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buy metformin neurology. In the nineties of the last century, Hodge calculate the number of nerve cells (neurons) in the brains of young and old. He concluded that the number of cells that lead in old age sits one by one. In the end, they are not only those that are necessary to maintain vital functions. According better than the average high breathing, but it is not enough at all, but the person breathing the lower respiratory tract, of course, much healthier than a person breathe a breath half.
Por que 2 potências, 310 e 320 hp? Um apenas turbo e outro com intercooler, afinal a diferença é minúscula no quesito potência, e é por aí que os caminhões são mais conhecidos. Ressaltando que das milhares de fotos que tenho, não tenho lembrança do 310 hp, apenas de um T112 HW 310.
Bruno, na época do lançamento da Série 3, ainda em tempos pré-Euro, havia clientes que não queriam pagar pelo custo extra do intercooler, embora este proporcionasse melhor consumo de combustível, entre 5 e 7%. Dessa forma, a Scania resolveu apostar numa versão de entrada, mais barata, sem intercooler com 310 cv e uma com intercooler de 320 cv, para frotistas dispostos a desembolsar mais em troca de menor custo de operação. Com os 320 e o 360 cv, em termos de “hardware”, a Scania também já preparava o terreno para a chegada do Euro 1, a partir de 1994.
Grato pela interessante pergunta.
Abraço.
Evandro, esse motor de 310hp seria o mesmo que equipou alguns chassis de ônibus urbano com motor dianteiro? Isso foi na década de 90 e começo de 2000. Lembro que a potência era de 310hp, e faziam um barulho que incomodava, quando equipados com escapamento alto.
Abraço
Lucas, embora a potência do S113 fosse a mesma, de 310 cv, os motores parecem de execuções distintas. Um catálogo de 1992 do tal ônibus aponta para o motor DS 11 75, enquanto que o caminhão T113 exibia o DS 11 34, segundo o material deste post. De qualquer modo, eu me recordo mesmo do ruído marcante, um grave intenso, difícil de descrever. Grato por comentar.
Até hoje eu não consigo ler a capacidade de água do radiador do 143 sem rir… 79 litros! hahaha
Fernando, verdade! Impressionante. Por outro lado, levava os mesmos 30 litros no cárter, tal qual o DSC 11. Notou também que ele tinha uma caixa especial, a GR 881, para suportar seu torque? Abraço.
Esta caixa, a 881, justamente que consome mais líquido de arrefecimento.
Bruno, muito bem observado! Faz todo o sentido, se notarmos que no V8 o arrefecimento da transmissão era item de série. Grato pela sacada. Abraço.
sabe onde encontro peças para GR881?
Fernando, apesar de não ter nenhuma ligação com eles, sempre recomendo a JR Diesel (http://www.jrdiesel.com.br/), pelo impressionante estoque que mantém. Boa sorte.
79 litros é quase uma caixa d´agua!!!!!
Evandro, o motor de 11L da 113 é um dos ruidos de motor de caminhão mais bonitos que eu conheço.
Daniel, fechamos questão! O DS 11 tem mesmo um ronco de arrepiar. Dos caminhões nacionais, difícil algum mais emocionante. Talvez os Detroit, mas a pegada é totalmente outra, mais exótica e estridente, diria. O do Scania é mais grave e sóbrio. Deixando a inspiração fluir (…rs!), parece um rugido de leão. Ainda bem que tem um monte rodando para apreciarmos por mais uns bons anos! Abração.
Fechamos mesmo! É ímpar o ruido do DS11. O Detroit é diferente e embora saibamos da força do Detroit, parece que ele está sempre girando forçado.
Enquanto isso, sempre que ouco um DS11, parece sempre que o motor está trabalhando folgado, que sobra motor. É um motor potente, não há duvidas mas parece que sempre está sobrando, independente da carga que está puxando. Um espetáculo!
Pra amantes de caminhão não há ronco de motor mais fantástico que o do 113, chega a ser uma sinfonia.
Amigo André, o ronco dos 111, 112 e 113 é muito bonito mesmo! Um abraço.
e possivel informar quantas unidades do 143h foram vendidas no brasil pois era muito dificil se avistar um caminhao desses
Ivo, segundo os relatórios da ANFAVEA, foram produzidos apenas 350 cópias do Scania T143 H 4×2, entre 1991 e 1995. Os V8 deixaram de ser produzidos naquele ano, incluindo os R cara-chata e T bicudos, tanto em 4×2 como 6×4 (H e E, respectivamente). Por coincidência, ontem avistei um T143 H estacionado na região de Interlagos, mas deixei de fotografá-lo. Se tivesse me dado conta de sua raridade, certamente a pressa teria ficado em segundo lugar. Grato pela boa pergunta. Abraço.
Evandro, esses relatórios ainda estão disponíveis? Eu estou procurando a produção de algumas picapes nacionais e não estou encontrando.
Aproveitando o comentário, eu sou do contra (pra variar…), enquanto todos gostam do ronco do 113 (eu também gosto, não nego), mas prefiro o ronco dos V8. Quero compartilhar 3 vídeos, sendo 2 do 14 litros e 1 do 16 litros.
1 – http://www.youtube.com/watch?v=4bZbRDES3bA
2 – http://www.youtube.com/watch?v=wZPWj-BEjkk
3 – http://www.youtube.com/watch?v=waRumlv3o3c
Apreciem sem moderação! : )
Fernando, muito grato pelos vídeos! Bem legais. Quanto aos relatórios, eles foram fotografados dos originais há tempos atrás e estão sendo gradualmente vertidos para o excel, para ficarem mais fáceis de se digerir. Não tenho autorização para divulgar tais relatórios aqui no site. Se você precisar de alguma informação específica, como sobre as picapes citadas, terei prazer em te ajudar.
Um grande abraço.
Eu sou fã das picapes Silverado e Grand Blazer, como já te falei em outra postagem. Solicitei pra GM as estatísticas de produção delas, mas me enrolaram e não disseram nada. Se vc puder me passar dados relacionados, eu ficaria muito agradecido!
Abraço
Ok, Fernando. Vou tentar compilar e te envio. Abraço.
Tenho fotografia de minha autoria de um T143 E ano 95 cab Topline, este não se encaixa nas 350 unidades, correto? Eu também posso ter acesso aos dados da Anfavea?
Ei Evandro, insere meu blog nos parceiros, eu apresento detalhes por lá e divulgo teu site.
Bruno, o 143 Topline se encaixa sim nas 350 unidades. Quanto aos dados da Anfavea, eu não tenho autorização para divulgar, pois foram fotografados dos relatórios originais. Mas me pergunte o que quer saber que tentarei responder, consultando-os.
Vou colocar sim o seu blog nos links. Grato pela sugestão.
Obrigado.
Evandro em relação ao comentário de vocês pelo ronco dos 113h principalmente os 360 eles são na minha opinião os melhores de todos os tempos e acredito que também na opinião e de muitos 113 é forever ele é o cavalo mecânico que mais tem uma ligação com o pessoal da minha idade de 25 aos 30 anos que remete ao ronco do motor a viagem e estrada quando si escuta quanto loucos pelos cma-cometa si identificam com este ronco, é musica e que também quando si escuta você pode estar dormindo na sua cama na maior escuridão e um passa na rua si sabe que é um “Scania” marcante mesmo, meu pai falava muito sobre o choro do v8 do f8 big job eu vou comentar com meus netos sobre o ronco do 113!
Luiz, tem toda razão. Eles fazem parte (ainda) de nossa rotina e são deliciosamente indescritíveis.
Recordo-me que meu finado pai estacionava no acostamento em serras, só para curtir o ronco estridente dos poucos GMC (Detroit) que ainda rodavam no começo dos anos 70. Apesar de também fantásticos, eles não marcaram tanto as pessoas de nossa geração (nascidos dos anos 60 em diante), como o Scania 11 litros.
Além dos caminhões, os ônibus da marca também ofereciam o som espetacular do D11 e DS11. Os BR116 da Cometa, por exemplo, quando deixavam a rodoviária deixavam uma música no seu entorno!
Grande abraço.
Falando em ronco de motor diesel, aproveito a deixa dos comentários sobre esse assunto para compartilhar um pouco das “pirações” de um apaixonado por motores diesel.
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-> Ronco feio – MBB OM352 (todos), Perkins de 3 e 4 cilindros de injeção indireta (A3.152, 4.203 e 4.236), MWM Sprint 4.07 (S-10 e Frontier)
-> Ronco bonito – MWM D229/6 aspirado, Cummins ISBe4 (F-250), MWM Sprint 6.07 (tanto Silverado quanto F-250), International DT444/Powerstroke V8 7.3, NGD3.0E
->Inconfundível – Maxion/International HS2.5, MWM D-229/4
-> Inesquecivel – Scania DS11 e Detroit Diesel 4.53
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A rua de cima daqui de casa corta praticamente metade da cidade. Assim, é comum caminhões vindos do Paraná via BR-153 cortarem por dentro de Garça para chegarem mais rapidamente a SP-333 e dela para a SP-300 (Rondon) ou seguirem para Ribeirão Preto. Dessa forma e comum o tráfego de carretas nessa rua (que nem é tão larga assim)
Sempre escuto carretas passando especialmente de madrugada, mas quando vem uma Scania com o DS11….é uma musica!
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Daniel, acho que estamos totalmente de acordo com o “roncômetro” proposto por você.
Legal que você tem a chance de ouvir os DS11 sem sair de casa. Aqui onde moramos, tem um Corpo de Bombeiros que serve a região do Aeroporto de CGH. Vira e mexe somos agraciados com o ronco espetacular dos Detroit 8V92 de 350 hp com caixa automática Allison dos auto-bomba e auto-escada Pierce importados, saindo frenéticos da base para atender as ocorrências. É de arrepiar!
Abração e grato pela criativa colaboração!
Evandro e quanto as caixas GR 900 e GRS 900 que tambem equiparam os 113 e 143 quando elas surgiram? Pelo que sei eram mais reforçadas. Outro comentario que ouço de alguns mecanicos e motoristas é que muitos proprietarios de 143 trocavam as caixas de 10 marchas pela GRS 900 pois aquela caixa GR 881 eram muito dificeis as peças de manutençao no mercado de reposiçao paralelo.
William, pela escassa literatura que disponho sobre o tema, aparentemente as GR 900 e GRS 900 parecem ter surgido com a Série 4, mas agradeço se algum leitor amigo, mais douto em Scania, pudesse confirmar. Grato pelo comentário sobre a 881. Um abraço.
Não sei se cliquei no local certo para replicar, peço desculpas antecipadas. O câmbio GR900 (8 marchas, sem as reduzidas, sendo 4+4+C) já aparece na linha 1995 do 113. O meu primo pegou uma 113 H 360 em set/96 com este câmbio e detalhe muito interessante, as marchas da caixa baixa “choravam”, logo depois quando se transferia para a caixa alta, o ruído acabava.
E sobre a GRS900 (12 marchas com reduzidas, sendo 3+3+C), tenho foto até da alavanca onde cliquei de uma T143 H 450 ano 95, e vários 113 saíram com este câmbio raçudo, até os últimos fabricados, ano de 1998.
A nomenclatura da Scania para caixas é mais ou menos assim:
G: gearbox
R: range [caixa alta e baixa]
S: splitter [reduzida]
90: torque suportado [não sei a medida desse 90]
0: fase de desenvolvimento [hoje está na 5]
Bruno, grato pelo completíssimo e esclarecedor comentário!!! Abraço.
Outra duvida as embreagens de disco duplo sairam de linha nesta serie?? pelo observado acima a embreagem do 113 360 era a mesma do 143.
William, a descrição geral para as duas embreagens, a K 432 e a K 422 menciona “monodisco a seco”. Aparentemente, não havia disco duplo. Grato.
De acordo com catálogo técnico, a nomenclatura sobre embreagens é assim:
K: tipo
42 ou 43: diâmetro em cm
2: quantidade de superfícies de fricção
Essas superfícies eu creio que sejam os lados do disco.
Bruno, obrigado por mais uma colaboração importante. Abraço.
olha, eu já vi vários 113 com a GR900 (de 96 em diante) e alguns 143 com a GRS900. infelizmente não sei dizer se eram originais assim, mas o fato é que tem bastante 113 dessa época usando GR900.
Fernando, talvez as caixas da série 900 tenham mesmo sido implementadas antes da Série 4. Precisamos nos aprofundar no assunto. Grato pela colaboração. Abraço.
Fernando, corrigindo meu comentário acima, certamente os Série 3 usaram as caixas GR e GRS 900, como atestam os amigos, e como agora me recordo de um amigo de Londrina, cujo pai tinha um T113 H com GR 900 de 8 marchas. Desculpe a falha. Abração.
Originais.
ja vi varios 113h 360 ano 1997 com a caixa de 8 marchas a frente original de fabrica essa mudança seria em funçao de uma nova calibragem de torque do motor com a chegada das normas euro 1 ou 2?
Ivo, de fato, descobrimos que as caixas GR 900 (8 velocidades) e GRS 900 foram introduzidas na Série 3. Vou pesquisar se foi junto com os motores Euro 1. Grato por comentar. Abraço.
De acordo com meus levantamentos, 1995 >
Bruno, faz todo o sentido. Grato pela ajuda!
tenho um 143h com grs900 original ja u 113 nao sao todos mais tem tamen ..ok…
Amigo Emerson, grato por comentar. Abraço.
Informa o ano do cargueiro pra nós.
Ah, uma curiosidade que esqueci de mencionar: A versão 6×6 foi lançada na linha 112, lá por 89 ou 90 (tenho que conferir na revista da época) e quando veio a série 3, o 6×6 permaneceu, era o 113 HK 6×6. Na publicação da nova série 3 não aparecia nenhuma imagem do 6×6, mas falava de todos os detalhes técnicos dele, tudo na revista Rei da Estrada.
Fernando, bem lembrado! Tinha o HK. O Corpo de Bombeiros de SP ainda tem em seu inventário HK 4×4. Abração.
Em 1987 já tinha o HK.
BOA NOITE….
TA BACANA OS COMENTARIOS …. POREM DESCORDO UM POUCO DO “RONCOMETRO” DO AMIGO DANIEL, MA SGOSTEI DA IDÉIA, DA PRA MONTAR UM RANKING DOS MAIS COTADOS….
NA MINHA FICAVA ASSIM…(detalhe que eu usei o velho ctrl c = ctrl v, apenas editei, é a tar da prequiça…)
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-> Ronco feio – , Perkins de 3 e 4 cilindros de injeção indireta (A3.152, 4.203 e 4.236), perkins 6.358 ,MWM Sprint VW 8-150 DELIVERY, OM-616 (MB 180 D), MWM D229/6 (PARECIA QUE NA LENTA TAVA TROPICANDO …),
-> Ronco bonito – cummins serie C, E INTERACT 4 e 6, OM-352 A, OM-366 LA, MWM X-10 E X-12 (tanto 4 como 6 cilindros)
->Inconfundível – , FNM principalmente o 120 08, OM-457 LA, Detroit Diesel 4.53, DS-14
-> Inesquecivel – FIAT 8210 (tanto turbo como aspirado), DS-11, OM-447 LA, proximos ,mas nessa ordem…
COLOCO AINDA ,UMA LINHA A MAIS , QUE LEVA QUEM CONHECEU A UMA VIAGEM NO PASSADO
->toque de nostalgia – OM 352 , FNM 120.50, PERKINS, OM 355/5 , DETROIT, E O SERENO WILLIS HURRICANE….
ISSO É UMA OPNIÃO MINHA, CLARO QUE RESPEITO E ADMIRO A DOS DEMAIS, MAS APROVEITEI O GANCHO DO AMIGO DANIEL, ACHO QUE AINDA MERECEM SER LEMBRADOS ALGUNS COMO OS ESTRALOS DO OM-321, O O ARDIDO DOS DEUTZ, O NGD DO 19/25-370, QUE FICAVA MUITO BONITO COM UM ESCAPE DIRETO, E ASSIM VAI…
Amigo Reginaldo, obrigado por sua versão do “roncômetro”! Grato também por suas recentes colaborações, que serão postadas em breve. Um abraço.
kkkkkkk
MWM 229/6 na lenta parece que tá tropicando….bem isso mesmo!!!!!
Fez lembrar o Valmet 118/4 de um amigo meu que parece que tá falhando….e do meu ex. F-11000
Mas o que eu gosto do som do D229/6 é quando acelera….ai sim parece que ele urra!!!! Especialmente nos Valmets 118
Tem razão. Creio que parte deste comportamento esteja no regulador de velocidades RSV industrial usado nestes motores e mesmo no irmão 4 cilindros do F-4000. Aliás, quando o governador entrava em “surge”, criava aquele indesejável e até engraçado efeito pula-pula no 4000. Abração.
Qual a diferença do 113 320 com o 360? O que muda?É só bomba e bico?
Caro João, boa pergunta. Vou precisar pesquisar. O material que deve responder seu questionamento está em casa e, no momento, estou fora. Assim que retornar, vou verificar, ok? Grato.
Pressão de combustível, pressão de turbo, ponto, e o injetor do 360 conta com um furo a mais.
Amigos sou apaixonado por caminhões e estou construindo minha primeira miniatura de madeira uma 113 se vcs tiverem as medidas delas vcs me ajudariam muito deixo aqui meu imail claudio.mafiaazul@gmail.com
Obrigado
Olá, Cláudio. As medidas que temos são as que estão nas ilustrações do folheto. Obrigado pela visita.
Meus queridos. Amigos. Como pode vcs esquecer. Os roncos. Dos mercedes 355/5 dos 1519 2219 e2220 também. São. Maravilhosos estes roncos. Certo q o da 113 é inconfundível e o mais. Bonito. D todos