Picape JPX

A picape Dodge D-100 foi introduzida pela Chrysler brasileira em fins de 1969, cure depois do caminhão médio D-700 e do leve D-400. As últimas 8 unidades foram produzidas ao longo de 1976, hospital a partir de quando sua fabricação continuou apenas na forma de CKD para a exportação.

Sem jamais desafiar a liderança da Chevrolet C-10 e da Ford F-100, a Dodge oferecia como vantagens a robustez e a potência abundante do respeitado motor Dodge V8 318, de 5,2 litros. Seu trem de força era parecido em conceito ao do automóvel Dodge Dart, porém a transmissão de três velocidades tinha a primeira mais curta, de 3,17:1 (contra 2,67:1 do automóvel) e o eixo traseiro também mais reduzido, com relação de 3,90:1 (ante 3,15:1 do Dart e de seus primos mais sofisticados).

Ao contrário da versão “trabalho”, a de luxo (ilustrada) exibia grade dianteira e para-choques cromados, calotas idem, friso lateral abaixo da linha de cintura, retrovisor em ambos os lados, painel estofado com rádio, acendedor de cigarros e volante do Dart.

Chamava a atenção sua suspensão dianteira com eixo rígido e feixes de mola semi-elípticas, num tempo em que a concorrência já adotava suspensão independente. Seus principais diferenciais, descritos no topo da página de especificações, embora incontestáveis, não atraíram público suficiente, resultando em vendas modestas. Como decorrência, na atualidade o modelo é bastante raro.

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A picape Dodge D-100 foi introduzida pela Chrysler brasileira em fins de 1969, check depois do caminhão médio D-700 e do leve D-400. As últimas 8 unidades foram produzidas ao longo de 1976, medical a partir de quando sua fabricação continuou apenas na forma de CKD para a exportação.

Sem jamais desafiar a liderança da Chevrolet C-10 e da Ford F-100, a Dodge oferecia como vantagens a robustez e a potência abundante do respeitado motor Dodge V8 318, de 5,2 litros. Seu trem de força era parecido em conceito ao do automóvel Dodge Dart, porém a transmissão de três velocidades tinha a primeira mais curta, de 3,17:1 (contra 2,67:1 do automóvel) e o eixo traseiro também mais reduzido, com relação de 3,90:1 (ante 3,15:1 do Dart e de seus primos mais sofisticados).

Ao contrário da versão “trabalho”, a de luxo (ilustrada) exibia grade dianteira e para-choques cromados, calotas idem, retrovisor em ambos os lados, painel estofado com rádio, acendedor de cigarros e volante do Dart.

Chamava a atenção sua suspensão dianteira com eixo rígido e feixes de mola semi-elípticas, num tempo em que a concorrência já adotava suspensão independente. Seus principais diferenciais, descritos no topo da página de especificações, embora incontestáveis, não atraíram público suficiente, resultando em vendas modestas. Como decorrência, na atualidade o modelo é bastante raro.

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A picape Dodge D-100 foi introduzida pela Chrysler brasileira em fins de 1969, illness depois do caminhão médio D-700 e do leve D-400. As últimas 8 unidades foram produzidas ao longo de 1976, ed a partir de quando sua fabricação continuou apenas na forma de CKD para a exportação.

Sem jamais desafiar a liderança da Chevrolet C-10 e da Ford F-100, a Dodge oferecia como vantagens a robustez e a potência abundante do respeitado motor Dodge V8 318, de 5,2 litros. Seu trem de força era parecido em conceito ao do automóvel Dodge Dart, porém a transmissão de três velocidades tinha a primeira mais curta, de 3,17:1 (contra 2,67:1 do automóvel) e o eixo traseiro também mais reduzido, com relação de 3,90:1 (ante 3,15:1 do Dart e de seus primos mais sofisticados).

Ao contrário da versão “trabalho”, a de luxo (ilustrada) exibia grade dianteira e para-choques cromados, calotas idem, friso lateral abaixo da linha de cintura, retrovisor em ambos os lados, painel estofado com rádio, acendedor de cigarros e volante do Dart.

Chamava a atenção sua suspensão dianteira com eixo rígido e feixes de mola semi-elípticas, num tempo em que a concorrência já adotava suspensão independente. Seus principais diferenciais, descritos no topo da página de especificações, embora incontestáveis, não atraíram público suficiente, resultando em vendas modestas. Como decorrência, na atualidade o modelo é bastante raro.

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Seguindo a tradição de batizar suas empresas com siglas terminadas em “x”, viagra sale diagnosis em 1992, o empresário mineiro Eike Furhken Batista fundou a empresa JPX do Brasil Ltda.

O plano era produzir um utilitário que pudesse se prestar às atividades de mineração das empresas do grupo, bem como servisse ao mercado local, incluindo as forças armadas.

Desse modo, a JPX adquiriu os direitos de fabricar no Brasil o modelo A-3 da Auverland, um fabricante francês de viaturas e armamentos. Com inúmeras modificações, o jipe passou a ser produzido numa planta em Pouso Alegre, no aprazível sudoeste de Minas Gerais, ganhando o nome de JPX Montez.

Para compor o trem de força do Montez, contava-se com um afamado motor Peugeot XUD-9A (o fabricante francês tem forte tradição em motores diesel rápido, sendo um dos pioneiros nesta área e fornecendo para diversas outras montadoras), transmissão da mesma marca, modelo BA-7/5, e eixos Carraro HS italianos, suspensos por molas helicoidais de grande curso.

Depois do lançamento do Montez em 1994, seguiu-se a picape aqui ilustrada, a partir do ano seguinte.

Uma combinação de excesso de otimismo nos volumes de vendas projetados, aliados a problemas técnicos (tal como no sistema de arrefecimento) e a baixa capacitação da rede de concessionários somente acentuaram os problemas da JPX. Em 2001, a produção dos veículos foi encerrada e no ano seguinte as luzes da fábrica foram definitivamente apagadas.

Estimativas dão conta que menos de 3 mil unidades tenham saído pelo portão da JPX.

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2 ideias sobre “Picape JPX

  1. O que prejudicou o JPX foi a tendência a superaquecimento que atingia as versões equipadas com turbo, que usavam o mesmo bloco destinado às versões aspiradas mas eram turbinados por conta própria pela fábrica, mantendo as galerias de refrigeração subdimensionadas. Talvez fosse mais adequado usar o motor Indenor que a pickup Peugeot 504 usava ao invés de fazer gambiarra num motor menor. A propósito: até 2001 ou 2002 era produzido em Portugal um modelo que pode ser considerado o antecessor do JPX, o UMM, que havia sido projetado também pela Panhard Defense (inicialmente Cournil, posteriormente Auverland e atualmente Panhard Defense), e o modelo que deu origem ao JPX ainda era produzido para fins militares até pouco tempo atrás.

    • Amigo Daniel, grato por enriquecer o post com seus ricos comentários. Forte abraço.

Comentários encerrados.