Mercedes-Benz LPS-1520

Há algum tempo atrás, pharmacy sale nosso amigo Roberto Dias Alvares nos enviou uma coletânea de fotos de um caprichado Mercedes LPS-1520, em plena atividade.

Eis a mensagem que acompanhou as imagens:

“Evandro, boa tarde.

Este belíssimo Mercedes Benz 1520 6×2 super bem cuidado pertence ao Fabrício Primo de Uberlândia MG. Descobri que o bruto era dele pelo Facebook e entrei em contato.

Muito solícito, disponibilizou inclusive um vídeo do interior do caminhão.

Segundo o próprio Fabrício, a mecânica não é original. O motor é Scania 113 com 10 marchas.

Se achar interessante publicar as fotos do bruto no blog estão aí.

Ah, mais uma coisa. Em contato com o Fabrício, disse a ele que escreveria uma estória da estrada usando seu caminhão como personagem na trama.

A estória já ficou pronta e em breve envio ao blog.

Grato.

Roberto.”

Para maiores informações sobre o modelo, visite o link:

http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/catalogos-e-folhetos/mercedes-benz-caminhoes-catalogos/lp-321-331-1520/

Nota: além do conjunto propulsor Scania, dá para notar um parrudo eixo Mercedes HL-7 com redução nos cubos neste vetusto LPS-1520!

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17 ideias sobre “Mercedes-Benz LPS-1520

  1. Ola Evandro, muito bom mesmo oque posso dizer, sem palavras muito legal, ficou épico, se eu tivesse o dinheiro montaria um assim também.
    Abraços a você e parabéns ao dono.

  2. Boa tarde Evandro!
    Muito interessante este caminhão.
    Na verdade, o repotenciamento de caminhões sempre me interessou. Já havia visto Scania 140 trocar seu V8 por um seis em linha, FIAT 140 com ronco “muito 1113” e MB 1929 com mecânica Mercedes mais atual (1935 se eu não me engano). Mas este foi de longe o mais estranho, se é que dá para falar assim.
    Fico imaginando o trabalho para adequar os outros sistemas (direção, freios, a própria cabine, etc…) ao novo trem de força.
    Belo trabalho!

    • Amigo Jacob, deve ter sido um trabalhão este repotenciamento. Interessante notar que a vida de um caminhão parece ser interminável, com estas reformas e repotenciamentos. Além dos exemplos bem citados, vale lembrar também dos incontáveis Chevrolet e Ford com motores Mercedes OM-352, que substituíram os Chevrolet 261, Ford 272 V8, Perkins, Detroit, etc. Grande abraço.

    • Com tanto engine swap que nós vemos usando motores Mercedes-Benz, chega a ser até certo ponto irônico ver um caminhão Mercedes-Benz com motor de outra marca. Embora eu já tenha ouvido falar (mas nunca vi ao vivo) que muito AGL teve o motor original trocado pelo Cummins B5.9 do Ford Cargo.

      • Daniel, curioso mesmo. Parece até provocante, como foi o kit de repotenciamento Cummins Série C (6CT8.3 210) para Mercedes LS-1519 e L-2219 nos anos 80 e 90. Havia também um 6CTA8.3 240 para ônibus Mercedes O-364. Nunca vi 6BT5.9 em Mercedes AGL. Obrigado por comentar.

        • Amigo Evandro, numa de minhas centenas de viagens na boléia com meu pai quando era criança, lembro-me de ter visto um MB 1519 na cidade de Rio Verde – GO com um motor Cummins série C, e ao conversar com o motorista o mesmo disse que era de um Ford Cargo 3530 que era dele e havia sido perdido em um acidente. Me recordo claramente do espanto de todos que estavam no pátio aguardando para carregar ao ver aquele 1519 chegar tracionando uma carreta de três eixos.

          • Felipe, grato pelo relato. Na década de 80, a Cummins oferecia um pacote de repotenciamento com o Cummins 6CT8.3 de 210 cv usado nos VW 14.210 e 16.210. Porém com 6CTAA eu nunca tinha ouvido falar. Fico imaginando onde encontraram espaço para colocar o intercooler naquela casa de máquinas tão apertada! Um abraço.

    • Caro Eduardo, não sabemos das circunstâncias que levaram nosso amigo a optar pelo trem de força Scania, portanto fica difícil julgar à distância. No entanto, tecnicamente falando, você tem toda razão. Além disso, a “alma” Mercedes seria preservada de cabo a rabo. Um abraço e grato por comentar.

  3. UMA BOA NOITE….

    BEM OBSERVADO O EIXO TRASEIRO AMIGO EVANDRO, UM HL-7 COM SERIE DE CONTRUÇÃO DE ANTES DA SERIE 015, DA PRA PERCEBER ESSA DIFERENÇA PELAS TAMPAS DAS REDUÇÕES, AS DE ANTES DESSA SERIE ERAM DE FERRO FUNDIDO, ALGUMAS SERIES DEPOIS, A TAMPA JA APARECE EM AÇO ESTAMPADO,NA VERDADE A MUDANÇA É A REDUÇÃO POR COMPLETA, ESSA MUDANÇA DEXOU O EIXO TRASEIRO COM MENOS RUIDO, AQUELE CANTADO TIPICO DAS 1932/1933

    O EIXO DIANTEIRO DO BRUTO TAMBEM E DA 1935, UM VL-4/10 ,PARECE SER DA 1935 PELO DESENHO DOS CENTRANTES DOS CUBOS, NAS 1935 TINHA ESSES “GOMOS” NOS CENTRANTES, NAS 1933/1934, O CENTRO DO CUBO ERA LISO

    UM BELO CAMINHAO, BEM CONSERVADO ,NA MINHA OPNIÃO FICARIA MELHOR COM UM OM-447 LA, MAIS POR COMBINAR COM A MARCA… MAS O ENGENHO D ASCANIA AI EMBAIXO DO CAPO TAMBEM FICOU UMA MAQUINA….

    • Ahh, nada como ter um amigo especialista em Mercedes para notar estes detalhes sutis e enriquecer mais um post! Obrigado, Reginaldo por estar sempre conosco, adicionando valor a cada palavra!

      Quanto à motorização, em que pese meu enorme respeito ao Scania DS11, sem dúvida um 447 cairia melhor, mantendo a estrela de ponta a ponta! Mas sabe-se lá os motivos e as circunstâncias que levaram o amigo a optar um engenho “concorrente”.

      Um grande abraço.

  4. Evandro, bom dia.
    Fiquei feliz pelas fotos que enviei desse Mercedes com alma de Scania ter gerado tanto assunto. Apenas para complementar, quem quiser saber mais detalhes desse bruto, pode entrar no facebook do Fabrício Primo que é o proprietário. Existe também um grupo no facebook criado pelo Fabrício chamado Grupo das Relíquias Top. Nessas páginas do facebook tem inclusive vídeo mostrando essa máquina por dentro e eu garanto que se vocês virem vá se impressionar.
    Grande abraço

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