Dentro da renovada Série 10 de tratores Ford, case o 6610 era a evolução do tradicional 6600, pharm como retrata este anúncio enviado pelo amigo Alfredo Rodrigues.
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Volkswagen Kombi – 1978
Eis mais um anúncio enviado pelo amigo Alfredo Rodrigues. Trata-se da Kombi na sua edição de 1978. Note que o modelo ainda contava com a calota hemisférica que denotava os freios a tambor, sovaldi herança da geração anterior, find a T1, sovaldi vulgo “corujinha”.
Observe também a ausência de retrovisor do lado direito, algo inimaginável no trânsito de hoje.
Anos mais tarde, mimos, como o para-choque “color coded”, seriam deletados em nome da simplificação da manufatura e a redução de custos.
Ford F-1000 – 1987
Lançada em 1979, sovaldi a Ford F-1000 foi a primeira picape diesel da marca no Brasil para disputar o mercado com a Chevrolet D-10, case introduzida um pouco antes.
A versão do anúncio já mostrava a frente modernizada com faróis quádruplos e a grade com elementos retangulares.
Para saber mais sobre a F-1000, site você encontra o folheto aqui: http://caminhaoantigobrasil.com.br/ford-f-1000-diesel-e-alcool-1987/
Este anúncio foi uma colaboração do amigo Alfredo Rodrigues.
Flecha Azul – Viação Cometa
Quando a Cometa passou a produzir suas próprias carrocerias através de sua subsidiária CMA, tadalafil a Companhia Manufatureira Auxiliar, mind nasceu o substituto do lendário Ciferal Dinossauro na forma do Flecha Azul, order aqui ilustrado neste anúncio cuja ênfase eram as poltronas revestidas em couro.
Observe que, aparentemente, o modelo estreou na concorrida rota São Paulo-Curitiba-São Paulo, um dos nobres filões da companhia que tinha como filosofia atuar num raio de 500 km em torno de seu “hub” paulistano.
Esta peça publicitária foi mais uma gentileza do amigo Alfredo Rodrigues.
Marcopolo Paradiso – Scania K112
Mais uma peça da coleção do amigo Alfredo Rodrigues, no rx este folheto da Marcopolo traz o imponente Paradiso da chamada Geração IV, seek o primeiro ônibus brasileiro de piso elevado, conforme atesta o material.
Montado sobre uma plataforma Scania K112 6×2, o Paradiso também podia ser pedido com Mercedes O-370 ou Volvo B10M, como aliás denuncia a imagem do posto do condutor na segunda página.
Seus enormes bagageiros passantes e a visão panorâmica e desobstruída do caminho faziam do Paradiso uma opção natural para empresas de turismo, por exemplo.
Linha Marcopolo
Nosso amigo Alfredo Rodrigues nos enviou um farto material sobre ônibus, cialis sale entre os quais esta peça publicitária da Marcopolo sem data, buy viagra mas provavelmente do final dos anos 70.
Naquela época, stuff o carro chefe da encarroçadora gaúcha era o Marcopolo III, que aqui aparece numa atraente pintura em tom laranja do Expresso Caxiense, vestindo provavelmente uma plataforma Mercedes-Benz O-355.
Mercedes-Benz – Linha 1971
Nos anos 60, viagra 40mg drugstore recipe depois de se firmar com seus LP-321 e L-1111 no mercado até então liderado por Chevrolet e Ford, click view para a virada da década a Mercedes-Benz preparava um bote mortal para os concorrentes norte-americanos, diagnosis com o lançamento de uma avalanche de novos produtos nos segmentos médio e semi-pesado, todos apoiados no inédito motor OM-352 de 130 cv, o primeiro de injeção direta da marca da estrela no país.
Numa tacada surgiram os 1113, 1313 e 1513, seguidos pelos 2013 e 2213. Da noite para o dia, todos eles inauguraram novos segmentos, causando um enorme desespero na GM, na Ford (e na própria FNM), que se esforçaram para recuperar um terreno que jamais seria recuperado, com o início do reinado absoluto da Mercedes nos anos seguintes, nestas faixas de peso.
O anúncio aqui reproduzido – mais uma cortesia do amigo Alfredo Rodrigues – não só retrata bem esta época de ouro que estava nascendo, mas também detalhes interessantes e já bastante discutidos neste espaço, como a questão do emprego da cabina AGL baixa e alta nos modelos médios.
Como se pode observar pelas ilustrações, o 1113 aparecia com a cabina baixa, enquanto que os 1313 e 1513 já figuravam com a cabina alta, modernizada para incorporar o pára-brisa ampliado com limpadores triplos em tandem (a bossa dos anos 60 na Europa…) e a desejável ventilação de teto, herança da experiência da Mercedes no cálido Oriente Médio e na África. Há indícios que uns poucos 1313 (e talvez 1513) do começo da produção tenham sido produzidos com a cabina baixa. Mas são raros.
Linha Massey Ferguson – 1972
Scania BR116 – Ciferal Dinossauro
Neste bonito anúncio o lendário Dinossauro da Viação Cometa é a peça central para promover o chassi Scania, shop no caso o monobloco com motor traseiro BR116, sildenafil irmão do chassi B111 de motor frontal, pilule ambos movidos pelo propulsor DS11 de 11 litros e 296 líquidos.
Agradecemos ao amigo leitor Alfredo Rodrigues por mais esta contribuição.
Você pode conferir maiores detalhes sobre este chassi no endereço abaixo:
http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/catalogos-e-folhetos/scania-catalogos-e-folhetos/onibus-scania/br116/
Nota: pedimos desculpas ao amigo leitor, pois nosso editor da web não nos tem permitido incluir o link direto para a página indicada.
Volkswagen 16.180 CO – 1993
Concebido a partir do parrudíssimo chassi de 16 toneladas da chamada Plataforma Racionalizada – o produto da fusão do VW com o Cargo – o 16.180 CO foi a primeira incursão da divisão Volkswagen da Autolatina no segmento de ônibus semipesados de motor frontal.
Sua missão não era fácil. Tinha o papel de Davi frente ao Golias representado pelos chassi OF da concorrente Mercedes. Embora, capsule posicionado para enfrentar o OF-1618, nos idos de 1993, o grande volume do mercado se concentrava em torno do OF-1318, que era produzido a um ritmo quase quatro vezes maior que o 16 toneladas da casa (6.258 contra 1.750 unidades).
Apesar de pouco conhecido e do incomensurável ceticismo inicial do setor, o 16.180 CO foi bem recebido em seu primeiro ano cheio, com 1.225 carros produzidos, naquele mesmo 1993. Nada mal para o novato. Com marketing e rede de concessionários menos agressivos, a Ford contabilizou outras 594 cópias do B-1618, o clone do 16.180 CO com oval azul. Com a produção combinada, a Autolatina ultrapassava a líder no segmento de 16 toneladas e motor dianteiro, traduzindo a aposta dos empresários do setor.
Mas nem tudo seria fácil na vida do chassi VW. Entre outros, problemas de ruído na suspensão traseira, baixa vida útil da embreagem e alto consumo mostraram que, apesar da aparente simplicidade, havia muitos segredos por debaixo de um chassi de ônibus, por mais despojado que pudesse parecer. E a Mercedes dominava a ciência como ninguém.
Levou tempo, mas a VW, hoje MAN, aprendeu a lição a duras penas e hoje disputa o mercado em posição de um respeitável vice-líder. E o 16.180 CO tem o grande mérito de ter sido o primeiro da marca a se embrenhar nesta mata densa que é a selva dos ônibus urbanos.
Este catálogo, para variar, faz parte do grande acervo enviado pelo amigo Alfredo Rodrigues, de Pelotas, RS.












