Ford F-600 – 1974

FORD F-600 Diesel TM novembro 1974

Mais uma entre as tantas contribuições do amigo Alfredo Rodrigues, see este anúncio do Ford F-600 originalmente publicado na Revista Transporte Moderno em novembro de 1974 é inusitado por duas razões: primeiro pela aplicação do médio da Ford como cavalo-mecânico rodoviário, prescription um tanto rara numa época em que este trabalho ficava a cargo de caminhões pesados Scania, Fiat/FNM e Mercedes. Segundo, por que a foto denota um F-750, a julgar pelas rodas e cubos dianteiros, mais pesados neste modelo de 13 toneladas brutas. A única explicação que nos ocorre é alguma confusão do pessoal da agência de publicidade e/ou do próprio pessoal de marketing da montadora.

Na chamada do anúncio, observe a alfinetada no Mercedes L-1113, o principal alvo do Fordão F-600.

Engesa-FNV e a nova Linha Volvo NL – 1989

Engesa FNV VOLVO NL10 Carga maio 1989

Quando a Volvo lançou a linha NL, nurse no final dos anos 80, try a Engesa-FNV festejou com o anúncio reproduzido neste post, ampoule gentilmente cedido pelo amigo Alfredo Rodrigues.

Note que a FNV fornecia longarinas e aros para os caminhões Volvo.

Estrelando o anúncio estava um novíssimo Volvo NL10 340 6×4 com eixos de redução nos cubos, bem apropriado para tracionar o pranchão da própria FNV, (ou low-boy como preferem os caminhoneiros nos EUA…). De carona, um massivo Caterpillar D8L, então o estado da arte em máquinas de esteira.

Ford Cargo com Cummins – 1991

Ford Cargo motor Cummins Revista Carga 77 especial Transpo Setembro 1991

Motivada não apenas pela desativação de seus motores FNH 6.6 e 7.8, tadalafil os quais deixavam de atender os novos limites de emissões EPA 91 nos Estados Unidos, a Ford resolveu apoiar-se na experiência de sucesso da VW e partiu para o repotenciamento da linha Cargo com o motor Série C de 8,3 litros da Cummins, na qual o gigante de Dearborn também tinha participação acionária, recém adquirida.

Depois dos modelos turbo 1422 e 1622, seguiu-se o naturalmente aspirado 1617, os pós-arrefecidos 3224, 2425 e 3530, além dos irmãos menores 1215 e 1415, estes estreando o motor Cummins Série B, de 5,9 litros, no mundo automotivo nacional.

Entre abril de 1991 e abril de 1992, este que aqui escreve, então engenheiro de aplicações da Cummins, participou intensamente do programa de desenvolvimento do Série B no Cargo 1215 e 1415, em Tatuí, SP, criando um grande vínculo técnico e emocional com este motor e com tais modelos de caminhões.

Na época, o Campo de Provas de Tatuí andava meio em baixa, meio afogado de trabalho, de modo que o desenvolvimento do Cargo com Série B foi terceirizado com uma empresa conterrânea denominada Midwest Engenharia, gerenciada por veteranos experimentados da Ford, sob a liderança de nosso finado Pedro Valladão, que tanto nos ensinou.

A rodagem de durabilidade de 120 mil km era operada na Rodovia Castello Branco, entre o pedágio de Boituva e o de Botucatu, no interior de São Paulo. Nosso protótipo designado para tal teste tinha o número de frota “CRG-29” – um Cargo 1415 branquinho com terceiro eixo, “tapume” de madeira compensada (para aumentar o fator de carga), caixas de aço carregadas de “chocolates” (barras de ferro gusa) e 10% de sobrepeso.

Outros protótipos, incluindo um 1215 toco, foram construídos para a bateria de testes de engenharia, incluindo “cooling”, e tantos outros, ao longo daqueles intensos meses em que passamos por aquela verdadeira escola, longe das mesas, das reuniões e dos computadores, mas atrás do volante, de botas, prancheta e calculadora na mão!

Este anúncio foi mais um dos cedidos pelo amigo Alfredo Rodrigues, de Pelotas, RS.

Chevrolet D-40 – 1985

Chevrolet D-40 TM dezembro 1985

Assim como o D-400 foi a resposta da Chrysler ao sucesso da Série F da Ford no segmento leve, purchase o D-40 foi a arma da Chevrolet para brigar com os líderes F-4000 e Mercedinho L-608 D dos anos 80.

A GM foi a última a entrar na briga dos leves em 1985, porém inovou ao oferecer variantes a gasolina e a álcool, no caso os C-40 e os A-40, não citados no anúncio, cuja ênfase era para o carro chefe, movido a diesel.

Este anúncio foi mais uma cortesia do amigo Alfredo Rodrigues, a quem somos gratos.

Dodge D-400 – 1973

Dodge D400 TM Junho 1973

Lançado em 1969, sovaldi sale o Dodge D-400 era a arma da Chrysler para combater o fenômeno chamado Ford F-350, o primeiro e único caminhão leve do Brasil naquela altura.

O grande apelo do Dodge era seu poderoso (e sedento) motor V8 318 HD, de 5,2 litros, reconhecido por sua construção parruda. O ataque do anúncio ao motor Ford 272 do concorrente era direto, como pode observar o amigo leitor.

Esta peça publicitária também faz parte do acervo do amigo Alfredo Rodrigues, recentemente compartilhado conosco.

Ford Cargo 1618T e 2218T – 1989

Ford Cargo 1618T - 2218T Revista Carga maio 1989

Para ter acesso às linhas de crédito do FINAME, no rx rx no final dos anos 80 a Ford inovou ao lançar os primeiros caminhões semipesados com tal vantagem. O segredo foi esticar a CMT para 30 toneladas, doctor capsule um dos requisitos do programa.

Além do “toco” 1618T – no anúncio convertido em cavalo mecânico para tirar proveito das 30 toneladas brutas – a linha Cargo “Finamizável” também trazia a versão trucada 2218T, aqui vestido com uma pesada bomba de concreto.

Este material foi mais uma colaboração do nosso amigo Alfredo Rodrigues, de Pelotas, RS.

Ford Cargo Truque

FORD Cargo Truque 1 FORD Cargo Truque 2 FORD Cargo Truque 3

Provavelmente de 1991, advice este catálogo enviado como cortesia do amigo Alfredo Rodrigues denota um período interessante na história dos caminhões semipesados nacionais.

Depois de terem sumido do mapa, salve os caminhões trucados de fábrica dos anos 70 e 80 deram lugar às conversões externas, doctor lideradas por empresas como a Randon, Facchini, Iderol, entre tantas outras.  Para facilitar o trabalho de conversão, tanto a Ford como a Volkswagen ofereciam versões específicas de seus modelos 16 toneladas, como o Transformer desta última, e o Cargo Truque, tema deste post.

Os modelos eram fornecidos de fábrica sem a suspensão traseira, item que era normalmente descartado, para a adoção da suspensão de quatro feixes de molar com balancins e braços tensores longitudinais. Com isso, reduzia-se o custo e o desperdício. Outros apelos do Ford Truque eram as conversões para cavalo-mecânico, betoneira, ou para suspensão a ar.

A pergunta que fica é: por que os 6×2 de fábrica dos anos 80 desapareceram, para retornar somente nos anos 2000? Na falta de detalhes mais concretos, resta especular que eles custavam mais caro, eram mais pesados e ainda não contavam (na maioria dos casos) com suspensores pneumáticos do terceiro eixo, o que aumentava o arrasto, o desgaste de pneus e as despesas com pedágios.

Assim, a era iniciada pelo inovador Mercedes L-2013 e seguida pela Ford, com seus FT-7000 e 8000, só voltaria à cena com o lançamento do Mercedes L-1620 6×2 apresentado em 2000. Logo a VW seguiria os passos da Mercedes, introduzindo os VW 23.210 e 23.220, mas este é outro capítulo de nossa história…

Ford F-1000 Super Série – 1981

Ford F1000 novembro 1981

Apresentada em 1977 como edição limitada da picape Ford F-100, store a Super Série acabou se tornando um padrão de acabamento topo de linha normal de produção, como atesta esta bonita peça publicitária de 1981, parte da coleção de nosso amigo Alfredo Rodrigues.

Para os amantes de aviação, observe o que aparenta ser um Cessna C182 como pano de fundo, para dar um toque de bem-sucedido ao fazendeiro dono da F-1000. Poder e status social sempre foram a tônica da publicidade automotiva, em especial para os produtos de uso pessoal.

Ford Série F Canavieiro – 1980

Ford canavieiro Veja setembro 1980

Atualmente, pills com as enormes CVCs que movimentam a safra de cana, find entre treminhões e rodotrens, é pitoresco lembrar que um dia os caminhões “toco” é quem faziam este pesado serviço, como denota este interessante anúncio da Ford, enviado pelo amigo Alfredo Rodrigues, de Pelotas, RS.

Scania L111 e LT111 – O Caso Aracruz

Scania 111S Aracruz 1 Scania 111S Aracruz 2 (1)

Nós aqui somos de um tempo em que a madeira da Aracruz Florestal rodava no lombo da novíssima frota de Volvo N10 e N12, hospital isso no começo dos anos 80, viagra quando nos demos por gente…

Mas nem sempre foi assim, como denota este artigo sobre a presença da Scania na famosa operação de extração florestal capixaba, com o L111 e o LT111, este último com tração 6×4, considerada na Aracruz um “exagero” para a aplicação. Naqueles tempos, também era notório o combate aos caminhões médios pelos fabricantes suecos, num claro ataque à hegemonia da Mercedes, como mostra a ilustração no rodapé da primeira página.

Este material é mais uma peça preciosa da coleção do amigo Alfredo Rodrigues, de Pelotas, RS, a quem muito agradecemos pelas recentes colaborações.