Sempre achei um abusrdo o que a Mercedes fazia em sua linha de caminhões traçados: O uso tanto do OM 352 quanto do 366 de aspiração natural não tracionavam os 6×4, requerendo o uso da reduzida.
O LK-2213 que tinhamos na Fazenda não tinha força suficiente para tracionar o veiculo carregado com 8m3 de terra. Isso lemrbando que o meu tinha coroa de 48 dentes…
Amigo Daniel, os Mercedes traçados com motores 352, ou 366 aspirados eram mesmo bastante críticos, quanto à capacidade de partida em rampa com carga. A reduzida de apenas 1,6:1 não dava conta do recado. Nos Dodge, Chevrolet, Ford e VW do mesmo período, apesar de também aspirados, tinham torque máximo em menor rotação e a ajuda da caixa de transferência ZF QT, cuja reduzida tinha nada menos de 2,38:1! Era outra pegada! Obrigado pelo comentário oportuno. Um abração, Evandro.
Sempre achei um abusrdo o que a Mercedes fazia em sua linha de caminhões traçados: O uso tanto do OM 352 quanto do 366 de aspiração natural não tracionavam os 6×4, requerendo o uso da reduzida.
O LK-2213 que tinhamos na Fazenda não tinha força suficiente para tracionar o veiculo carregado com 8m3 de terra. Isso lemrbando que o meu tinha coroa de 48 dentes…
Forte Abraco
Amigo Daniel, os Mercedes traçados com motores 352, ou 366 aspirados eram mesmo bastante críticos, quanto à capacidade de partida em rampa com carga. A reduzida de apenas 1,6:1 não dava conta do recado. Nos Dodge, Chevrolet, Ford e VW do mesmo período, apesar de também aspirados, tinham torque máximo em menor rotação e a ajuda da caixa de transferência ZF QT, cuja reduzida tinha nada menos de 2,38:1! Era outra pegada! Obrigado pelo comentário oportuno. Um abração, Evandro.