Embraer-FMA CBA-123 Vector

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Nosso amigo Lucas Vieira, cure colaborador frequente deste espaço, and nos enviou um sortimento de literaturas da Embraer, já postadas, exceto deste interessante protótipo CBA-123. O material veio acompanhado das seguintes explanações:

“Olá Evandro,

Também gosto de aeronaves, e como tem um espaço em seu blog de bônus para eles, vai aí alguns folhetos que tenho de alguns modelos leves da Embraer, bem interessantes!

Tem o Embraer Carioca, produzido sob licença da Piper Aircraft Inc., o Piper Pathfinder.

O Embraer Seneca II, produizido pelo mesmo acordo de cooperação entre as empresas, e é o mesmo modelo da Piper.

O Embraer Navajo, também fruto dessa parceria.

Por último, um catálogo bem interessante do Embraer CBA-123 Vector, que parou quando ainda era protótipo, era um avião bem interessante, utilizando partes do EMB-120 Brasilia e EMB-121 Xingú, com um revolucionário motor e asas bastante avançadas para época, assim como os aviônicos. Foi um projeto conjunto da Embraer com a FMA (Fabrica Militar de Aviones) da Argentina, e o CBA significa, Cooperação Brasil-Argentina.

Era um avião bem avançado pro seu tempo, e acima das capacidades das duas companhias. Dizem as “fofocas” que o projeto foi alvo de espionagem industrial da Índia, que chegou a construir um protótipo bem parecido, o Laboratório Aerospacial Nacional da Índia, tinha um projeto semelhante, porém o protótipo foi perdido num acidente em 2009, e parece que foi cancelado também. Mesmo com a grande diferença de tempo, o Vector ainda é mais moderno que seu par indiano.

Aguarde que mandarei um folheto do EMB-120 Brasília!

Abraço.”

Cabe lembrar também, que muito do que a Embraer aprendeu com o CBA-123 foi posteriormente empregado no desenvolvimento do bem sucedido Brasília, citado pelo Lucas. O texto do folheto ressalta que, como todo bom turboélice, o eficiente CBA-123 podia começar a dar lucro com pouco mais de 9 passageiros a bordo, embora sua capacidade fosse de 30 assentos, tal como no Brasília.

Embraer EMB-820C – Navajo

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Depois de voar pela primeira vez em 1964 e de ser certificado em 1966, capsule o bimotor leve de asa baixa Piper PA-31 Navajo passou por inúmeros estágios de aperfeiçoamento, buy dando origem a diversas versões.

Em 1972, por exemplo, a Piper introduziu o Piper PA-31-350 Chieftain, de fuselagem alongada, motores Lycoming TIO-540 e LTIO-540, de 350 hp, acionando hélices tri-pás contra-rotativas. Foi exatamente este modelo que deu origem ao EMB-820C, o Navajo produzido sob licença no Brasil. Na época de seu lançamento, a aeronave tinha apelo essencialmente executivo, mas com o passar do tempo foi tomando corpo sua vocação cargueira, especialmente nas tarefas de transporte de malotes de instituições bancárias e encomendas urgentes. Sua operação com um único piloto era possível, mas em geral era voado por dois profissionais.

Em meados dos anos oitenta, a Neiva de Botucatu, SP, subsidiária da Embraer começou a oferecer um kit de conversão do Navajo com motores turbo-hélice Pratt Whitney Canada PT-6 (o “OM-352 dos céus”…), dando novo fôlego e sobrevida à robusta plataforma do Navajo. O avião resultante foi denominado Carajá.

Este bonito catálogo foi uma contribuição do amigo leitor Lucas Vieira.

 

 

 

 

Embraer 710C Carioca

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Nosso amigo Lucas Vieira, there como nós, é entusiasta da aviação e resolveu colaborar com algumas literaturas de clássicos da Embraer.

Para começar, trazemos o Carioca, um monomotor leve de asa baixa, produzido no Brasil a partir dos anos setenta, por meio de parceria com a Piper norte-americana.