Mercedes-Benz: Manual Eixos Traseiros Médios e Pesados – 1976 – Parte 2

Lançado em 1979, sickness o Fiat 120 representava uma nova opção da Fiat Diesel no mercado de médios, cialis em adição ao Fiat 140, melhor posicionando a marca frente a concorrentes como o Mercedes L-1113.

A versão N3 ilustrada tinha entre eixos normal (daí o “N”), de 4.500 mm, e vinha equipada com terceiro eixo de fábrica (“3”), com PBT de 19 toneladas.

Assim como o Mercedes trucado de fábrica da época, L-2013, o caminhão Fiat também padecia por não oferecer um eixo traseiro com reduzida, o que lhe garantia um desempenho limitado em rampas, com apenas 20% de capacidade, considerando o eixo mais reduzido, com o qual a velocidade máxima chegava a somente 76 km/h.

A cabina avançada com para-brisa amplo, com três limpadores, não era basculável, de modo que o acesso ao motor era assegurado por tampa removível no interior da mesma. Aliás, seu propulsor era um de seus destaques. Com nada menos que 8,1 litros, o Fiat 8.360 de 8,1 litros, tinha  a mesma potência que os Mercedes OM-352, de 130 cv, mas com a vantagem da rotação governada de 2.400 rpm, 400 a menos que o concorrente de 5,7 litros. No torque, graças à cilindrada, o Fiat também vencia o Mercedes com galhardia, oferecendo 41 mkgf a apenas 1.400 rpm, contra 37 mkgf a 2.000 rpm.

Infelizmente, o Fiat 120 foi mal compreendido pelo mercado, e padeceu sem ao menos ameaçar a liderança da Mercedes. Em 1983, a Iveco, sucessora da Fiat Diesel, abandonava o mercado, para voltar somente em 1997.

 
Lançado em 1979, and o Fiat 120 representava uma nova opção da Fiat Diesel no mercado de médios, em adição ao Fiat 140, melhor posicionando a marca frente a concorrentes como o Mercedes L-1113.

A versão N3 ilustrada tinha entre eixos normal (daí o “N”), de 4.500 mm, e vinha equipada com terceiro eixo de fábrica (“3”), com PBT de 19 toneladas.

Assim como o Mercedes trucado de fábrica da época, L-2013, o caminhão Fiat também padecia por não oferecer um eixo traseiro com reduzida, o que lhe garantia um desempenho limitado em rampas, com apenas 20% de capacidade, considerando o eixo mais reduzido, com o qual a velocidade máxima chegava a somente 76 km/h.

A cabina avançada com para-brisa amplo, com três limpadores, não era basculável, de modo que o acesso ao motor era assegurado por tampa removível no interior da mesma. Aliás, seu propulsor era um de seus destaques. Com nada menos que 8,1 litros, o Fiat 8.360 de 8,1 litros, tinha  a mesma potência que os Mercedes OM-352, de 130 cv, mas com a vantagem da rotação governada de 2.400 rpm, 400 a menos que o concorrente de 5,7 litros. No torque, graças à cilindrada, o Fiat também vencia o Mercedes com galhardia, oferecendo 41 mkgf a apenas 1.400 rpm, contra 37 mkgf a 2.000 rpm.

Infelizmente, o Fiat 120 foi mal compreendido pelo mercado, e padeceu sem ao menos ameaçar a liderança da Mercedes. Em 1983, a Iveco, sucessora da Fiat Diesel, abandonava o mercado, para voltar somente em 1997.

FIAT 120 1 FIAT 120 2
Nosso amigo Bruno Camargo, viagra a quem agradecemos a gentileza, capsule  nos enviou este anúncio da linha Scania para 1982, pill
incluindo caminhões, ônibus e motores.

Linha 1982
Hoje completamos a postagem do referido manual, viagra trazido até nós como gentileza do amigo Reginaldo Bernardi.

Algumas páginas não seguem a numeração sequencial, pois eram encartes adicionados ao conteúdo original.

Uma destas páginas, a 55B, trazia uma curiosidade: o eixo HL-1/5 do Mercedinho. Para quem, como nós, imaginava que o 608D sempre tivesse tido eixo HL-2/5, eis uma novidade…

Como já citado, estes raros manuais pertenceram ao seu pai do Reginaldo, a quem rendemos nossa homenagem e gratidão!

Obrigado aos amigos Bernardi.

ET 11 ET 12 ET 13 ET 14 ET 15 ET 16 ET 17 ET 18 ET 18A ET 55B

 

4 ideias sobre “Mercedes-Benz: Manual Eixos Traseiros Médios e Pesados – 1976 – Parte 2

  1. AMIGO EVANDRO,FICO MUITO GRATO POR SEUS COMENTARIOS…

    BEM OBSERVADO SOBRE O EIXO DOS L-608,CONFESSO QUE EU PASSEI LOTADO POR ESSA INFORMAÇÃO…

    SO POR QUESTÃO DE COMENTAR,OS VALORES APRESENTADOS NO MANUAL,PODEM SER USADOS ATÉ NOS EIXOS ATUAIS,PRATICAMENTE NADA MUDOU,COMO POR EXEMPLO O SISTEMA DO HL-5/Z AQUI APRESENTADO,É O MESMO QUE SE USA NOS DIAS ATUAIS NOS ATEGO,ATRON,NOS 1620 E DEMAIS,O MESMO VALE NO HL-4 E 7,TALVES ALGUMA PEQUENA DIFERENÇA POR MUDANÇA DE MATERIAL USADO,MAIS NADA DE GRANDE IMPORTANCIA…

    • Reginaldo, grato por suas palavras.

      Elas me fizeram lembrar de um mecânico da rede que comentou que a MB é bastante conservadora e só muda quando absolutamente necessário. Acho que ele tinha razão e isso ratifica seus comentários. “Não há que se mexer em time que está ganhando”, como se costuma dizer por aí.

      Aliás, o mesmo mecânico comentou sobre a robustez do Mercedinho, enquanto trocava o retentor de roda traseiro do motor-home de meu finado pai. Ele dizia que os componentes do 608 D eram uma miniatura daqueles usados nos modelos maiores. Acho que ele tinha razão de novo, pois viajamos centenas de milhares de quilômetros com ele, com apenas trocas de itens de desgaste. Maquininha confiável esta.

      Abração.

  2. É EVANDRO,EU POSSO CONFIRMAR O QUE O MECANICO LHE FALOU,AS VEZES PODE SE APRIMORAR A MESMA PEÇA,MAS A BASE É A MESMA,O QUE POR UM PONTO É BOM,POIS VOCE PODE TER PEÇA DE REPOSIÇÃO PARA OS MODELOS MAIS ANTIGOS POR ANOS…

    E QUANTO A DURABILIDADE DO 608 QUE VOCE COMENTOU,…PROCEDE,EXISTE UMA QUE SE UMA AUTO PEÇAS ABRISSE SÓ PRA VENDER PEÇA DE 608 ,1113, 1513 E 1313, O DONO IRIA PASSAR FOME…EU CONHEÇO UM VENDEDOR DE PEÇAS DA REDE,QUE CERTA VEZ NUMA CONVERSA ME COMENTOU QUE EM 23 ANOS NO RAMO DE AUTO PEÇAS,TANTO CONCESSIONARIA COMO NO PARARELO (que é como se chama as auto peças nas concessionarias) NUNCA VENDEU UMA PEÇA PRA DIFERENCIAL DE 608,…TANTO QUE TEM MUITO RODANDO POR AI ATÉ HOJE PRATICAMENTE ORIGINAL…

    • Reginaldo, já ouvi a mesma coisa sobre o 608 D em outros concessionários por que passamos ao longo de nossas viagens! Estas maquininhas têm mesmo ótima reputação. Grande abraço.

Comentários encerrados.