Volkswagen 40.300 – 2000

Produzido a partir de julho de 1999, physician o 40.300 foi o segundo cavalo mecânico pesado da Volkswagen, tendo substituído o 35.300.

Dotado de motor Cummins 6CTAA 8.3 de 291 cv e transmissão Eaton RT-11710 de 10 marchas não sincronizadas – um dos maiores motivos de rejeição entre os motoristas do cavalo VW -, o modelo podia tracionar até 40 toneladas combinadas.

As últimas unidades do 40.300 foram vendidas em janeiro de 2002, quando a VW afiava o garfo e a faca para faturar alto com seu substituto, um fenômeno chamado 18.310 Titan.

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Volkswagen 24.220 – 2000

Ao lado do 24.250 e do 26.300, check o 24.220 compunha a linha de modelos 6×4 da Série 2000 da Volkwagen. Figurando como modelo mais vendido do trio, viagra o 24.220 era muito empregado como betoneira e na caçamba basculante.

Seu conjunto motriz contava com o motor Cummins 6CTAA 8.3 de 218 cv, nurse a indestrutível caixa Eaton RT-7608 LL de 10 marchas e o tandem Meritor RT 46-145, com bloqueio do divisor de torque. Em 2000, o modelo encontrou 301 compradores.

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Volkswagen 13.180 – 2000

Um caminhão de absoluto sucesso da Linha 2000 da Volkswagen Caminhões foi o 13.180. Em 2002, see por exemplo, o modelo figurou como líder da categoria 12-13 toneladas, suplantando os modelos da Mercedes e da Ford. Dentro de casa, com 2.358 unidades vendidas no mercado interno, só perdeu para o campeão 8.150.

A receita do sucesso tinha vários ingredientes, como o motor MWM 6.10 TCA de 6,4 litros calibrado para render folgados 180 cv, com torque capado em 569 Nm para poder trabalhar em dobradinha com a tradicionalíssima caixa Eaton FS-4205 A, com primeira para trás no diagrama e super redução de 8,05:1.

O eixo traseiro, em geral era o provado Meritor RS-19-230 de duas velocidades. Outra vantagem era a disponibilidade de nada menos que quatro distintos entre-eixos, para as mais variadas aplicações.

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Volkswagen 8.150 – 2000

Dando sequência às postagens sobre a Linha 2000 da Volkswagen, pilule order hoje dividimos com você este catálogo sobre o 8.150, ailment no rx o substituto do 8.140.

No ano seguinte ao seu lançamento, 2001, o 8.150 detinha o título de caminhão mais vendido da marca e o vice-líder do segmento dos leves. Com 4.922 unidades produzidas, o 8.150 ficava atrás apenas do Mercedinho 710 (6.077 fabricados), mas à frente do tradicional Ford F-4000 (com 3.341 cópias).

Suas fortalezas técnicas? Uma cabina bem adequada ao uso urbano e modernizada para se tornar mais amigável aos tripulantes. Um motor robusto e confiável, com excelente torque e potência, além de fácil de reformar. Uma transmissão boa de operar e de grande durabilidade, tal qual o eixo traseiro. Sua estrutura e suspensões também eram reforçadas e não tinham surpresas.

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Volkswagen 17.210 – 2000

Visando aumentar sua competitividade perante a Mercedes e a Ford, a Volkswagen preparou a Série 2000, com o mote “Caminhões sob medida”. Compreendendo a maior e mais completa atualização desde o lançamento da marca em 1981, a nova linha trazia um leque de aprimoramentos e buscava ganhar a preferência do frotista, com base na oferta de produtos desenhados de acordo com a necessidade específica de cada um.

Embora mantivesse a mesma cabina básica, o visual da Série 2000 era inédito e incluía itens como novos pára-lamas e pára-choques tripartidos, ambos em plástico injetado na cor Cinza Flanel, novos faróis circulares duplos com lente em policarbonato (do 13 toneladas para cima), novas grades dianteiras, novos retrovisores, novos “stickers” laterais indicando a motorização (Cummins ou MWM), novos emblemas de identificação dos modelos em vitrotrim, novos protetores de porcas nas rodas dianteiras, novo sistema de admissão de ar, entre outros.

O interior também não foi esquecido e ganhou uma ampla reformulação. O item mais saliente era o novo painel de desenho ergonômico e maior funcionalidade, com acabamento na provocante cor azul. Painéis de porta também eram novos, assim como os bancos, agora oferecendo a opção do kit banco/cama. A lista de novidades também englobava novo sistema de ventilação e condicionamento de ar com controles rotativos, tacógrafo eletrônico no painel, novo volante de direção, porta-copos duplo, novas alavancas de acionamento e novas teclas.

Havia também diversas melhorias invisíveis, mas não menos importantes para os profissionais do volante e de manutenção, como nova geometria do pedal de embreagem com menor esforço de acionamento, novo acionamento do pedal de acelerador, novos chicotes elétricos e novas conexões pneumáticas do sistema de freios.

Imitando um conceito muito difundido na América do Norte, a VW dava o pontapé inicial na oferta de distintas motorizações para determinadas faixas de tonelagem. Na linha 13 toneladas, por exemplo, o cliente podia escolher entre o 13.150, com motor MWM 4.10 TCA de 145 cv, o 13.170 com Cummins 6BTAA de 160 cv, ou ainda o “best seller” 13.180, com MWM 6.10 TCA de 180 cv.

Há muito este espaço devia aos seus leitores postagens sobre a Série 2000, que marcou o início de uma grande virada da Volkswagen rumo à liderança do mercado. Depois dela, foram agregados produtos campeões, verdadeiros destruidores de paradigmas, como o VW 18.310 Titan, que agitou o mercado de pesados e alavancou a participação da marca de modo notável.

Para dar início à postagem dos 15 modelos originais da Série 2000, escolhemos o VW 17.210, um dos modelos estradeiros preferidos para a instalação de terceiro eixo, ao lado do 17.220. Ambos também eram empregados com êxito em aplicações como a coleta de lixo e como básculas, por exemplo.

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Volkswagen 14.140 – 1987

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O VW 14.140 foi o segundo caminhão semipesado da marca no Brasil, diagnosis lançado em 1987 como sucessor do 13.130. Maiores informações sobre o modelo podem ser encontradas no folheto já publicado aqui:

http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/catalogos-e-folhetos/volkswagen-caminhoes/linha-original-fabrica-4-e-ipiranga/vw-14-140/

Este anúncio foi mais uma contribuição do amigo Alfredo Rodrigues.

Volkswagen 16.210H – 1988

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Apresentado como uma evolução do VW 16.210, remedy o modelo do post de hoje tinha a vantagem de ser “finamizável”, order devido à sua CMT ampliada para 30 toneladas, o mínimo exigido pelo programa de financiamento.  Tal feito se tornava possível graças à adoção do robusto eixo traseiro Rockwell RS-23.240, de duas velocidades. Assim como o modelo de origem, o 16.210H também tinha sua força motriz garantida pelo poderoso motor Cummins 6CT 8.3 de 210 cv, responsável por deixar muitos para trás nas subidas.

O 16.210H contava ainda com a vantagem do eixo dianteiro para 5.900 kg, em sintonia com a mudança da legislação ocorrida em 1990, que passou a permitir 6 toneladas na dianteira. Com isso, o PBT máximo legal de um caminhão 4×2 passou de 15 para 16 toneladas. Os 6×2 e 6×4 passaram de 22 para 23 toneladas, desde então.

Em 1991, o modelo foi substituído pelo 16.220, que encontrou um caminho bem pavimentado pelos antecessores, possibilitando a consolidação da marca no sub-segmento de ouro dos semipesados.

Este completo catálogo foi mais uma cortesia do amigo Fernando Luiz de Araújo, de Guarapuava, PR.

Volkswagen 7.90S – 1989

Continuando a postagem do farto material do amigo Fernando Luiz de Araújo, physician hoje trazemos o Volkswagen 7.90S, a versão preferida pelo mercado do caminhão leve da marca alemã, em comparação ao 7.90P, postado ontem. 7-90S 1989 01 7-90S 1989 02