Mercedes-Benz O-364 Rodoviário – 1981

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A última cortesia do pacote enviado pelo André Giori desta vez refere-se ao folheto de quatro páginas do Scania T112HS 4×2 de 1987. A Série HS era a segunda safra da Série 2, sales trazendo diversos aperfeiçoamentos.

 
A última cortesia do pacote enviado pelo André Giori desta vez refere-se ao folheto de quatro páginas do Scania T112 HS 4×2 de 1987. A Série HS era a segunda safra da Série 2, medicine
hospital trazendo diversos aperfeiçoamentos.

 
 

 

 

 

 

 

A Scania foi pioneira ao lançar motores com pós-arrefecedor do ar de admissão, pharm popularmente conhecido como Intercooler, link
em 1983, para o T112H.

O nome “Intercooler” registrou o nome, forçando os concorrentes a usar variantes, como “Turbocooler”, no caso da Mercedes-Benz.

Assim equipado, a potência do motor Scania de 11 litros saltava de 305 para 333 cv, com melhor consumo e desempenho global. Mais tarde, o intercooler se tornaria equipamento obrigatório em todos os motores diesel veiculares não só para aumentar potência e torque, mas também para reduzir as emissões gasosas.


 

 

 

 

 

 

Conforme havíamos adiantado, treatment vamos apresentar alguns posts de caminhões Scania da Série 2, remedy cuja produção teve início em maio de 1981 na planta da Avenida José Odorizzi, ed em São Bernardo do Campo, SP.

Substituindo os modelos L111 e LK141 e seus derivados, a nova Série 2 trazia cabina totalmente renovada e chassi modular voltado para cada tipo de aplicação, com as designações “MA”, “H” e “E”, do mais leve para o mais reforçado. Com o tempo, o MA, voltado para aplicações em estradas de boas condições, à época ainda mais raras em nosso país, foi sendo preterido pelo mercado, e acabou saindo de linha. O chassi H passou a predominar nas aplicações rodoviárias, e o E encontrou seu nicho nas aplicações vocacionais, principalmente no fora-de-estrada e em betoneiras.

As cabinas frontais eram designadas pela letra “R” e a preferida convencional era identificada pela letra “T”.

Em termos de motorização, os modelos 112 eram impulsionados pelo venerável DS 11, de seis cilindros, 11 litros e turboalimentado, ou pelo raro DN 11, naturalmente aspirado. Em 1983, foi apresentada a versão Intercooler, com motor DSC11 de 333 cv, que aparece como opção no folheto do T112 H 4×2 de 1984, aqui postado. Este modelo era o pão quente da Scania, liderando as vendas com folga ante os demais modelos da nova Série 2.

Os modelos V8, batizados de 142, com seu delicioso ronco proveniente do motor DS14 de 14 litros eram de difícil comércio, principalmente quando usados. A propósito, como se pode deduzir, o 142 indicava a cilindrada do motor em litros e a Série 2.

Bom feriado!

 
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Com a produção iniciada em dezembro de 1978, pharmacy a família O-364 de ônibus rodoviários tinha a missão de substituir os O-362 e O-355. Sua concepção básica era a mesma, information pills
com motor traseiro, link
estrutura monobloco em perfis e chapas de aço e eixos com suspensões de molas helicoidais na dianteira e semielípticas na traseira.

Embora representasse um grande avanço em relação aos antecessores e exibisse um desenho atual e atrativo para seu tempo, o O-364 ficava devendo na versão 13R rodoviária de longo curso um motor turbo OM-355/6 A e a suspensão a ar, itens que o colocavam na retaguarda tecnológica do Scania BR-116, seu principal concorrente.

Mas seu maior pecado talvez fosse a tendência `a corrosão excessiva e surpreendente, uma vez que, em muitos casos, começava “de dentro para fora”, como comentavam os empresários da época, desolados com a vida relativamente curta do monobloco.

Este bonito catálogo de 1981 mostra a disponibilidade do motor turbo OM-352 A, ausente no início da produção. De qualquer modo, os motores OM-352 aspirados e turbos eram raramente selecionados pelos frotistas, que preferiam fugir de seu desempenho letárgico, optando pelos OM-355/5 e /6, um pouco menos “puxadores de fila”.

 

9 ideias sobre “Mercedes-Benz O-364 Rodoviário – 1981

  1. Aqui na Bahia tinha uma empresa, a Viazul, que foi uma dessas raras empresas que adquiriram o O-364 12 R com motor OM-352, usados em fretamento regular. Eram macios e confortáveis para a época, porém, ruim de subida. Já o 13R era valente e andava até bem. O 12 R com o OM-355/5 ficava no meio termo.

    Eu acredito que a versão 13R deveria ter sido oferecido em duas versões:a de 240 cv do LS-1924 e a turbo de 285 cv do LS-1929, ambas com suspensão pneumática. Mas em se tratando de Mercedes-Benz com a sua política de uso das tecnologias a conta-gotas, isso seria uma utopia.

    Interessante que eu achei um folheto da Mercedes-Benz do Brasil, com a plataforma do O-302 13R para encarroçamento, que eu considero o “pai” do O-364, onde constam esses dados:motor de 240 cv, caixa ZF S6-80 de 6 marchas sincronizadas e suspensão pneumática.

    Se vc quiser o folheto para divulgar aqui no site, eu lhe enviou sem problemas. Tenho outros também se lhe interessar.

    Abraço.

    • Amigo Claiton, desculpe-me pela tremenda demora para responder aos seus interessantes comentários!

      Concordo com suas palavras sobre o O-364.

      Muito bacana e inusitada esta questão do O-302 “brasileiro”. Seria uma honra publicar este folheto e outros de seu acervo aqui neste espaço.

      Por favor, se puder, envie para caminhao.brasil@hotmail.com

      Obrigado!

  2. Lindo catálogo! Lindo ônibus! Evandro, você ou alguém sabe dizer se a MB em algum momento ofereceu motorização mais potente ao 13R? Se tivesse um 355/6A turbo, a caixa teria que ser uma ZF 6 marchas que veio mais tarde nos O-370. Já li na net que houve O-364 com 240 cv no 355/6 maçarico, como no cavalo LS-1924, mas acredito que tenham sido modificados pelas próprias empresas. Será que a caixa G3-60 suportaria um torque maior?
    Muito obrigado por nos presentear com esse material fantástico. Abraço.

    • Amigo Fernando, desculpe pela demora para responder. Nunca ouvimos falar do 13R com 240 cv. Nem nossa literatura mostra alguma versão assim equipada. A caixa G-3/60, teoricamente, era limitada a 60 mkgf e, portanto, incapaz de lidar com os 84 mkgf do motor 355/6 do LS-1924. Abraço.

  3. BOM DIA….

    EIS O O-364, MUITO CONFORTAVEL ,PRINCIPALMENTE POR SUAS MOLAS HELICOIDAIS NA DIANTEIRA, QUANDO NOVAS MUITO BOAS E MACIAS ,COM O TEMPO DE USO PASSAVAM A APRESENTAR AQUELAS CHATAS PANCADAS DE FIM DE CURSO ,MAS COMO NENHUMA PEÇA É ETERNA, A SUBSTITUIÇÃO DAS MOLAS JA RESOLVIA.

    A OPÇÃO DO MOTOR OM-355/6A ,FEZ FALTA ,ASSIM COMO A SUSPENSÃO A AR, MAS POR TER UMA CARROCERIA UM POUCO MAIS LEVE ,E A SUSPENSÃO TRASEIRA POR MOLAS INVERTIDA SER MAIS SUAVE QUE AS COM FEIXES POR CIMA DO EIXO,FEZ DESSA SUSPENSÃO UMA OPÇÃO MAIS BARATA SEM MUITA PERDA NO CONFORTO,O QUE ACABOU DEIXANDO O CARRO DA MARCA UM POUCO MAIS “EM CONTA’ ,QUE A CONCORRENCIA

    O PROJETO DA CARROCERIA É DERIVADO DOS PRIMEIROS O-303, QUE RODARAM NA EUROPA, A PINTURA COM AS FAIXAS NOS TONS EM PRETO ,VERMELHO E AMARELO SAIU NOS EXEMPLARES DE DEMONSTRAÇÕES DA FABRICA, COMENTARIOS RELATAM QUE ESSES VEICULOS FORAM VENDIDOS ANOS MAIS TARDE PARA COLECIONADORES

    O O-364 ERA MUITO ADMIRADO POR SER UM CARRO MACIO, E AO MESMO TEMPO ESTAVEL ,A SUSPENSÃO A MOLAS DEIXAVA O VEICULO COM MENAS TENDENCIAS A BALANÇOS ,JUSTAMENTE AO CONTRARIO DAS PRIMEIRAS SUSPENSÕES A AR QUE OSCILAVAM MUITO EM CURVAS E ESTRADAS DESNIVELADAS,FATOR QUE DEIXAVA A VIAGEM MAIS DESCONFORTAVEL

    APENAS UM DETALHE, NA PAGINA 6 APARECE O LENDARIO SENHOR SARDINHA,FIGURINHA BEM CONHECIDA NOS CENTRO DE TREINAMENTO DA FABRICA, MOSTRANDO A LIMPEZA DO PARA BRISAS, ELE QUE APARECE EM VARIOS FOLHETOS AQUI JA MOSTRADOS DA MARCA NA ÉPOCA…

    • Caro Reginaldo, seus comentários são sempre impagáveis! Esta questão da mola invertida sempre chamou atenção. Interessante este detalhe do Sr. Sardinha…

      Um forte abraço e ótimo final de ano.

  4. Evandro, eu já conheci vários O-364 13R com o motor da LS-1924, o OM-355/6 A. Não sei se eram adaptações das empresas para dar um folego a mais para o carro. Mas realmente, em nenhum catálogo da MB na época, tinha essa opção de motor!
    Nos anos 90 a extinta Princesa do Sul daqui de Pelotas, mandou para a Tutto Transporti de Caxias do Sul, 15 Marcopolo III O-364 dela para serem reencarroçados em Viaggio GV 1000, todos eles vieram com o motor 1924!

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