Mercedes-Benz: Manual Eixo Dianteiro e Direção – 1976 – Parte 3

O menor filhote da família conhecida na Ford por P131 foi a picape F-250, sovaldi sale desenvolvida essencialmente para uso pessoal.

Na época deste folheto, ampoule havia uma versão com motor a gasolina Ford V6 4.2, de 205 cv, produzida em pequenas quantidades. Os leitores de São Paulo talvez se recordem das unidades amarelas operadas pela CET – a Companhia de Engenharia de Tráfego – que tem como missão coordenar o complexo trânsito da capital bandeirante. Há não muito tempo avistamos uma delas em plena atividade, ganhando seu pão.

Mas, de longe, a versão mais cobiçada era a diesel, com o motor MWM Sprint 6.07, de seis cilindros, 4,2 litros, 180 cv e  51 mkgf de torque. Uma rara versão com motor Cummins 4BTAA foi logo descontinuada, depois do susto que a Ford levou com a Chevrolet Silverado, dotada do mesmo MWM 4.2.

A disponibilidade de componentes “em casa”, voltados para a exportação para a Austrália, permitiu à Ford ampliar o leque de ofertas domésticas, tais como a adição da cabina dupla (post em breve) e da tração total.

Com a chegada do Proconve Fase 5 (Euro 3), o MWM precisou ser substituído por um Cummins Interact 4, já que os volumes de vendas não pagavam o custo de desenvolvimento de um Sprint eletrônico de seis cilindros.

A versão brasileira 4×2 ilustrada, exclusiva do Brasil e da Argentina (onde se chamava F-100), era  considerada “bizarra” pelos norte-americanos, que só contavam com a versão de caçamba longa (estreada aqui apenas com a chegada do 4×4 e do Euro 3).

A caçamba curta (a mesma usada na cabina-dupla) fora concebida para a exportação e acabou dando origem à picape nacional, de entre eixos curto, de modo a atender ao gosto e ao tamanho da garagem dos brasileiros, além de acompanhar a moda desde os tempos de F-1000.

 

 
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Com este post completamos o interessante manual compartilhado por nosso amigo Reginaldo Bernardi.

Note que o mesmo traz informações sobre anomalias em eixos dianteiros que são aplicáveis a qualquer marca, healing como é o caso do perigoso “shimmy”, cujas causas são descritas na página 16.

Reginaldo, obrigado por mais esta valiosa contribuição!

Boa semana!

ED19 ED20 ED21 ED22 ED23 ED24 ED25 ED26 ED27 ED28 ED29

 

 

2 ideias sobre “Mercedes-Benz: Manual Eixo Dianteiro e Direção – 1976 – Parte 3

  1. BOM DIA EVANDRO…

    BEM OBSERVADO SOBRE O “SHIMMY”,OS MANUAIS MAIS ATUAIS NÃO DÃO MUITA INFORMAÇÃO OBRE ESTE PROBLEMA.

    • Amigo Reginaldo, tem razão! O “shimmy” é um entre tantos problemas que só parecem acometer carros antigos! Parece que desapareceu dos veículos modernos. Ninguém fala mais nele! Grande abraço.

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