Scania R142 HS – Maio de 1987

Hoje acrescentamos a segunda parte do catálogo do Scania L111 enviado pelo amigo André Giori, see
cialis ao qual reiteramos nosso agradecimento.

Aproveitamos para corrigir um lapso cometido no post anterior. A data correta de publicação desta literatura é junho de 1976, como grafado na contracapa e não 1978 como afirmamos ontem.

 

 

 
Hoje acrescentamos a segunda parte do catálogo do Scania L111 enviado pelo amigo André Giori, malady ao qual reiteramos nosso agradecimento.

Aproveitamos para corrigir um lapso cometido no post anterior. A data correta de publicação desta literatura é junho de 1976, como grafado na contracapa, e não 1978 como afirmamos ontem.

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Depois dos L75, decease L76 e L110, ask o L111 foi a encarnação final do afamado Scania “Jacaré”, and antes da “Era Laranja Scania” dar lugar à angulosa Série 2, no começo dos anos oitenta.

Equipado na maioria das vezes com o Scania DS11, um engenho turboalimentado de dois cabeçotes, seis cilindros enfileirados e deslocamento de 11 litros, bom para 296 cv a 2.200 rpm, o L111 normalmente era (e ainda o é…) avistado com semirreboque de três eixos, dos mais variados tipos, cruzando o país de norte e sul e de leste a oeste.

Sua caixa Scania GR 860, de 10 marchas dividas em duas gamas, transmitia a força motriz para o eixo AD 90, de simples redução e uma velocidade, do mesmo fabricante. Havia um raro eixo com redução nos cubos, opcional no L111, e de série, em tandem, no poderoso LT111, um 6×4 para serviços vocacionais pesados ou cargas excepcionais. O LS111 com terceiro eixo de fábrica era pouco popular.

Quase tocando no pequeno para-brisa plano, o volante passava impressão de ser maior do que realmente era, como denotam algumas das fotos do catálogo. O carona costumava sentar-se no leito, já que a maioria das cabinas só contava com o banco do motorista. De qualquer modo, dirigi-lo dava uma enorme sensação de poder, mesmo a bordo da pequena cabina.

Empurrar os Mercedes 1113 ladeira acima, mesmo com 30 toneladas nas costas, era de praxe, como pode atestar este que aqui digita, no verão de 1980, instalado de “copiloto” num L111 S, novinho em folha, com uma carga de adubo para o Nordeste.

Este belíssimo catálogo vem do Espírito Santo, doado pelas mãos de nosso amigo André Giori, um gentil colaborador deste espaço.

Amanhã traremos a segunda parte deste precioso material. Não perca!

A você André, nossa gratidão!

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Enquanto comemorava 30 anos de Brasil, viagra sale
a Scania lançava em fevereiro de 1987 a sua linha “Super Advanced”, agregando um pacote de melhorias à conhecida Série 2.

Os modelos desta família eram identificados pelo sufixo “S”, agregado à nomenclatura anterior, criando com isso as terminação HS, empregada nos modelos 4×2 e 6×2; e ES, reservada para os 6×4.

O caminhão do folheto aqui postado é o R142 HS 4×2, que trazia como maior destaque dentre os aprimoramentos o novo motor DSC 14 07, de 400 cv potência e 1660 Nm de torque, o mais potente do país, mantendo a configuração de 8 cilindros em V a 90 graus e 14 litros de deslocamento.

Na época, os caminhões mais potentes da concorrência eram o Mercedes LS-1933 de 326 cv, e o Volvo N12 Intercooler II, de 385 cv.

Mas nem tudo eram louros para o R142. Na prática, a cabina avançada combinada com a imagem duvidosa do motor V8 eram obstáculos às sua comercialização em volumes substanciais. O “pão quente” da época era mesmoo narigudo T112 HS, com os tradicionais motores seis-em-linha, DS 11 e DSC 11, e toda sua bagagem genética reforçada desde os tempos do bom e velho L111 “Jacaré”.

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17 ideias sobre “Scania R142 HS – Maio de 1987

    • Amigo Daniel, tem razão. Nada como 7 mancais para 6 cilindros, em lugar de 5 mancais para 8… Abraço.

  1. PRIMEIRAMENTE BOM DIA….

    OLHANDO PELO POST,VI A APLICAÇÃO DOS DOIS MOTORES DS 14 E DSC14,ALEM DA POTENCIA E DO TORQUE DE CADA UM,QUAL SERIA A DIFERENÇA ENTRE ELES,TROCANDO EM MUIDOS O QUE SIGNIFICA O “C” ?…

    TO PENSANDO EM DETALHE POREM,COMO GOSTO MUITO DA MARCA,MAIS AINDA NÃO CONHEÇO PROFUNDAMENTE ENTÃO PREFIRO NÃO ARRISCAR…

    • Reginaldo, tudo bem?

      O “C” significa que o motor tem intercooler.

      Obrigado.
      Abraço.

  2. Eu me lembro do ruido desses caminhões….tinha um barulho bonito! Quando eu tinha meus 6 anos (1985) eu ganhei do meu tio um caminhão Scania de plastico, igualzinho a esse, da Elka. Era grande, sendo o cavalo azul com uma carreta 2 eixos. Não me lembro o que foi feito dele. Deve estar na casa dos meus pais.
    ____________________________

    Não havia uma motorização Scania que os gases de escape alimentavam uma turbina cujo eixo ia acoplado ao virabrequim via redução e acoplamento viscoso?

    Forte Abraço

    • Daniel, por aqui também fomos motorista de caminhão. No caso, era um LP-321 verde e amerelo, com carroçaria boiadeira, todo de madeira pregada! Só os tacos da casa é que não gostavam muito do rodar nada suave das rodas maciças do 321…

      A Scania fabricou até o final do Proconve P5 o G470 que tinha o tal motor “turbocompound”. Assim como o glamouroso V8, de ronco espetacular, o 470 era considerado “mico”, por quem entendia de Scania.

      Obrigado por comentar!

      Grande abraço.

      • Felizmente na casa dos meus pais não tinha taco…rsrsrs

        Esses turbocompound nunca funcionaram bem. Antigamente os Douglas DC-7C e os Lockheed Super Constellation usavam o motor Wright R-3350 de 3500hp Turbocompound. Dizem que a confiabilidade deles era tão baixa que era relativamente comum essas aeronaves chegarem a seus destinos com um motor embandeirado.

        Forte Abraço

        • Daniel, bem lembrado! O “turbocompound” não era coisa nova mesmo.

          Apesar do ronco espetacular, estes motores radiais com múltiplas fileiras de cilindros eram mesmo muito pouco confiáveis, como você bem disse. Um destes monstros era o Pratt & Whitney R-4360 Wasp Major, turbo e supercharger, com 4 fileiras de 9 cilindros, num total de 28 cilindros. Considerando 4 motores por avião, eram 112 cilindros e 244 velas de ignição!

          Alguns aviões contavam até com osciloscópio a bordo para facilitar a vida do engenheiro de voo, durante os cheques de magneto no pré-voo. Outro caso comum era o disparo de hélice, que fazia o eixo da mesma cisalhar. A hélice saia voando para onde bem quisesse. Não raro só parava após esfacelar parte da fuselagem, com trágicas consequências. Em outros tantos casos, os 3 motores remanescentes não aguentavam a sobrecarga e falhavam também. Teve um acidente clássico de um Constellation da Varig que havia pousado no destino com motor embandeirado e foi autorizado a fazer um voo de traslado somente com a tripulação. Sobre o Caribe, outros dois motores falharam e o pouso na água foi inevitável. Por sorte, apenas um comissário pereceu, submerso com a aeronave. Os demais nadaram até uma praia e se salvaram, não sem antes serem hostilizados por nativos…!

          Forte abraço!

  3. Legal os detalhes agora so faltam uns detalhes tecnicos e saber as diferencças entre estra seria HS e a serie HW (quais as modificaçoes que a scania fez nos motores e demais sistemas para aumentar a potencia)

  4. BOM DIA….

    AMIGO EVANDRO,MUITO OBRIGADO,ERA MAIS OU MENOS POR AI QUE EU IMAGINAVA,FIQUEI MEIO NA DUVIDA POIS NA FICHA DO MOTOR NÃO CONSTA O INTERCOOLER,MAS JA A ALGUM TEMPO TINHA COMIGO QUE O “C”,DENOMINAVA O INTERCOOLER…MAS COMO O APREÇO É MAIOR QUE A EXPERIENCIA NA MARCA,FICOU MAIS LOGICO PERGUNTAR..

    AO AMIGO DANIEL,SE VOCE AINDA TIVER ESSE CAMINHÃO DA ELKA,VOCE TEM UMA PRECIOSIDADE NA MÃO,TEM GENTE QUE SE ARREBENTA NO TAPA POR UM DESSES…,ESPERO QUE NÃO SE OFENDA MAS VOU PERGUNTAR…SE POR ACASO AINDA TIVER,E TIVER O INTERESSE EM VENDE-LO,ME AVISE,NEGOCIAMOS INDEPENDENTE DO ESTADO DE CONSERVAÇÃO…A POUCOS DIAS PASSEI AO EVANDRO AS FOTOS DO MEU (seque o link http://caminhaoantigobrasil.com.br/um-scania-lk-141-diferente/),ESTOU NA BUSCA DE MAIS UM,POIS QUERO FAZER ORIGINAL…

    QUANTO AO COMENTARIO DO AMIGO WILLIAN,OUVI DIZER QUE UMA DAS DIFERENÇAS NA SERIE HW,SERIA O FORMATO DOS EMBOLOS,POIS PASSARAM A ADOTAR A CABEÇA FORMATO OMEGA,MELHORANDO A COMBUSTÃO,E CONSEQUENTEMENTE VIERAM OUTRAS MELHORIAS,POSSO ESTAR ERRADO POIS COMO FALEI…”O APREÇO É MAIOR QUE A EXPERIENCIA NA MARCA”,PRETENDO AGORA MELHORAR MEU CONHECIMENTO NESTE MUNDO DO GRIFFO…

    UM ABRAÇO…

    • Caro Reginaldo, grato por seus comentários e sobretudo por iluminar esta questão das diferenças dos motores Scania, como solicitado pelo amigo William.

      Abração.

  5. Legal a matéria.. eu estava querendo ir atrás de um LK140 ou um 111 para o meu pai. Na verdade o sonho do meu pai era ter um caminhão, hoje ele tem 68 anos e queria vender meu carro antigo para comprar um cavalo mecânico pra ele. Como sou apaixonado pela motorização V8 pensei em ir atrás desse LK 140, mas vi que é mais dificil de encontrar né?

    • Caro Marcelo, grato por seu relato. Na verdade, em bom estado, não é fácil encontrar um Scania V8. Mas, com sorte, quem sabe? Abraço.

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