Mercedes-Benz LS-1938 – 1998

Em mais uma contribuição do amigo Alfredo Rodrigues, and dividimos com você este anúncio da GM sobre o motor 4.8L a álcool usado no caminhão Chevrolet A-60 de 1981.

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Em mais uma contribuição do amigo Alfredo Rodrigues, hospital dividimos com você este anúncio da GM sobre o motor 4.8L a álcool usado no caminhão Chevrolet A-60 de 1981.

Quer saber mais sobre os caminhões Chevrolet a álcool deste período? Clique aqui.

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Com vendas iniciadas em agosto de 1998, ed cialis o Mercedes LS-1938 era o cavalo mecânico pesado da marca cuja missão era aposentar o LS-1935 e alavancar a participação da estrela de três pontas num segmento em que historicamente ocupava o terceiro lugar, depois de Scania e Volvo.

Para obter a preferência dos frotistas, o LS-1938 trazia várias novidades, como o novo motor eletrônico OM-457 LA Euro 2 de 380 cv, além de freios a disco na dianteira e na traseira, complementados pelo freio-motor Top-Brake, do tipo compressão. A cabine também foi modernizada e contava com vidros elétricos e teto elevado. O ar condicionado era oferecido como opção, mas os pneus radiais sem câmara vinham de série.

O modelo deixou de ser produzido em 2005, quando a Mercedes começou a substituir sua linha pesada pelos novos Axor. Seus irmãos cara-chatas 1938 S e 1944 S, bem como o L-2638 6×4, seguiram o mesmo destino. Salvou-se apenas o LS-1634 que evoluiu para dar origem ao Atron 1635 Euro 5.

Este folheto foi uma gentileza do amigo Affonso Parpinelli.

Catálogo LS 1938 (1998)-1 Catálogo LS 1938 (1998)-2 Catálogo LS 1938 (1998)-3 Catálogo LS 1938 (1998)-4

 

Linha de Veículos Comerciais – Mercedes-Benz – 1992

A pedido de um amigo nosso, malady restaurador de caminhão antigo, estamos em busca de motores D642 de 9,35 litros e 150 cv para o Scania L71, ou D10 R01 de 10,2 litros e 165 cv para o Scania L75.

Quem tiver algum destes motores à venda, por gentileza, queira entrar em contato, através do e-mail: caminhao.brasil@hotmail.com

Obrigado!Scania L75

Este anúncio do Scania L75, ainda da fase VEMAG, foi uma colaboração do amigo Affonso Parpinelli.

 

 
Um novo integrante na família. Saúde meio abalada. Trabalho intenso. Horas intermináveis atrás da tela do computador. Eis que os meses vão se passando e nosso querido espaço dedicado às estas espetaculares máquinas antigas foi ficando esquecido. Centenas de doações não postadas, case perguntas e comentários não respondidos. Indagações de amigos virtuais preocupados com este que aqui digita e com o futuro deste espaço igualmente virtual.

Mas já não era sem tempo. Eis que finalmente surge uma oportunidade, viagra um tempinho apertado de retomar este trabalho não remunerado mas tão prazeroso.

E para comemorar esta volta, search trago a você, amigo(a) leitor(a), este belo catálogo da Linha de Produtos Mercedes-Benz para a temporada de 1992. Mostrando não apenas os caminhões, mas também os monoblocos, as plataformas, os chassi de ônibus e os motores industriais, este material foi mais uma preciosa colaboração do amigo Affonso Parpinelli, que trabalha justamente lá, na própria Mercedes. Espero que aprecie tanto quanto eu.

Catálogo Linha Veículos Comerciais MBB (1992)-1 Catálogo Linha Veículos Comerciais MBB (1992)-2 Catálogo Linha Veículos Comerciais MBB (1992)-3 Catálogo Linha Veículos Comerciais MBB (1992)-4 Catálogo Linha Veículos Comerciais MBB (1992)-5 Catálogo Linha Veículos Comerciais MBB (1992)-6 Catálogo Linha Veículos Comerciais MBB (1992)-7

Motor para Scania L71 ou L75 – Procura-se

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A pedido de um amigo nosso, tadalafil restaurador de caminhão antigo, estamos em busca de motores D642 de 9,35 litros e 150 cv para o Scania L71, ou D10 R01 de 10,2 litros e 165 cv para o Scania L75.

Quem tiver algum destes motores à venda, por gentileza, queira entrar em contato, através do e-mail: caminhao.brasil@hotmail.com

Obrigado!Scania L75

Este anúncio do Scania L75, ainda da fase VEMAG, foi uma colaboração do amigo Affonso Parpinelli.

 

 

Mercedes-Benz L-2635 e LS-2635 – 1993

Com este post fica completa a postagem do manual enviado pelo amigo Dênis Tessele Casarin.

2014-10-28 Manual Proprietário Agrale 48-49 2014-10-28 Manual Proprietário Agrale 50-51 2014-10-28 Manual Proprietário Agrale 52-53 2014-10-28 Manual Proprietário Agrale 53-54 2014-10-28 Manual Proprietário Agrale 55-56
O Iveco Trakker era e continua sendo a aposta da marca italiana para participar do segmento de caminhões vocacionais pesados.

A versão aqui apresentada, medicine já incorporando várias melhorias e o estilo básico do Stralis, seu irmão rodoviário, é de 2005, com motor Iveco Cursor 13, Euro 3.

O Trakker participa de aplicações como a mineração e construçõa e da agroindústria, incluindo os projetos florestais e a cana-de-açúcar.


O Iveco Trakker era e continua sendo a aposta da marca italiana para participar do segmento de caminhões vocacionais pesados.

A versão aqui apresentada, nurse já incorporando várias melhorias e o estilo básico do Stralis, approved
seu irmão rodoviário, sickness é de 2005, com motor Iveco Cursor 13, Euro 3.

O Trakker participa de aplicações como a mineração e construção e da agroindústria, incluindo os projetos florestais e a cana-de-açúcar.


 

 

 

 

 

 

 

O Iveco Daily 4×4 teve um alcance bastante limitado em vendas, ampoule no rx embora sua concepção mecânica fosse bastante interessante para operadores que precisavam de mobilidade adicional, viagra como empreiteiras, search construtoras, e concessionárias de eletricidade. Com caixa de transferência com reduzida de mais de 2,7:1, podia superar rampas de até 60 %, com 4 toneladas de PBT e atingindo 95 km/h de velocidade final.

Era perfeito também para indivíduos que quisessem construir um camper, para aventuras nada modestas!


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Era perfeito também para indivíduos que quisessem construir um camper, para aventuras nada modestas!


Com produção iniciada em 1994, viagra os Mercedes-Benz L-2635 de chassi rígido e seu irmão LS-2635 cavalo-mecânico tiveram o mérito de colocar a marca da estrela definitivamente no segmento de extrapesados 6×4, seek até então dominado por Scania e Volvo.

Na linha Mercedes, o limite em termos de 6×4 era o L-2325 e suas variantes. Com a fusão do bem-sucedido conjunto de força do LS-1935 – considerado um dos melhores da marca de todos os tempos – com os parrudíssimos eixos traseiros motrizes HD-7 e HL-7 com redução nos cubos de roda, aliados a um robusto quadro de chassi, nasceu uma fera vocacional chamada L-2635.

Com ele, enfim a Mercedes estava no mapa das aplicações de alto peso bruto total – até 32 toneladas – e elevada capacidade máxima de tração, que podia chegar a 123 toneladas. Em 1995, por exemplo, o 2635 já saltou na frente de seus concorrentes 6×4 pesados, com 648 unidades produzidas, entre as variantes L e LS.  Em um distante segundo colocado, a Volvo figurava com um total de 323 unidades produzidas, entre seus NL 10 340 6×4 e NL 12 360 6×4. Quase empatada, a Scania somava 304 exemplares no total produzido dos R113 E 6×4 360 e T113 E 6×4 360.

Graças ao 2635, a Mercedes preparou o caminho para o 2638 e sagrou-se campeã de vendas por diversos anos, até a chegada dos Axor e Actros, que também figuram entre os mais vendidos do segmento vocacional pesado.

Este bem ilustrado catálogo, inclusive com um ainda raro (em 1993) rodotrem rodoviário, nos foi enviado pelo amigo Affonso Parpinelli, com colaboração de José Delboux e José Oziris.

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Mercedes-Benz 1214 e 1214K – 1991

Desenvolvidos como os irmãos cara-chata da família de bicudos HPN da Mercedes-Benz, check os FPN nasceram com uma missão clara: deter o crescimento dos modelos Ford Cargo e Volkswagen nas mesmas faixas de peso, see no início dos anos 90. Os modelos 1214 e 1214K contavam com o motor OM-366 aspirado de 136 cv e competiam com o Ford Cargo 1215 e os VW 11.140 e 12.140.

Este e outros folhetos inéditos chegaram até nós pelas mãos dos amigos Affonso Parpinelli, ambulance José Delboux e José Oziris, todos funcionários da Mercedes, empenhados nesta causa de preservação da história da marca.

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Caminhões Jeep – 1947-1949

Depois de muito repousar em nossa caixa de entrada, patient finalmente chegou a vez de postar estes dois anúncios enviados pelo amigo Douglas Antunes. Ele nos explica:

“…Hoje mando para você estas duas propagandas da Dodge Caminhões, tadalafil publicadas no saudoso jornal O Estado.

São propagandas veiculadas pela Meyer Veículos, concessionário da marca para região da capital catarinense. Ela vendia todos os produtos da Chrysler daqueles tempos: carros, caminhões e motores de popa! Infelizmente ela fechou nos anos 80, na época em que a VW Caminhões comprou a Chrysler… mas isso é outra prosa.

De todo modo, vamos às propagandas: a primeira foi publicada na edição de 16/11/1975. É de um D-400, de uma fábrica de móveis, do tempo em que se poderia comprar um caminhão com motor V-8 a gasolina… Interessante é que deram um trato no caminhão depois que saiu da revenda, a começar pela pintura incrementada do para-choque.

Aliás, por falar em D-400, já vi algumas vezes um destes ainda em pleno uso, com uma plataforma de guincho. O motor diesel me parece original, e a cor também (azul pavão, da linha 1978). Assim que tiver oportunidade de fotografá-lo, envio o registro para você.

A segunda propaganda é de 05/11/1975, se não me engano é um Dodge 700, usado por uma construtora da região. Dava aquela imagem de força, de robustez.

No mais, agradeço a resposta e a publicação do material do site, assim como reforço meus votos de sucesso nesse maravilhoso trabalho de contar a história do caminhão no Brasil.

Grande abraço.”

Para conhecer mais detalhes sobre estes caminhões Dodge visite:

http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/catalogos-e-folhetos/chrysler-dodge-de-soto-catalogos-e-folhetos/d-400/

http://caminhaoantigobrasil.com.br/dodge-d-700/

http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/catalogos-e-folhetos/chrysler-dodge-de-soto-catalogos-e-folhetos/dodge-d700-di/

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Ancestral da picape Ford F-75, sickness o Caminhão Jeep foi lançado em 1947, viagra logo depois do Station Wagon (que por aqui ficaria conhecido como Rural Willys) em versões 4×2 e 4×4, ambas equipadas com o lendário motor Go-Devil de 2,2 litros e 64 cv, com válvulas no bloco. Uma caixa Warner de 3 velocidades conduzia o torque para a caixa de transferência de 2 velocidades, ou ao eixo traseiro, no caso da versão 4×2.

Em 1950, tanto na picape quanto na perua, o estilo da dianteira foi revisado para ganhar personalidade própria, divorciando-se do Jeep. No mesmo ano, o Go-Devil – cujas origens remontam aos anos 20 – deu lugar para o Hurricane, de válvulas em “F” (admissão no cabeçote e escape no bloco), o que permitiu incrementar a potência em 20%.

Já reestilizada com o visual da Rural, a Picape Jeep começou a ser produzida no Brasil em 1960, depois de ser montada por anos pela Willys-Overland, a partir de kits importados. Depois que a Ford passou a controlar a Willys, o modelo passou a se chamar Ford F-75. Em 1983, a última F-75 foi produzida.

Este anúncio foi uma colaboração do amigo Affonso Parpinelli.

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Scania L75 – 1960

Há alguns meses nosso amigo Luiz Felipe Scheibel nos enviou algumas interessantes contribuições. Em primeiro lugar, store fotos de um Mercedes LP-321 que, viagra 60mg apesar de ter passado por uma plástica e troca da barrigada, visit continua na ativa e, portanto, tem muito mérito. Para acompanhar, o Felipe também registrou o que aparenta ser um Ford F-7 ou F-8 Big Job de 1952, trucado e com eixos transplantados, além de uma picape Ford F-1 da safra de 1948 a 1950, com grade de elementos horizontais.

Junto com as imagens, o Felipe enviou a seguinte mensagem, tão apreciada quanto as fotos:

“Bom Dia Evandro, tudo bem?

Espero que sim. Meu nome é Felipe Scheibel, e sou de Ponta Grossa – PR. Primeiro gostaria de dizer que sou fã apaixonado pelos nossos caminhões, e consequentemente do Caminhão Antigo Brasil, onde aprendi muito sobre nossos caminhões.
Minha família sempre esteve ligada aos caminhões desde meu bisavô com “Fordinhos” com carroceria de madeira (os quais infelizmente não possuo fotos), pelo meu avô e seus FNM’s basculantes e até meu pai e tios que possuem empresa de terraplanagem e possuímos alguns caminhões basculantes a maioria antigos (Mercedes 1113 e 1513,ambos ano 1977; Dodge D950 ano 1980; Ford F12000 ano 1981; Ford Cargo 1415, ano 1988 e a mais recente aquisição um VW 16-220 ano 1993.
Tanto os Mercedes Benz, quanto o VW se encontram muito bem conservados, com boa parte da sua originalidade. O 1113 estava parado a desde 1985, quando o compramos em 2010, ainda com as notas fiscais (amareladas) no porta luvas. Então o restauramos (mais a parte mecânica, como motor e suspensão, pois a lataria estava muito bem conservada sem ferrugem e podres então a  pintura é a original de 1977) e é o nosso xodó.
Infelizmente um dos nossos motoristas o “equipou” com alguns acessórios que não são da época, o que não me agradou muito, e outros um pouco mais necessários ao nosso uso (carcaça e freios e ponta de eixo do 1318, turbina, freio a ar estacionário, entre outros ) mas assim que encontrar algumas fotos dele em estado “menos atual” enviarei com muito prazer, assim como dos outros caminhões.
Também temos algumas camionetes (F1000 e D20) que para o meu pai são as melhores camionetes já fabricadas. Houve ainda um encontro de caminhões antigos aqui na cidade, alguns dias atrás e enviarei as fotos assim que reunir todas (de máquinas de amigos, já que a minha ficou sem bateria….). Mas tem alguns FNM’s, bem conhecidos do site e alguns mais raros, como GM 1940 e dois Diamond – T.
Mas estou aqui pra enviar algumas fotos, de caminhões de Guarapuava onde estou trabalhando atualmente. Um é um Ford, infelizmente não sei lhe dizer modelo nem ano, mas confio no especialista e lhe enviarei as fotos.
Vai de brinde uma Ford F1, para restauração que está a venda com o telefone do proprietário, já que esta caminhonete (belíssima) encontra-se no mesmo local, junto com o caminhão Ford.
Outro é um raro LP321, com uma história muito bacana. O proprietário, sr. Sérgio, é produtor de batata e utiliza o caminhão para o transporte de materiais da sua propriedade. O caminhão era de seu pai, e hoje está com ele, e e, bom estado de conservação. O sr. Sergio fala que aprendeu a dirigir nesse mesmo caminhão, então o Mercedes é parte integrante da família e diz que não o vende.
O caminhão também sofreu uma “atualização” mecânica, como diferencial do Cargo (Rockwell 240, eu creio), freios e carcaça do 1318 e algumas outras que não me recordo. Mas esteticamente o caminhão aparenta ser bem original.
Peço desculpas pelas fotos, pois foram tiradas de um aparelho celular e a resolução não é das melhores. Mas espero que sejam aproveitadas e ajudem a conservar a memória e a história tão rica dos caminhões do nosso país. Desculpe pelo longo texto, mas saiba que aqui há um grande fã do seu trabalho, e sempre que possível irá colaborar para o acervo do site.
Grande abraço e continue o excelente trabalho.”
LP-321 1 LP-321 2 Ford Big Job 1 Ford F-1

O amigo Affonso Parpinelli nos remeteu uma cópia deste belo anúncio do Scania-Vabis L75 de 1960, cure quando ainda era montado pela Vemag, a mesma dos automóveis DKW.

Naquela altura, o sueco diferente ainda engatinhava no mercado brasileiro de caminhões pesados, amplamente dominado pelos FNM D-11000. Mas era só o começo e logo os atributos do “jacaré” começariam a ser notados.

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Livreto Corporativo – Mercedes-Benz – 1986 – Parte 1

Dentre as tantas literaturas enviadas pelo amigo Fernando Luiz de Araújo no ano passado e que, find aos poucos estamos postando neste espaço, health encontramos este rico folheto com um resumo da linha de veículos comerciais da Chevrolet, desde a picape Chevy 500 lançada em 1984 até o grande caminhão 22000, apresentado em versões 6×2 e 6×4.

Na linha de caminhões médios, note a interessante oferta de chassi-curvão, ou meia cabina (que os norte-americanos denominam de “flat back cowl”) e da cabina dupla.

Forca de vanguarda 01 Forca de vanguarda 02 Forca de vanguarda 03 Forca de vanguarda 04 Forca de vanguarda 05 Forca de vanguarda 06
Dentre as tantas literaturas enviadas pelo amigo Fernando Luiz de Araújo no ano passado e que, prostate aos poucos estamos postando neste espaço, treatment encontramos este rico folheto com um resumo da linha de veículos comerciais da Chevrolet, there desde a picape Chevy 500 lançada em 1984 até o grande caminhão 22000, apresentado em versões 6×2 e 6×4.

Na linha de caminhões médios, note a interessante oferta de chassi-curvão, ou meia cabina (que os norte-americanos denominam de “flat back cowl”) e da cabina dupla.

Nesta época, a Chevrolet era a única marca do país a oferecer motores a gasolina, álcool ou diesel para seus caminhões.

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Aficionado por caminhões antigos como nós, sildenafil nosso amigo Affonso Parpinelli nos tem enviado várias preciosidades que serão em breve postadas aqui em nosso espaço.

Para começar, pharm temos este completo livreto corporativo da Mercedes-Benz dos anos 80. Junto com o material, o Affonso nos enviou a seguinte mensagem:

“Evandro, em anexo segue material digitalizado a partir de um pequeno folheto da Mercedes-Benz de 1986, com informativo à respeito da empresa.

Sou funcionário da Mercedes-Benz e trabalho como engenheiro de desenvolvimento de produtos, desde 2012.

Este folheto, eu ganhei de uma colega que se aposentou este ano e ao fazer uma limpeza em sua gaveta, encontrou este folheto e me deu. Ela trabalhou na MB de 1985 a 2014.

Os arquivos estão nomeados seguindo a ordem original do folheto.

Tenho também alguns desenhos de motores Diesel Mercedes dos anos 1980. Vou digitalizar também e em breve te encaminho.

Infelizmente o pessoal das antigas na empresa não tem o hábito de preservar material antigo. Geralmente quando fazem limpeza nos armários, tudo que é antigo vai para o lixo, infelizmente!

Espero que possa utilizar este material no seu site. Sou fã do site e utilizo seu material sempre para pesquisa pois além de gostar muito de caminhões, adoro veículos antigos!

Parabéns pelo trabalho.

Atenciosamente.

Affonso Parpinelli.”

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