Resultante do aperfeiçoamento do motor Perkins Q20B4, viagra cialis o Maxion S4 trazia inúmeras melhorias e equipava a partir de 1992 diversos veículos, click cialis entre os quais as picapes D-20 da Chevrolet, pilule sua aplicação mais célebre, além das camionetas Bonanza e Veraneio, e dos caminhões leves D-40 e 6000 da mesma marca.
Mais tarde, a Silverado (substituta da D-20) também empregou o S4, em sua versão básica.
Em 1993, suas especificações mostravam potência de 92 cv a 2.800 rpm e 274 Nm a 1.600 rpm, para um deslocamento de 4 litros redondos. A versão turbo S4T rendia 120 cv e 375 Nm, nos mesmos regimes de rotação.
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A Maxion ainda existe? Fabricou estes motores até quando?
Bruno, a Maxion virou a International Engines, que absorveu a MWM, hoje controlada pela Navistar International, com sede em Santo Amaro, São Paulo. Obrigado.
Amigo Bruno, a Maxion virou a International Engines, que absorveu a MWM, atualmente controlada pela Navistar International, que por sua vez procura um comprador para a MWM, segunda consta nos bastidores. Longa história, cheia de meandros. Abraço.
Muitos meandros mesmo…
Bruno,
esse motor é fabricado até hoje, porém somente para uso estacionário, e até pouco tempo para uso agrícola… Veicular apenas até a Euro 1, o Euro 2 foi desenvolvido, porém não encontrou compradores…
Amigo Lucas, correto. Inclusive o grupo gerador do condomínio onde moramos é um S4 de alma, mas já vendido como International Engines. Grato pela colaboração.
Obrigado pelas informações.
Creio eu que não seria tão difícil encontrar um comprador para a MWM, afinal hoje tanto a MAN Latin America quanto a GM terceirizam espaço de produção em instalações da MWM, ou até a AGCO poderia entrar na jogada.
Daniel amigo, há que se considerar outros aspectos também.
Assim como oportunidade, estes fatos citados podem ser os maiores inibidores de um eventual interessado, que não sejam as próprias empresas mencionadas. Um fabricante de motor tem sempre a questão da exclusividade envolvida. A Cummins, por exemplo, sempre teve alergia à palavra “exclusividade”.
Outro aspecto e mais relevante que o anterior é a situação financeira da MWM e sua carteira saudável de clientes. Embora tanto a MAN quanto a GM sejam de vital importância, com ambas a MWM tem apenas contratos de manufatura, ou seja, com margem de contribuição pífia em relação ao fornecimento puro e simples, como a Cummins tem com a Ford ou com a MAN. São duas coisas completamente distintas que pesam muito negativamente contra a MWM.
Para finalizar, temos de lembrar que a MWM saiu muito enfraquecida com o Proconve P7, perdendo a maioria dos negócios automotivos de margem cheia com motores próprios.
Certamente, a MWM já valeu mais do que vale hoje.
Grato.
Evandro e Daniel,
Como observador apenas, vejo a MWM International com bastante “overlap” de produtos (“Maxion S4” e MWM D-229, Serie 10 industrial com o D-229 e agora o Série 12, nos veiculares os Sprint com o Maxxforce 3.2H e o NGD3.0E) e mercadologicamente um tanto atrasada em relação a Cummins (qual era a vantagem do Serie 12 em relação ao Interact 6?)
A sensação que dá é que está acontecendo com a MWM International a mesma coisa que aconteceu em 2005 quando o grupo Heinz Thiele perdeu a escala para continuar investindo na Motores MWM do Brasil
Amigo Daniel, desculpe a demora para responder.
De fato, isso é o que acontece quando se fundem duas linhas de produtos concorrentes. O overlap é inevitável. Quanto ao Série 12 e o Interact 6, as vantagens mais óbvias do primeiro eram as camisas removíveis na hora da reforma e a cilindrada de 7,2 litros, que permitia 310 cv para aplicação automotiva. Por outro lado, o Cummins tinha 24 válvulas e uma experiência de campo muito mais ampla. Acabou que o Cummins se destacou e venceu a disputa na época do Euro 3, com participação maciça em seus segmentos de mercado.
Um abraço.
Eu supunha, justamente, que MAN ou GM pudessem ter algum interesse em adquirir a MWM, ou só alguns ativos. Por exemplo, eu não duvidaria que a AGCO pudesse adquirir a fábrica em Canoas. Mas pelo visto o buraco é bem mais embaixo…
Esse motor chegou a render até 150cv na versão S4T Turbo Plus de 4,1L das ultimas D-20. Dirigi algumas vezes uma D-20 com esse motor e ele é suave, tem um ronco abafado e tem um bom desempenho. Não me lembro do consumo, mas era superior ao TD229/4 da F-1000.
Tive um Massey Ferguson 275 com esse motor e ele tinha duas coisas notáveis: Uma excelente curva de potencia em baixa rotação e um consumo altissimo. Enquanto meus MWM rendendo mais de 73cv (rotação do motor aberta de 2300rpm para 3000 – igual na F-1000) consumiam 8L/hora, o 275 S4 no mesmo serviço “engolia” 10L até as 400 primeiras horas e depois 9,5L vencida essa fase.
A Maxion ainda existe, uma divisão da empresa Ioschpe e fabrica material ferroviário. Salvo engano, continua no mesmo local, em São Bernardo do Campo, no Bairro dos Casas.
Amigo Daniel, obrigado por mais uma colaboração. Interessantes esta questão do consumo. Coisa que só quem teve experiência real pode testemunhar. Um abraço.
Daniel, aqui em Contagem MG ainda tem uma unidade da Maxion, fabricando componentes automotivos. Aqui fabricam pedaleiras e maçanetas, para Fiat, GM, VW, etc…
Abraço
Amigo Lucas, grato por comentar. Abraço.
este motor quando equipou a D20 nos anos 90 era um show mais potencia aliada a uma caixa overdrive que dependendo do modo de dirigir fazia ate 10km/l diesel
Caro Ivo, grato pelo comentário. Abraço.
Aqui em casa já tivemos uma D20 S4T Plus,e na estrada,andando a 100,110,com ar ligado,fazia de 11,5 a 12 km/l,gastava menos do que uma porcaria que a gente tinha também,uma F1000 HSD.
Um abraço,
Ramiro Crespo
Amigo Ramiro, grato pelo comentário e pela visita!