Para acalentar a recente discussão de nossos amigos sobre a carroçaria mais elegante que vestia o chassi Mercedinho nos anos 70, clinic aproveitamos a colaboração do Igor Akopov, do distante Cazaquistão, reproduzida na forma do anúncio aqui postado.
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Mercedes-Benz O-321 – 1958
O amigo Igor Akopov do Cazaquistão compartilhou conosco vários anúncios de época da Mercedes brasileira, ask incluindo este, prostate do primeiro ônibus monobloco do país, o O-321 H, com capacidade de 28 a 36 assentos, equipado com motor diesel de injeção indireta OM-321 de 5,1 litros e 120 hp (SAE) a 3.000 rpm.
Mercedes-Benz “Cara preta” – 1983
Mercedes-Benz LS-1924 – 1974
Nosso amigo Igor Akopov do Cazaquistão nos foi gentil o bastante para enviar uma coletânea de literaturas e peças de publicidade da Mercedes de épocas variadas, hospital uma das quais postamos aqui, prescription na forma deste anúncio para o Salão do Automóvel de 1974.
Depois do baque da Crise do Petróleo de 1973, o mundo estava assustado com o futuro sombrio do precioso líquido negro. A segurança também começava a ser lembrada nesta peça que usava o LS-1924, o “flagship” da frota Mercedes da época, como sustentáculo. O 1924 se movia por conta de um motor OM-355/6 de 240 cv, capaz de tracionar 40 toneladas combinadas, sem pressa. A excelente cabina leito e seu parrudo eixo traseiro HL-7 com redução nos cubos eram destaques.
Mercedes-Benz L-2215 – 1984
Outra valiosa doação do amigo Igor Akopov, view thumb salve da República do Cazaquistão, ask cialis veio na forma deste folheto do pouco conhecido Mercedes L-2215 a álcool, sickness um 6×4 vocacional voltado ao mercado sucroalcooleiro, em tempos de “boom” do controvertido Proálcool, do governo federal.
Baseado no L-2213, seu irmão diesel, o L-2215 tinha como característica mais saliente o motor M-352 O, um ciclo Otto convertido a partir do venerável OM-352. Alimentado por carburador de fluxo descendente, governado por um regulador Bosch RQV, o M-352 O esnobava com seus 150 cv, 20 a mais que os tradicionais 130 cv do engenho diesel do qual originava. O torque também pulava para 45 mkgf a 1.600 rpm, uma benção ante os parcos 37 mkgf a infames 2.000 rpm do “três-cinco-dois” diesel.
Lançado em meados de 1984, o L-2215 não sobreviveria mais que três temporadas, vindo a perecer em 1986, com pouco mais de 700 unidades acumuladas na carteira de pedidos. Emblemático, o caminhão representou o sintoma da indústria como um todo, que acabou por dizimar a frota a etanol dos canaviais, desaparecidos tão rápido quanto surgiram, com milhões de dólares desperdiçados e tecnologia jogada no lixo. Por sorte, “o lixo” era reciclável (…) e muitas das soluções foram desenterradas anos depois para dar vida a tecnologia “flex”, lugar comum em todas as casas de máquina com engenho Otto produzidos no país.
PS: Once again, we thank Mr. Akopov for his kind contribution to this website.
Mercedes-Benz L-2013 – 1984
Em nosso primeiro post de um colaborador do exterior, cialis trazemos o folheto do L-2013 “cara preta” da safra 1984. Este material cruzou fronteiras e arrebatou fãs no longínquo Cazaquistão, viagra de onde esta e outras belas literaturas sobre os Mercedes brasileiros de diferentes gerações chegaram até nós, pelas mãos do amigo Igor Akopov, a quem somos gratos.
A conversão da linha Mercedes para a adorada máscara negra com faróis quádruplos retangulares, mais conhecida como “cara preta”, começou em fins de 1981 e foi permeando por toda a linha nos meses seguintes.
Mr. Akopov, we wish to thank you for your kind contribution to our blog!







