Nós aqui também somos apaixonados por caminhões desde a infância. Primeiro empurrávamos um Mercedes LP-321 de madeira pela casa. Depois, aos 11 anos, iniciamos a coleção de catálogos que aos poucos está sendo postada neste site.
Não desista do seu sonho. Apesar das dificuldades, a profissão que você escolheu é essencial para a humanidade e sofre muito com a falta de bons profissionais. Os mais velhos estão se aposentando, e muitos dos jovens não querem saber de caminhão.
Caro amigo Evandro,obrigado pelo apoio para que eu tenha essa profissão quando crescer. Muitas pessoas falam para que eu desista,que essa vida não é boa,outros criticam… Mas se tem duas coisas que eu sei é que nós nunca podemos desistir dos nossos sonhos e que sem os caminhoneiros o Brasil pára…Sem os caminhoneiros nós não teríamos comida na mesa. Os caminhões que você posta em seu blog a maioria é do tempo em que dava orgulho em dizer que o cara era chofer de caminhão(é o que meu pai fala pelo menos).Hoje o caminhoneiro sofre muito descaso e infelizmente muitos jovens não querem mais ser motorista de caminhão.Mais uma vez,muito obrigado pelo apoio!
Vi um comercial na TV Ontem do novo ford cargo pesado com tração maxima de 56 ton, e nesse folheto ai diz que esse MB 1934 pode puxar até 70 Ton maxima! Realmente um grande caminhao, mercedes bez sempre será soberano!
Rafael, nada a ver uma coisa com a outra. O LS1934 com CMT de 70 toneladas não duraria seis meses. Seu motor já sofria com o PBTC de 45 ton, com frequentes superaquecimentos e engripamentos de cilindros. O OM-355/6-LA estava além de seu limite com 326 cv. Quanto ao Cargo, o limite de 56 toneladas é para o PBTC, ou seja maior que o do Mercedes referido. E também não vai além para não colocar seu pequeno motor Iveco de 10,3 litros em risco, similar ao que aconteceu com os NGD 9.3 litros International que equipavam os VW 25.370. Grato por comentar. Grande abraço.
Evandro, a pior cagada dos engenheiro da MB foi ter colocado potencia de mais no motor OM-355/6, deveria ter parado no LS 1929, pois tenho uma e esta comigo faz mais de 17 anos, rodei com este motor o equivalente a 1.200.000 km, algo inacreditável com um motor que era mal visto pela grande maioria. Tenho essa “Terezona” ate hoje aqui comigo, já me tirou do buraco varias vezes e hoje graças a ela e minha força de vontade consegui montar uma transportadora, estou hoje com 8 conjuntos e 2 truck’s e a “Tereza” fica aqui no pátio, para manobras e de vez em quando para algumas viagens quando preciso parar algum veículo para manutenção, LS 1929 um excelente caminhão!
Caro André, grato pelo relato. Seu comentário faz todo o sentido, pois o OM-355/6 além de 300 cv estava claramente além de seus limites mecânicos e térmicos. Ficaríamos muito honrados em publicar aqui as fotos de sua heroica “Terezona”! Parabéns pelas conquistas e pela frota! Abraço e conte conosco.
Esse caminhão, sem dúvida, foi o modelo mais belo feito no Brasil. Até hj, nenhum outro supera, em minha opinião. Tem jeitão de “fórmula truck”, além de carregar todo o estilo de design característico de automóveis esportivos da década de 80. Pena não existir nenhum exemplar totalmente original como este da foto, apenas modelos “acabados” pelo tempo…..
Caro Alex, uma pena mesmo! Assim como para o LS-1934, lamentável que o mesmo se aplica a outros caminhões antigos brasileiros. Um abraço e grato pelo comentário.
Muita gente fala mau do trabalho de caminhoneiro e geralmente pessoas que se dizem instruídas ,diplomadas e muitas outras eles esquecem que tudo vem pelo caminhão inclusive aquilo que ele come na mesa, muitos desses não vale nem o que comem. Por isso eu prefiro mil vezes ser um caminhoneiro do que que ser um diplomado que rouba e escraviza o povo. É evidente que existem os maus caminhoneiros mas não vamos jogar a classe no lixo por causa desses.
Então eu digo antes caminhoneiro do que ladrão.
Caro Evandro, o comentário do Rafael Faust e sua resposta me trouxeram uma questão: Os Mb 1935 e 1938 possuem CMT de 80 toneladas, enquanto os 1634 e 1635 possuem 50 toneladas de CMT. Tenho duas suposições para esta capacidade menor:
1) A MB divulga uma CMT menor que a real para não “canibalizar” as vendas dos Axor;
2) A MB divulga uma CMT menor que a real para pagar menos tributação, de forma similar ao que as montadoras de carros faziam nos anos 80 e 90, divulgando uma potência menor que a real dos motores;
Alguma destas suposições faz sentido? Grato desde já.
Vinícius amigo, grato por comentar. Acredito que a primeira hipótese faz mais sentido. A Mercedes talvez não queira ver o 1635 trucado, puxando bitrens, nem tampouco vanderleias, ambos mercados natos para a linha Axor e Actros. O 1635, assim como o precursor 1634, é um caminhão voltado ao segmento de semirreboques de 3 eixos e, portanto, a CMT de 50 toneladas é mais que suficiente. Um abraço.
Vinícius, outra possibilidade são os requisitos legais de frenagem. Até há alguns anos (preciso averiguar se ainda está valendo), durante a homologação de freios de estacionamento requer que o veículo seja capaz de se manter imóvel numa rampa de x% com CMT (ou PBTC, de novo não me recordo exatamente). Como o 1635 e seu antecessor têm área de frenagem menor na traseira (e na dianteira) este pode ser o fator técnico limitante. Grato.
deverian continuar a frabricar mais mercedes 1932 e 1933 e 1934 sao cavalo mecanico muito bom eu tenho um 1933 e nao tenho nada a me queixar muito bom
Orlando, boa tarde! Grato pela visita e por comentar. Um abraço, Evandro.
Tenho 12 anos.Quando crescer vou ser carreteiro e vou dirigir um mb 1934. Sou apaixonado em caminhoes Mercedes Benz!
Julio amigo, que bacana!
Nós aqui também somos apaixonados por caminhões desde a infância. Primeiro empurrávamos um Mercedes LP-321 de madeira pela casa. Depois, aos 11 anos, iniciamos a coleção de catálogos que aos poucos está sendo postada neste site.
Não desista do seu sonho. Apesar das dificuldades, a profissão que você escolheu é essencial para a humanidade e sofre muito com a falta de bons profissionais. Os mais velhos estão se aposentando, e muitos dos jovens não querem saber de caminhão.
Conte conosco no que precisar.
Boa sorte e um abraço!
Caro amigo Evandro,obrigado pelo apoio para que eu tenha essa profissão quando crescer. Muitas pessoas falam para que eu desista,que essa vida não é boa,outros criticam… Mas se tem duas coisas que eu sei é que nós nunca podemos desistir dos nossos sonhos e que sem os caminhoneiros o Brasil pára…Sem os caminhoneiros nós não teríamos comida na mesa. Os caminhões que você posta em seu blog a maioria é do tempo em que dava orgulho em dizer que o cara era chofer de caminhão(é o que meu pai fala pelo menos).Hoje o caminhoneiro sofre muito descaso e infelizmente muitos jovens não querem mais ser motorista de caminhão.Mais uma vez,muito obrigado pelo apoio!
Vi um comercial na TV Ontem do novo ford cargo pesado com tração maxima de 56 ton, e nesse folheto ai diz que esse MB 1934 pode puxar até 70 Ton maxima! Realmente um grande caminhao, mercedes bez sempre será soberano!
Rafael, nada a ver uma coisa com a outra. O LS1934 com CMT de 70 toneladas não duraria seis meses. Seu motor já sofria com o PBTC de 45 ton, com frequentes superaquecimentos e engripamentos de cilindros. O OM-355/6-LA estava além de seu limite com 326 cv. Quanto ao Cargo, o limite de 56 toneladas é para o PBTC, ou seja maior que o do Mercedes referido. E também não vai além para não colocar seu pequeno motor Iveco de 10,3 litros em risco, similar ao que aconteceu com os NGD 9.3 litros International que equipavam os VW 25.370. Grato por comentar. Grande abraço.
Evandro, a pior cagada dos engenheiro da MB foi ter colocado potencia de mais no motor OM-355/6, deveria ter parado no LS 1929, pois tenho uma e esta comigo faz mais de 17 anos, rodei com este motor o equivalente a 1.200.000 km, algo inacreditável com um motor que era mal visto pela grande maioria. Tenho essa “Terezona” ate hoje aqui comigo, já me tirou do buraco varias vezes e hoje graças a ela e minha força de vontade consegui montar uma transportadora, estou hoje com 8 conjuntos e 2 truck’s e a “Tereza” fica aqui no pátio, para manobras e de vez em quando para algumas viagens quando preciso parar algum veículo para manutenção, LS 1929 um excelente caminhão!
Caro André, grato pelo relato. Seu comentário faz todo o sentido, pois o OM-355/6 além de 300 cv estava claramente além de seus limites mecânicos e térmicos. Ficaríamos muito honrados em publicar aqui as fotos de sua heroica “Terezona”! Parabéns pelas conquistas e pela frota! Abraço e conte conosco.
Esse caminhão, sem dúvida, foi o modelo mais belo feito no Brasil. Até hj, nenhum outro supera, em minha opinião. Tem jeitão de “fórmula truck”, além de carregar todo o estilo de design característico de automóveis esportivos da década de 80. Pena não existir nenhum exemplar totalmente original como este da foto, apenas modelos “acabados” pelo tempo…..
Caro Alex, uma pena mesmo! Assim como para o LS-1934, lamentável que o mesmo se aplica a outros caminhões antigos brasileiros. Um abraço e grato pelo comentário.
Muita gente fala mau do trabalho de caminhoneiro e geralmente pessoas que se dizem instruídas ,diplomadas e muitas outras eles esquecem que tudo vem pelo caminhão inclusive aquilo que ele come na mesa, muitos desses não vale nem o que comem. Por isso eu prefiro mil vezes ser um caminhoneiro do que que ser um diplomado que rouba e escraviza o povo. É evidente que existem os maus caminhoneiros mas não vamos jogar a classe no lixo por causa desses.
Então eu digo antes caminhoneiro do que ladrão.
André, estamos 100% de acordo. Em toda classe, o que cria a má fama é a “meia dúzia de maçãs podres” no meio de tanta fruta boa… Abraço.
ola amigo, um feçiz 2015 ha vc e familia ok? muito bonito este folder do 1934 ,vc teria algum material do 1934 para vender amigo? obrigado, paulo.
Caro Paulo Roberto, tenho apenas um folder do LS-1933 que posso vender. O preço é de R$ 100,00 mais postagem, com pagamento via depósito bancário.
Ele é idêntico ao postado aqui:
http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/catalogos-e-folhetos/mercedes-benz-caminhoes-catalogos/agl/agl-cara-preta/ls-1933/
Obrigado.
Caro Evandro, o comentário do Rafael Faust e sua resposta me trouxeram uma questão: Os Mb 1935 e 1938 possuem CMT de 80 toneladas, enquanto os 1634 e 1635 possuem 50 toneladas de CMT. Tenho duas suposições para esta capacidade menor:
1) A MB divulga uma CMT menor que a real para não “canibalizar” as vendas dos Axor;
2) A MB divulga uma CMT menor que a real para pagar menos tributação, de forma similar ao que as montadoras de carros faziam nos anos 80 e 90, divulgando uma potência menor que a real dos motores;
Alguma destas suposições faz sentido? Grato desde já.
Vinícius amigo, grato por comentar. Acredito que a primeira hipótese faz mais sentido. A Mercedes talvez não queira ver o 1635 trucado, puxando bitrens, nem tampouco vanderleias, ambos mercados natos para a linha Axor e Actros. O 1635, assim como o precursor 1634, é um caminhão voltado ao segmento de semirreboques de 3 eixos e, portanto, a CMT de 50 toneladas é mais que suficiente. Um abraço.
Vinícius, outra possibilidade são os requisitos legais de frenagem. Até há alguns anos (preciso averiguar se ainda está valendo), durante a homologação de freios de estacionamento requer que o veículo seja capaz de se manter imóvel numa rampa de x% com CMT (ou PBTC, de novo não me recordo exatamente). Como o 1635 e seu antecessor têm área de frenagem menor na traseira (e na dianteira) este pode ser o fator técnico limitante. Grato.