André, boa noite. Realmente eles sumiram das estradas. Como boa parte dos cavalos-mecânicos antigos, uma parcela significativa dos 1630 acabou recebendo terceiro eixo e caçamba basculante, operando nas obras das grandes cidades brasileiras. Grato pela interessante pergunta. Abraço.
É verdade mesmo tinha me esquecido desse detalhe muitos deles viraram caminhões basculantes eu li uma reportagem na revista TRANSPORTE MUNDIAL especialista em caminhões que falava justamente sobre isso essa revista e de fevereiro de 2006 agora me lembrei.
A reportagem dizia assim, Uma borracha no passado.
Amigo André, uma pena que nosso país, por questões culturais e econômico-financeiras, carece muito de memória. Os caminhões que resistem ao tempo acabam “atualizados” com componentes e emblemas emprestados de modelos mais novos, numa prática de gosto muito duvidoso. A prova disso são os Scania LK, por exemplo, cuja frota roda quase toda com faróis retangulares emprestados dos Scania T e R. Por sua vez, os Mercedes AGL cada vez mais exibem emblemas nas laterais do capô que são tudo, menos os bonitos originais… Grato por seus comentários. Abraço.
Além de estragar o caminhão tira toda beleza deles principalmente na questão de cores, emblemas listra e faróis e principalmente o mau serviço das oficinas e de doer sem contar a má vontade dos mesmos em fazer um bom trabalho.
É difícil hoje em dia as pessoas se preocuparem com originalidade e acima de tudo um excelente trabalho de restauração.
Ele sumiu das estradas de vez nunca mais vi gostaria de saber o porque,até o final dos anos 90 viamos muito deles.
André, boa noite. Realmente eles sumiram das estradas. Como boa parte dos cavalos-mecânicos antigos, uma parcela significativa dos 1630 acabou recebendo terceiro eixo e caçamba basculante, operando nas obras das grandes cidades brasileiras. Grato pela interessante pergunta. Abraço.
É verdade mesmo tinha me esquecido desse detalhe muitos deles viraram caminhões basculantes eu li uma reportagem na revista TRANSPORTE MUNDIAL especialista em caminhões que falava justamente sobre isso essa revista e de fevereiro de 2006 agora me lembrei.
A reportagem dizia assim, Uma borracha no passado.
Amigo André, uma pena que nosso país, por questões culturais e econômico-financeiras, carece muito de memória. Os caminhões que resistem ao tempo acabam “atualizados” com componentes e emblemas emprestados de modelos mais novos, numa prática de gosto muito duvidoso. A prova disso são os Scania LK, por exemplo, cuja frota roda quase toda com faróis retangulares emprestados dos Scania T e R. Por sua vez, os Mercedes AGL cada vez mais exibem emblemas nas laterais do capô que são tudo, menos os bonitos originais… Grato por seus comentários. Abraço.
Além de estragar o caminhão tira toda beleza deles principalmente na questão de cores, emblemas listra e faróis e principalmente o mau serviço das oficinas e de doer sem contar a má vontade dos mesmos em fazer um bom trabalho.
É difícil hoje em dia as pessoas se preocuparem com originalidade e acima de tudo um excelente trabalho de restauração.
Amigo André, tem toda razão. Um abraço.