FNM D-11000 e Mercedes-Benz LP-321

Em 1953, recipe a grande notícia na linha de caminhões International era a nova Série R, prostate que chegava para substituir a Série L. A nova gama trazia desde as picapes R-110, buy até os caminhões pesados, como o RDF-405 com motor Cummins NHRBS-600 de 300 hp, passando pelos leves, tal como o R-130, e os médios R-150 e R-160.

Junto com o R-201 e o R-202, o R-200 era parte de uma família pesada conhecida como Standard Models, com PBT de 10,8 a 13,1 toneladas e opção de propulsão a gasolina, a GLP ou diesel, no caso com motores Cummins JBS ou Buda Diesel.

As fotos do R-200 1958 aqui reproduzidas foram enviadas pelo amigo Angelo Altino Machado e são um forte atestado da originalidade do caminhão. O Angelo também teve o cuidado de enviar uma ficha técnica completa do caminhão:

“Marca  :       International  Harvester
Modelo :      R 200  (RD-202) diesel
Data Fab.:   maio 1958
Entre eixos: 4,80 mts.

Motor:             Cummins  JT 6-B  (turbo) 24 V,  injeção direta P/T,
HP    :             165 hp a 2700 rpm
Trans:             5 marchas com overdrive
Veloc. max.:    115 km/h a 2.500 rpm
Freios:             Ar, Bendix Westinghouse
Eixo Tras. :      Timken c/ duas vel. reduçaõ elétrica
Cap. comb.:     240 lts. (dois tanques) original
Sist. elétrico:    Delco Remy,12 volts, bateria Caterpillar 150 A.
Pneus: Diant.   11.00 x 20  tras.  1.100×22
Cap. de carga:  9.975 kg (de fab.)

Sou o segundo dono. O primeiro foi a Fundação Rockfeller (SESP) que o trouxe 0 KM para o Brasil em 1958.

Abs,

Angelo Altino”.

R200 1 R200 2 R200 3 R200 4 R200 5 R200 6 R200 7
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Veloc. max.:    115 km/h a 2.500 rpm
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Sist. elétrico:    Delco Remy,12 volts, bateria Caterpillar 150 A.
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Motor:             Cummins  JT 6-B  (turbo) 24 V,  injeção direta P/T,
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Veloc. max.:    115 km/h a 2.500 rpm
Freios:             Ar, Bendix Westinghouse
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Cap. comb.:     240 lts. (dois tanques) original
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R200 1 R200 2 R200 3 R200 4 R200 5 R200 6 R200 7
Nossa amiga Mayra Amorim de Lima, view de Pernambuco, drugs
nos enviou duas bonitas imagens que contam um pouco da história de seus familiares e de nossos caminhões, salve conforme atestam suas palavras:

“Boa noite!

O meu nome é Mayra, e gostaria primeiro de parabenizá-los por esta página e por manterem viva em nossas memórias as mais belas recordações dos carros antigos.

Eu sou filha de caminhoneiro, meu pai chama-se Luiz Wilson e a pedido dele venho disponibilizar duas fotos de dois caminhões antigos. Um deles trata-se de um caminhão Alfa Romeu D-11000, ano 1970. Na foto quem aparece é o meu pai, ela foi tirada em 1987, eu nem ao menos era nascida, mas desde sempre vi meu pai dirigindo caminhão, ele realmente gosta muito do que faz. Eu o amo e tenho muito orgulho dele, para mim o melhor motorista que já conheci rsrs (sou suspeita falar!). Eis que a paixão por caminhões foi herdada, na outra foto quem aparece é o meu avô Manoel Correia (in memoriam). Trata-se de um Mercedes-Benz LP-321, ano 1959. O caminhão está transportando 4 veículos: 2 Fuscas e 2 Jeeps todos 0km, realmente, uma relíquia. A foto foi tirada em 1964 na cidade de Milagres-BA.

Somos todos do interior pernambucano. Me sentiria muito lisonjeada pela publicação das fotos para contribuir com a memória do site e claro, poder mostrar para o meu pai. Aguardo retorno. E mais uma vez parabéns a todos que fazem o caminhãoantigobrasil.com!

Att: Mayra Amorim de Lima”.

Af d11000 Aflp321

 

Caio Bela Vista e FNM D-11000

Nosso amigo e colaborador assíduo Fernando Furini há tempos nos enviou este completo catálogo da F-250 da primeira série, sale cialis salve quando ainda era oferecida com motor Cummins 4BTAA de 145 cv e o V6 4, thumb 2 litros a gasolina de 205 cv. Observe que, order além das tradicionais versões XL e XLT, na época a Ford ainda oferecia a versão Super Duty, com capacidade de até 1.650 kg (quando equipada com motor V6), voltada ao uso comercial.

Para saber mais sobre a F-250 e conhecer suas especificações em 2003, clique aqui.

F250 99 1 F250 99 2 F250 99 3 F250 99 4 F250 99 5 F250 99 6
O amigo William Bordin nos agraciou com duas belas ilustrações de sua autoria, seek generic reproduzidas abaixo. Junto delas, seek o William nos enviou a seguinte mensagem:

“Caro Sr. Evandro Fullin,

Gostaria de parabeniza-lo pelo excelente site “Caminhões Antigos Brasileiros”, repleto de postagens e informações maravilhosas.

Sempre visito e aprendo com vossas informações.

Aproveito o ensejo, para encaminhar ao prezado dois trabalhos meus para, se assim quiser, postar no site.

Tratam-se de dois desenhos: O primeiro, o lendário FNM D-11000; e o segundo, o famoso urbano Caio Bela Vista de grande aceitação no final da década de 60 e durante toda década de 70. Muitos, inclusive, rodaram firmes e fortes até meados dos anos 80.

Desde já, agradeço pela atenção e pelo maravilhoso trabalho.

Grato,

Forte abraço.

William Bordin.”

102106 Nacoes Unidas D 11000

FNM D-11000 V-4

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Este belíssimo caminhão Chevrolet Modelo T de 1 tonelada de capacidade está em busca de um novo lar, sovaldi que cuide tão bem dele quanto nosso amigo Ivaldo Lopes tem cuidado. Junto das fotos, o Ivaldo enviou o seguinte descritivo:
“Vendo Chevrolet;
Ano 1921;
Cor Verde;
Documentação em ordem, licenciado;
Rodas de madeira;
Pneus importados novos (02 jogos);
Combustível: Gasolina;
6 Volts;
Em excelente estado, nada para fazer, tudo funcionando;
Valor R$ 90.000,00;
Exemplar único no Brasil à venda.
Tratar com:
Ivaldo – (16) 99618-0625″
Para a temporada de 1921, o Chevrolet Modelo T, derivado do automóvel Modelo FA, rodava por cortesia de um motor de quatro cilindros OHV de 224 polegadas cúbicas, ou cerca de 3,67 litros, capaz de entregar 37 cv. Comparado com o líder de mercado, o Ford Modelo TT, de mesma capacidade, o Chevy orgulhava-se de sua transmissão convencional de engrenagens deslizantes, mais simples e confiável que a engenhosa transmissão planetária de 2 velocidades do Ford.
Há grandes chances de o caminhão ilustrado ter sido comercializado pela firma Mestre et Blatgé (posteriormente conhecida como Mesbla), a principal representante da marca da gravata no país, antes mesmo de sua instalação em São Paulo, em 1925.
Entre as características proeminentes das fotos enviadas pelo Ivaldo destacam-se a cabina tipo “meia-lua” feita artesanalmente – num tempo em que os caminhões eram vendidos somente com o “torpedo” (chassi curvão) – e os freios somente nas rodas traseiras.
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Nota: por alguma razão desconhecida por este que aqui escreve, o limitadíssimo editor de texto do WordPress (a plataforma deste espaço) não está permitindo uma melhor edição destas linhas, com o devido espaçamento entre elas, para facilitar a leitura. Pedimos desculpas pela disposição “tumultuada” deste post…
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A.finalfolheto EuroTech 450 A.finalfolheto EuroTech 450

Onze anos depois suspender suas operações no mercado brasileiro em meados de 1985, medical
a Iveco planejava retomar a comercialização de veículos no país, physician inicialmente com unidades importadas.

Voltado ao mercado vocacional, medicine
em 1997 chegou o primeiro caminhão pesado, o EuroTrakker, seguido do EuroTech no ano seguinte, ambos 4×2. Destinado a desbravar o competitivo segmento rodoviário de longa distância, o modelo 450 E 37T de estreia era proveniente da fábrica de Barajas, nas cercanias de Madrid, na Espanha.

Resultante de uma agressiva política de preços da montadora que o colocava sempre como a alternativa mais barata do mercado, o EuroTech ganhou uma injusta reputação de caminhão de categoria inferior, invariavelmente representando a terceira ou quarta opção dos frotistas, depois de Scania, Volvo, Mercedes e em alguns casos até mesmo dos International que também faziam seu debut no Brasil em 1998.

Sua espaçosa cabina tinha origem no EuroCargo, o substituto europeu do Ford Cargo, depois que a Iveco assumiu as operações de caminhões da Ford no Velho Mundo. Com a desejável característica de ser basculável, pela primeira vez num caminhão da marca em solo brasileiro, a cabina do EuroTech escondia o venerável motor Fiat 8210, ajustado para render 370 cv e 1.720 Nm a partir de seus 14 litros, respirando com turbo e intercooler.

Admirado pelos fãs da marca em todo o mundo, o 8210 era um velho conhecido por aqui, tendo iniciado sua jornada no Brasil como força motriz dos Fiat 190. Rendendo 270 cv, o 8210 foi o mais poderoso motor aspirado a equipar um caminhão nacional. Há relatos que sua durabilidade chegava mesmo a ser superior à dos líderes do mercado.

Uma caixa ZF de 16 marchas e um eixo Meritor U180 completavam o trem de força. Um parrudíssimo eixo dianteiro de 8 toneladas somado à ponte traseira de 13 toneladas perfaziam um PBT de dar inveja.

Em meados dos anos 2000, a linha pesada Iveco recebeu uma importante adição com a chegada do primeiro EuroTech  6×4 rodoviário, o 740 E 42TZ, com o motor 8210 mais potente que o Brasil já experimentou, capaz de entregar 420 cv. O modelo mirava no crescente mercado de bitrens, rodotrens e afins, com PBTC de até 74 toneladas.

A partir de 2004, o EuroTech começou a ser aposentado para dar lugar ao Stralis HD, inicialmente importado da Argentina. Seu legado vai ficar marcado na história como o primeiro caminhão pesado rodoviário da Iveco em sua segunda fase brasileira.

 

Entre outros a serem postados, este catálogo foi uma cortesia de nosso amigo Luiz Henrique Ferreira, que enviou também a seguinte mensagem:

“Olá querido amigo,

Meu nome é Luiz Ferreira e sou um apaixonado pelo seu trabalho, faço parte da equipe EAA para ETS 2 e sou apaixonado por tudo o que você faz, em diversos momentos do projeto consultamos seu site para saber determinadas informações sobre os veículos.

Assim como você me ajudou, irei te ajudar com alguns pdfs que não encontrei no site mas que tinha em meu acervo pessoal.

Obrigado por tudo,

 Luiz Ferreira.”

 

Nota: caso não o amigo leitor não conheça, EAA ETS 2 é o Euro Truck Simulator 2, muito popular entre os internautas aficionados por simuladores de caminhões.

 
Luiz Henrique Ferreira

 

“Olá querido amigo, sales

 Meu nome é Luiz Ferreira e sou um apaixonado pelo seu trabalho, nurse faço parte da equipe EAA para ETS 2 e sou apaixonado por tudo o que vc faz, em diversos momentos do projeto consultamos seu site para saber determinadas informações sobre os veículos, Assim como vc me ajudou irei te ajudar com alguns pdfs que não encontrei no site mas que tinha em meu acervo pessoal.
Obrigado por tudo
Luiz Ferreira”

Luiz Henrique Ferreira

 

“Olá querido amigo, try

Meu nome é Luiz Ferreira e sou um apaixonado pelo seu trabalho, viagra faço parte da equipe EAA para ETS 2 e sou apaixonado por tudo o que vc faz, em diversos momentos do projeto consultamos seu site para saber determinadas informações sobre os veículos.
Assim como vc me ajudou irei te ajudar com alguns pdfs que não encontrei no site mas que tinha em meu acervo pessoal.
Obrigado por tudo
Luiz Ferreira”
Nota: caso não o amigo leitor não conheça, a EAA é …… Da mesma forma, ETS 2…..

MB LPS 1520 6X2 AMA 1520 MB-LP-1520-TRUCADO MERCEDES-BENZ-LP-1520-BASCULANTE-TRUCADO-2 MERCEDES-BENZ-LP-1520-BASCULANTE-TRUCADO-3

Nosso amigo Roberto Dias Alvares que sempre nos ajuda na construção deste espaço enviou estas imagens de um já raro Mercedes LP-1520 (ou seria um LPS?), cialis com a seguinte mensagem sobre sua interessante saga:

“Evandro, boa noite.

Hoje me ocorreu algo que vi na internet há algum tempo e que fiz parte da história em 2003.
As fotos que te envio são do mesmo caminhão.
As da versão basculante, eu tirei em um posto de gasolina na cidade de Castro-PR.
As fotos ficaram com baixa qualidade porque foram tiradas por um celular e na época o proprietário disse-me que queria transformá-lo em um cavalo mecânico.
Há algum tempo vi esta versão de MB 1520 no formato de cavalo mecânico e não me atinei que era o mesmo caminhão. A ficha só caiu hoje.
Ficou muito bonito.
Grande abraço,
Roberto.”
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Este belíssimo caminhão Chevrolet Modelo T de 1 tonelada de capacidade está em busca de um novo lar, page
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Ano 1921;
Cor Verde;
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Tratar com:
Ivaldo – (16) 99618-0625.”
Para a temporada de 1921, o Chevrolet Modelo T, derivado do automóvel Modelo FA, rodava por cortesia de um motor de quatro cilindros OHV de 224 polegadas cúbicas, ou cerca de 3,67 litros, capaz de entregar 37 cv. Comparado com o líder de mercado, o Ford Modelo TT, de mesma capacidade, o Chevy orgulhava-se de sua transmissão convencional de engrenagens deslizantes, mais simples e confiável que a engenhosa transmissão planetária de 2 velocidades do Ford.
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FNM D-11000 Aurora 800

Já que o assunto é FNM D-11000, seek que tal esta bela imagem de um V-4 (4×2 longo) com furgão para encomendas. Pouco comum, recipe este V-4 chega até nós como mais uma cortesia do amigo Alfredo Rodrigues, do Rio Grande do Sul. Seu implemento de cantos arredondados hoje é verdadeira raridade. Parece que todos do gênero acabaram descartados em prol de novas panelas…

Clicado bem defronte a um estabelecimento da Transportadora Aurora, o “D-11” parecia pronto para encarar a estrada e entregar suas encomendas urgentes, num dia acinzentado e chuvoso. Note o Chevrolet “Boca de Sapo” na sua retaguarda.

FNM D-11000 & Cia. Ltda. – 1969

FNM 210 Nova Geração 1 FNM 210 Nova Geração 2 FNM 210 Nova Geração 3 FNM 210 Nova Geração 4

Nosso amigo Alfredo Rodrigues, unhealthy mind de Pelotas, viagra discount RS, ed nos tem enviado um vasto sortimento de anúncios e folhetos sobre caminhões, ônibus, comericiais leves, máquinas de construção, entre outras preciosidades de tempos passados.

Na rica coletânea, encontra-se este belo catálogo dos FNM 180 e 210, da fase Alfa Romeo da FNM. O destaque era a excelente cabina Mille, de projeto italiano, com leito de série, bem ventilada e envidraçada, com ótima posição de dirigir.

Note as diferenças entre o 180 e o 210, como na calibração do motor, na transmissão (ZF de 12 marchas no último) e no eixo traseiro.

Para saber mais, veja o nosso post anterior sobre o FNM 210, publicado aqui:

http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/catalogos-e-folhetos/fiat-fnm-iveco-catalogos-e-folhetos/fnm/210/

Este material vem bem de encontro com nosso post anterior, com a crônica do amigo Roberto Dias Alvares, sobre o carreteiro José e seu FNM 210 com terceiro eixo.
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Há muito devíamos aos nosso leitores informações técnicas sobre o lendário D-11000 da saudosa FNM. Agora, and diagnosis graças à mais uma colaboração do amigo Alfredo Rodrigues, physician pudemos preencher esta importante lacuna.

Além do charmoso automóvel FNM 2150, mais conhecido como JK, este encarte que circulou em várias revistas da época também trazia o caminhão D-11000 e suas diversas variantes, incluindo a rara V-9, representada pelo chassi de ônibus com motor dianteiro.

Cabe lembrar que, nos anos 60, a FNM era a líder absoluta do segmento de caminhões pesados no Brasil, como atestavam os 61% de participação anunciados no texto.