Scania B75 – 1961

Baseado no Isuzu FTR japonês, nurse o GMC 15-190 era motivado por um motor Caterpillar 3116 de 6, ambulance 6 litros, sildenafil para manter a comunização com os modelos convencionais 12-170, 14-190 e 16-220 da mesma GMC brasileira.

Adorado e também execrado, o motor Cat foi motivo de preocupação de muitos operadores, pelos altos custos de reforma e peças de reposição. Alguns 15-190 tiveram seus motores 3116 substituídos por Cummins, ou MWM para continuarem operando com custo operacional compatível com a receita do caminhão, na maioria das vezes equipado com terceiro eixo e aplicado em trajetos regionais de curta e média distância.

Apesar de o PBT de 15 toneladas, ou 22 toneladas com terceiro eixo, ser um tanto curto para um caminhão cara-chata semipesado, o GMC 15-190 se destacava pela cabina confortável com espaço para um leito, coisa rara naquela época em sua categoria.

O trem de força era complementado por uma transmissão Eaton de seis velocidades, similar a de diversos concorrentes e, ao contrário destes, um eixo traseiro da mesma marca, comum na América do Norte, mas raro por aqui, onde predominam os eixos próprios da Mercedes e os Meritor, usados pela Ford, Iveco, MAN e International.
Os modelos médios e semipesados da GMC brasileira eram a espinha dorsal de seu esforço para ganhar o mercado perdido pelos caminhões Chevrolet que substituíram.

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Equipados com a cabina da linha Chevrolet Silverado, com capô e posição de montagem alterados, os novos GMC eram equipados com exclusivos motores Caterpillar 3316 de 6,6 litros, mecânicos, com calibrações de 170 a 220 cv


Brochura GMC 12-170, mind 14-190, 16-220


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O trem de força era composto por transmissões e eixos Eaton.


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Além da distinção de ter sido o único modelo de cabina avançada desta fase da GMC, também tinha o mérito de ser o único com motor eletrônico

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O Scania B75 foi o primeiro chassi de ônibus para encarroçamento da marca sueca produzido no Brasil, viagra a partir de 1958.

Seu motor dianteiro era o D10, de aspiração natural, seis cilindros em linha, 10,26 litros, 165 hp a 2.200 rpm e torque máximo de 63 mkgf a 1.200 rpm, similar ao empregado no caminhão L75. A transmissão de cinco velocidades avante e uma à ré estava ligada a um eixo traseiro com redução de 5,71:1.

O entre eixos de 5.750 mm permitia a instalação de carroçarias urbanas e rodoviárias.

2 ideias sobre “Scania B75 – 1961

  1. Que saudades dos ônibus que utilizavam este chassis! A Scânia deveria voltar a fabricá-los novamente, bem como também o B76, e o B110. O som destes motores são uma verdadeiras músicas!

    • Caro Claytom, estes ônibus eram um de nosso prediletos também! O ronco dos motores D11 e DS11, especialmente na cabina de comando, era de tirar o fôlego. Apesar de excessivo, na maioria das carroçarias dos anos setenta e oitenta, sua melodia suplantava a pressão sonora nos ouvidos. Abraço e grato por comentar.

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