Dando sequência à postagem de ontem, troche hoje apresentamos a segunda parte do catálogo do L/LK-1513 e 1516, see presenteado pelo amigo Geremias Jonas Fernandes, pilule a quem muito agradecemos.
11 ideias sobre “Mercedes-Benz L/LK-1513 e 1516 – Julho de 1976 – Parte 2”
Junto com estes catálogos eu também enviei de outros modelos em inglês e alemão, e também enviei fotos de uma R-112H européia com faixa verde; não vejo a hora de vê-los publicados também
Uma das coisas mais bem boladas dos Mercedes 1513/1516 é o molejo traseiro. Ao mesmo tempo que é macio, ele aguenta muita sobrecarga, exatamente pelo comprimento dele.
Aqui onde moro tinha um caminhoneiro que andava com um 1516, sem terceiro eixo (mas reduzido), e que rodava sempre com 200 sacas de café (12 mil kg), como se estivesse vazio. Nada, nem o caminhão sentar, nem ficar torto, nadinha mesmo.
Já vi muitos caminhões adaptados com esse molejo. O mais comum é colocar no 1113, embora já tenha visto em um Ford F-7000. Eu mesmo cheguei a estudar a colocação desse molejo no meu F-11000. Na época era coisa de R$1800,00 (gastei R$1 mil para reforçar o molejo original), mas fiquei com medo de furar o chassis e condenar o caminhão.
Daniel, muito bem observado! Estes feixes de mola são realmente uma referência. Cansei de mostrar isso para engenheiros norte-americanos, na tentativa de alongar os feixes de molas dos caminhões de uma montadora em que trabalhei… São sobejamente superiores aos curtíssimos feixes usados (embora em número cada vez menor, substituídos por suspensões a ar) nos caminhões dos EUA, devido ao tapete que é seu sistema viário.
Além da capacidade que você bem notou, o conforto de marcha é incomparável. Este conceito motivou o alongamento das molas no Cargo Maxton 4331 S, por exemplo, uma iniciativa bem sucedida de se melhorar o cavalinho da Ford, frente ao fenômeno VW 18.310 “Air Cushion”.
O único inconveniente dos feixes longos é a maior rolagem em curvas, algo que americano não tolera e que os europeus remediam com barras estabilizadoras, abominadas na América do Norte.
ola Evandro gostei tanto desse site que desde que eu vi eu to lendo página por página pra saber mais sobre os nossos clássicos, não sei em que post mas vocês mencionaram a existência do Mercedes Clássico L-1418 (AGL) eu fiquei louco pra ver se esse modelo realmente existiu,na versão Bicuda (HPN) é mais fácil de ver tudo que eu achei foi isso http://static.commercialmotor.com/big-lorry-blog/US%20Merc%201418.jpg
Junto com estes catálogos eu também enviei de outros modelos em inglês e alemão, e também enviei fotos de uma R-112H européia com faixa verde; não vejo a hora de vê-los publicados também
Amigo Geremias, boa tarde! Vamos providenciar. Obrigado e um abraço.
sem dúvida esses bruto transportaram o Brasil nas (e ainda transportam) são dignos de respeito. Mercedes L-1113,1313,1513 Etc…a Scania “Jacaré” 111S.
Você está certo, Rafael. Grato por comentar. Abraço.
Uma das coisas mais bem boladas dos Mercedes 1513/1516 é o molejo traseiro. Ao mesmo tempo que é macio, ele aguenta muita sobrecarga, exatamente pelo comprimento dele.
Aqui onde moro tinha um caminhoneiro que andava com um 1516, sem terceiro eixo (mas reduzido), e que rodava sempre com 200 sacas de café (12 mil kg), como se estivesse vazio. Nada, nem o caminhão sentar, nem ficar torto, nadinha mesmo.
Já vi muitos caminhões adaptados com esse molejo. O mais comum é colocar no 1113, embora já tenha visto em um Ford F-7000. Eu mesmo cheguei a estudar a colocação desse molejo no meu F-11000. Na época era coisa de R$1800,00 (gastei R$1 mil para reforçar o molejo original), mas fiquei com medo de furar o chassis e condenar o caminhão.
Daniel, muito bem observado! Estes feixes de mola são realmente uma referência. Cansei de mostrar isso para engenheiros norte-americanos, na tentativa de alongar os feixes de molas dos caminhões de uma montadora em que trabalhei… São sobejamente superiores aos curtíssimos feixes usados (embora em número cada vez menor, substituídos por suspensões a ar) nos caminhões dos EUA, devido ao tapete que é seu sistema viário.
Além da capacidade que você bem notou, o conforto de marcha é incomparável. Este conceito motivou o alongamento das molas no Cargo Maxton 4331 S, por exemplo, uma iniciativa bem sucedida de se melhorar o cavalinho da Ford, frente ao fenômeno VW 18.310 “Air Cushion”.
O único inconveniente dos feixes longos é a maior rolagem em curvas, algo que americano não tolera e que os europeus remediam com barras estabilizadoras, abominadas na América do Norte.
Grato pelo rico comentário.
Abraço.
ola Evandro gostei tanto desse site que desde que eu vi eu to lendo página por página pra saber mais sobre os nossos clássicos, não sei em que post mas vocês mencionaram a existência do Mercedes Clássico L-1418 (AGL) eu fiquei louco pra ver se esse modelo realmente existiu,na versão Bicuda (HPN) é mais fácil de ver tudo que eu achei foi isso http://static.commercialmotor.com/big-lorry-blog/US%20Merc%201418.jpg
Grato por comentar. Abraço.
achei um site americano falando a respeito dos Mercedes que foi exportado pros EUA,lá eles chamam de L-series 1st generation inclusive o 1418 como o nosso amigo ai de cima disse http://www.trucksplanet.com/photo/mercedes_brazilia/l-series_old/l-series_old_k1.pdf
Excelente os comentários ténicos expostos no site, gostei muito, vcs poderiam comentar tambem o famoso 2013.
obrigado
Obrigado!! Sugestão anotada. Abraço.