Revista Eu Rodo – Volvo – Fev/Mar – 1989

Nosso amigo Jacob Lindener, pharm de Ivoti, search RS, buy  gentilmente nos enviou uma bela coleção de revistas de algumas das principais montadoras de caminhões e ônibus do Brasil.

Para inaugurar a postagens do material do Lindener, trazemos até você amigo leitor este exemplar da Revista Eu Rodo da Volvo, datada do início de 1989, ocasião em que a montadora de Curitiba festejava o lançamento da sua nova linha de caminhões NL, que trazia inúmeros aperfeiçoamentos em relação à sua antecessora.

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14 ideias sobre “Revista Eu Rodo – Volvo – Fev/Mar – 1989

  1. realmente uma revista historica o lançamento da linha nl totalmente aprovada pelo mercado principalmente o nl 10 340 4×2 que fez muito sucesso em vendas nos anos seguintes

      • A Elsbett continua na ativa, produzindo kits de adaptação para motores Diesel convencionais funcionarem com óleos vegetais brutos, mas a atual geração de dispositivos de controle de emissões torna tudo mais difícil. Além do mais, apesar do motor Elko Multifuel ter injeção direta, normalmente os motores Diesel de injeção indireta são reputados mais aptos a usar óleos vegetais como combustível que os de injeção direta, e estão com uma presença de mercado cada vez mais limitada a países com um pequeno volume de mercado e normas de emissões menos rigorosas.

        O Garavelo, licenciado pela Elsbett para produzir o motor no Brasil com previsão para lançar comercialmente em ’89, passou por uma crise violenta entre os governos Sarney e Collor, e acabou falindo em ’99. Nem sei se tem algum protótipo do Elko perdido pelo Brasil, não duvido que tenham sido todos sucateados na época da liquidação da massa falida do Garavelo.

        Vale destacar que o Elko chegou a ser testado na Malásia com o pretexto de fomentar o uso do azeite de dendê como combustível numa época em que a infra-estrutura para produção e distribuição de biocombustíveis por lá não chegava nem aos pés do que foi feito no Brasil pelos militares na época do ProÁlcool, mas os malaios acabaram tomando outro approach e hoje usam o azeite de dendê como matéria-prima para a produção de biodiesel, ao ponto de hoje a Malásia ser o maior produtor e exportador mundial de biodiesel.

  2. Prezado Evandro,
    Que bela surpresa saber que teremos postagens de revista agora no site, como sabe sou fã da marca Volvo e de sua linha N e NL. Estou no aguardo e ansioso para novas postagens. Parabéns!!!

    • Amigo Giori, estas revistas estão livres de restrições de direitos autorais, portanto, ficamos à vontade para postar. O amigo Lindener nos enviou outras da Mercedes e Scania que serão postadas em breve para nosso deleite. Um abraço e um excelente 2015!

    • Fernando, na falta de uma nova plataforma, os NL foram um estica-e-puxa da venerável Série N, lançada na Europa em 1973. Não tinha muito o que fazer para esconder sua limitadas dimensões, exceto aumentar seu comprimento, o que foi feito ao longo da vida desta família. Grato por comentar. Abraço.

  3. Falando em NL e Jacaré, anos atrás eu vi anunciado no ML um cavalo Jacaré com uma modificação interessantíssima: A cabine foi alongada usando parte de outra cabine leito de Jacaré (da porta pra trás), ou seja, o tamanho do leito foi duplicado, mas até aí tudo bem, essa semana mesmo tinha um anunciado (http://mlb-s2-p.mlstatic.com/scania-111-ano-77-kit-112-hw-cabine-estendida-bem-calcada-15287-MLB20099235011_052014-F.jpg), o curioso mesmo é que ele usava teto do Volvo EDC! Lembro que o caminhão era da região nordeste do país e o dono dizia que o teto tinha encaixado como uma luva. Pena eu não ter salvo as fotos, pois era uma adaptação interessantíssima. Algo que só vale a pena se o cara tem acesso fácil aos componentes, senão mais vale trocar por um 112 ou 113… Mas é legal de ver.

  4. Olá Amigo Evandro!

    Olha, cada vez que visito seu site, fico surpreso com riqueza de informações e desta vez, como sou um Volveiro convicto, entrei em êxtase quando vi essa publicação da revista Eu Rodo, com o lançamento da linha NL e consegui obter muitas informações úteis, como a aplicação e vantagem do motor do 340, com pistão articulado, (dúvida totalmente sanada) e que a fábrica brasileira era a única a produzir os caminhões e responsável pelos projetos dos mesmos e que existiram potências exclusivas para exportação, o porquê do sobrenome Power nestas versões. Sem falar, de refrescar a memória e lembrar do antigo NL10 340 1991, que meu pai teve.

    Simplesmente maravilhoso!!!!

    E vou ver agora, a matéria da Revista Rei da Estrada, com o lançamento da série Scania série 3, até porque a Scania é minha segunda marca favorita e que também me lembra os tempos que era um piá que viajava com meu primo com sua imponente e veloz R113 360. Ansioso também por novas revistas de ambas e se tiveres, também da Mercedes-Benz.

    Aprecio todas as matérias, amo os caminhões, de todas as marcas, o diesel corre forte nas minhas veias.

    Abraços e continue com este precioso trabalho.

    • Amigo Thiago, grato pelas palavras elogiosas. Fico feliz que tenha sido útil para você. O amigo Jacob enviou várias outras preciosidades, inclusive da Mercedes, que estão aqui na fila esperando eu ter um tempo para publicar. Um abraço.

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