amigo Paulo, agradeço sua gentil colaboração e esclarecimentos. Concordo com seus comentários acerca dos modelos citados. Tenho tomado por base antigas tabelas de produção publicadas pela Anfavea, mas ainda assim há que se tomar cuidado com modelos produzidos exclusivamente para exportação. Vou pesquisar sobre o L-2015 e L-2016 nesta mesma fonte e te retorno breve.

      É gratificante contar com pessoas como você, meu amigo. Você faz um trabalho sério, meticuloso, de valor inestimável para os modelos da marca e para a história do caminhão brasileiro como um todo, já que a Mercedes há décadas figura no topo das vendas em nosso país.

      Também não sou especialista na história da marca, enquadrando-me na mesma categoria sua, desde moleque tentanto descobrir que diabos significava aquele tal número “mil cento e treze” que eu via, inocente, estampado nas laterais de tantos Mercedes azuis com terceiro eixo, que meu pai ultrapassava com seu Opala… Portanto, conto com sua ajuda para nos corrigir no que for necessário, sem constrangimento, em nome da verdade.

      Acho que juntos construiremos um bela perspectiva sobre esta riquíssima história dos caminhões no Brasil. Uma história muito contada, mas pouco escrita ou documentada.

      Com a ajuda dos amigos citados, Anderson e Enrico, pessoas de alto gabarito, que também tive o prazer de conhecer, este trabalho não só será mais prazeroso, como também preciso.

      Fiquemos em contato em prol desta nobre causa!

      Um fraterno abraço,

      Evandro.

  3. Evandro;

    Até hoje vi um unico LB 2225. era uma betoneira da empresa Concretex e me chamou a atenção pelo barulho forte que ela fazia. Faz bem uns 15 anos

    Quanto ao L-2017 para mim foi supresa: Certa vez vi um cara preta, amarelo e escrito 2017 mas podia jurar que era invenção do motorista.

    Abraços

    • Daniel, eu também nunca soube da existência, até o alerta de nosso amigo Paulo Henrique, que inclusive mandou fotos de um deles, ano 90, à venda. Vou tentar postar. Ademais, as estatísticas de produção da Anfavea atestam que o L-2017 de fato existiu. Abraço, Evandro.

  4. Evandro;

    Sobre os LA-1314 e 1317 eu tenho apenas ficha técnica contida no Manual do Proprietário que eu tenho de um L-2014 “cara preta”. Você tem interesse? Eu digitalizo caso queira!

    Abraços

    • Amigo Daniel, salve! Certamente tenho interesse, pois são caminhões produzidos em quantidade bem reduzida. Agradeço muito sua ajuda. Um abração, Evandro.

  5. Evandro,
    Riquíssimo debate. Estou a cada dia que passa aprendendo com vocês.
    Esse bate-papo nos enriquece e me deixa com mais energia para o trabalho. Acredito muito nessa permuta de informações.
    Costumo dizer que esse trabalho de pesquisas é uma verdadeira “garimpagem”. Em cada pesquisa que faço, conto sempre com a colaboração de dezenas de amigos que fui construindo no caminhar desse um ano e alguns meses de existência do Blog Mercedenco.
    Da mesma forma, conto contigo nessa empreitada para recontarmos a trajetória do caminhão antigo brasileiro. Que a semente aqui plantada germina e produza muitos frutos.
    Nas pesquisas que faço, sempre tenho guardado material de caminhões de outras marcas pensando no trabalho com os multimarcas. Tenho um bom material para ser digitalizado e que em futuro breve pretendo repassar a você.
    Costumo também sempre que possível guardar material dos modelos atuais. Assim sempre chamo atenção dos amigos… Pois o atual caminha para o rol dos antigos…
    Que Deus lhe abençoe grandemente. Um forte abraço.
    Paulo Henrique.

  6. SOU UM FÃ DA MARCA MERCEDES BENZ CAMINHOES, AGUEM DE VCS TEM ALGUM PORTIFOLIO COMPLETO DA MARCA DOS ANOS 70 E 80 ? SE TIVER COMO MANDAR AGRADEÇO POIS CADA DIA QUERO ENRIQUECER MEUS CONHECIMENTOS JUNTO A MERCEDES BENZ ! AQUELE ABRAÇO !

    • Caro Marcio, boa tarde! Seja bem-vindo. Este é um site dedicado aos fãs de caminhões antigos. Vamos providenciar o portfólio com todos os veículos Mercedes-Benz dos nos setenta. Recomendamos também uma visita ao nosso site parceiro, do amigo Lebedenco, no seguinte endereço: http://merce-denco.blogspot.com.br/. Obrigado pela visita e aguarde a postagem! Um abraço, Evandro.

  7. BOM DIA A TODOS…

    PRIMEIRAMENTE PARABENIZO A TODOS ENVOLVIDOS NESSE ACHADO,POIS O 2225 É UMA DAS RARIDADES DA MARCA,EU MESMO SO VI UM ATÉ HOJE,TRABALHANDO COMO MADEIREIRO,E MESMO VENDO PENSEI SER FRUTO DE UMA NOITE MAU DORMIDA…

    APROVEITANDO UM INTERESSANTE DEBATE EM UM OUTRO POST,RESOLVI DAR UMA PASSADA POR AQUI PRA COMENTAR DE MAIS UNS MODELOS RAROS,QUE PELAS MINHAS ANDANÇAS PELAS ENTRANHAS DA MARCA CONSEQUI ENCONTRAR

    FICA UMA DICA SOBRE O MODELO AXOR 2826,BASEADO NA PRIMEIRA EDIÇÃO DO 2831,TRAZIA OS EIXOS TRASEIROS HD-4,SEM REDUÇÃO,(QUE NO INICIO AINDA ERA PRESENTE E PAGANDO MICO NO 2831),MOTOR OM-926 POREM COM POTENCIA REDUZIDA,E O ENTRE EIXO ESPECIFICO PARA CAÇAMBA (este que não era presente no 2831)

    TAMBÉM OS MODELOS QUE FORAM PARA O MERCADO ARGENTINO,BASEADOS NOS LS-1630 E 1935,FORAM PARA “LOS HERMANOS ” COM AS SIGLAS L-LS 1633 E L-LS 1938,TRAZEM A SIGLA “L” POIS ERAM VENDIDOS TAMBÉM COMO CAMINHOES,OU SEJA,SOMENTE O CHASSI,SEM QUINTA RODA E COM ENGATE PARA REBOQUE (tipo julieta),ALÉM DE ALGUMAS MUDANÇAS NOS MOTORES

    A ALGUNS ANOS (e bota alguns hein…) TIVE CONTATO COM UM MODELO QUE PARECE HISTÓRIA DE PESCADOR,DAQUELAS “EU VI UMA SEREIA…”AS MAIS CABELUDAS…,POR ALGUMAS VEZES VI NUMA FABRICA DE CAL AQUI EM COLOMBO,UM MODELO L-2330,QUE ASSIM COMO O 2225,FOI UM MODELO QUE CRESCEU DE OUTRO…PELO QUE CONSEQUI VER,ERA UM 2325,BASEADO NO LS-1630,COM O MESMO MOTOR OM-449 LA,ESTE COM INTERCOOLER,A ACIXA PARECIA SER A MESMA DO 1630 UMA ZF 16S 130,E OS EIXOS TRASEIROS HD/HL 7,COM CUBO REDUTOR,SEGUNDO QUE FIQUEI SABENDO NA FABRICA DE CAL ESTE CAMINHÃO FOI VENDIDO PRO INTERIOR DE MINAS GERAIS,PROCUREI INFORMAÇÃO DESSE CAMINHÃO EM UM CURSO NA FABRICA,UMA SERIE EXPERIMENTAL,E QUE POUQUISSIMOS MODELOS (SE CHEGARAM A DEZENAS)…FORAM VENDIDOS A ALGUNS CLIENTES,E COM A SAIDA DO 2635 ESTE MODELO ACABOU SENDO OBSOLETO,POIS O 2325 CUMPRIA ESTE PAPEL,QUEM DERA EU TIVESSE UMA FOTO DA ÉPOCA…

    • Reginaldo, para variar, muito bons comentários! Aprendemos muito com eles!

      Quanto à nomenclatura argentina, naquele país os Mercedes costumavam ser identificados pela potência bruta (SAE), enquanto que por aqui, sempre se adotou a potência líquida (DIN, depois NBR), daí as diferenças. Nos tempos do venerável L-1113, este se chamava L-1114 por lá. Graças ao eixo com reduzida, inexistente no nosso, o pequeno “once-catorze” puxava 45 toneladas brutas com julietona de 3 eixos! Nem na reta se engatava a quinta, ficando o dia todo em quarta, a cerca de 40-45 km/h, se o vento ajudasse! Qualquer 1% de rampa e era “dona da casa” garantida.

      Quanto ao misterioso L-2330, apesar de fazer sentido para competir com o Cargo 2630 e o VW 26.300 que começavam a crescer, não encontrei nada nas estatísticas da Anfavea, entre 1990 e 2000, enquanto o L-2325 nascia e morria, assim como o L-2635 (e suas variantes).

      Mas quem procura, acha. E eu achei outro modelo misterioso, o L/LS-1945! Deve ser algum modelo de exportação, derivado do LS-1941. Já ouviu falar dele?

      Forte abraço.

  8. CARO EVANDRO…BOM DIA

    MUITO EXCLARECEDOR ESSE FATO DAS NORMAS SAE NA ARGENTINA,DE VERDADE,DESCONHECIA ESSE FATO,POR ISSO AS DIFERENÇAS QUE RODAM NA NOMECLATURA ATÉ MESMO DE OUTRAS MARCAS COMO A SCANIA POR EXEMPLO,E QUANTO AO 1113, OU 1114 PARA OS HERMANOS,ESSE FATO DO EIXO TRASEIRO COM REDUZIDA É VERDADE,E SOBRE SE ARRASTA COMA AS JULIETA,CHEQUEI E VER EM UMA VIAGEM COM MEU IRMÃO PRA ARGENTINA (meu tres irmãos são camioneiros,só eu escapei,por enquanto…) ,DAVA DÓ DE VER OS CABECINHA DE GATO SE ARRASTANDO…RACHEI DE RI COM O VENTO A FAVOR

    QUANTO AO 2330,NÃO ME ADMIRA,EU VOU DEIXAR ESSE CAMINHÃO N MINHA MEMORIA,NEM VOU TENTAR PROVAR QUE EXISTIU QUE VÃO ME TAXAR DE LOUCO.

    AGORA QUANTO AO L/LS 1945,ESSE PROVA QUE EU NÃO TO TÃO LOUCO ASSIM,NA ÉPOCA DO LANÇAMENTO DA SERIE HPN,NOS EXTRAPESADOS,EU,…(QUE AINDA TAVA SAINDO DOS CUEROS) JURAVA TER OUVIDO FALAR E VISTO UMA FOTO NA REVISTA O CARRETEIRO, QUE ERA MINHA PRINCIPAL LEITURA NA ÉPOCA,ERA PRA CONCORRER DIRETAMENTE COM A SCANIA R/T 143 H,COM MOTOR V8 DE 450 HP,MAS FICOU NISSO,NUNCA VI UM MODELO E NEN SEQUER MAIS UMA FOTO DO REFERIDO VEICULO,TAMBÉM FIQUEI NA SAUDADE SE O MOTOR ERA O MESMO OM-447 LA,OU JA USAVA OUTRO,TALVEZ UM V8,CMO VOCE MESMO DISSE,PODE TER SIDO ALGUM MODELO DE EXPORTAÇÃO…

    • Amigo Reginaldo,

      Grato por comentar!

      Não. Não vamos esquecer de pérolas como o 2330. Se você souber de algo mais, por favor informe. Estamos juntando material para escrever um livro sobre a história da Estrela (e das principais marcas também) e tudo que pudermos acrescentar vai tornar o trabalho mais completo como registro histórico para as futuras gerações.

      O mesmo se aplica ao 1945. Se achar a revista Carreteiro falando sobre ele, agradeço imenso!

      Nota: Apesar de lentas, as digitalizações continuam, ok?

      Um forte abraço.

      • OLA EVANDRO…QUALQUER INFORMAÇÃO TEREI PRAZER EM INFORMAR…

        QUANTO AS DIGITALIZAÇÕES,NÃO PRECISA PRESSA…

        PELA ATENÇÃO MUITO OBRIGADO…

        • Caro Reginaldo, bom dia! Obrigado. Estou um pouco lento, mas caminhando no trabalho. Espero devolver material breve. Abração.

  9. amigos,boa noite sou preprietário de um Mb l 2225 ano 1989 basculante,preciso da ajuda de alguém pois estou com um problema:Comprei uma julieta de cana que pesa 7,5 toneladas e tem capacidade para 15 t. no documento e a estou transformando em uma carreta prancha para transportar Escavadeiras hidráulica na faixa de 18 toneladas atrelada ao meu 2225 ( no mesmo esquema de romeu e julieta). o problema é que o CMT que consta no documento do meu caminhão é de 36 toneladas,ele pesa 11,4t. vazio.pois bem somando tudo dá 36.9 t. ou seja passa em balança leva multa e fica preso por excesso ou eu desvio delas,mas em uma reportagem do blog mercedenco (caminhões mbs antigos) estão afirmando que o cmt do L2225 é de 38 t. ou seja 2t. a mais do que consta no documento do meu,peço por gentileza que me enviem uma prova para eu poder entrar em um despachante e arrumar o que está errado no meu documento….
    motor e câmbio ele tem de sobra,visto que instalei um 449La de 300cv e um câmbio 16s165 com overdrive além de sua relação de diferenciais sair dos curtos,gastadores de óleo diesel e ultrapassados 7×41 aos modernos,econômicos e andadores 10×43.
    enfim o caminhão se tornou uma máquina de “colocar no bolso” Cargos e Volks traçados com potências entre 260cv e 320cv fácil,fácil no:arranque de lugares ruins,e o indispensável nos dias atuais:subir e andar muito bem..peço por favor que me mandem uma informação correta e concreta pois se meu documento estIver correto vou ter que vende-lô e ter que comprar um Mb 2325 ou 2635.
    muito obrigado a todos Noedes jr (11) 7723.1720

    • Caro Noedes, parabéns pela máquina! A melhor prova de que o caminhão pode operar com 38 toneladas de PBTC e 51 de CMT é o próprio folheto do post, uma literatura oficial da Mercedes-Benz. Infelizmente, este manual nós não temos para ajudar a confirmar estes valores. Boa sorte. Abraço

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