Linha Dodge 1979 by Volkswagenwerk A.G.

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Para acalmar o público alvoroçado, generic rx a conversa era sempre a mesma, sale quando uma montadora comprava outra. Foi assim quando a VW comprou a Vemag, ou quando a Ford adquiriu a poderosa Willys-Overland. E não podia ser diferente no final dos anos 70, quando a VW assumiu o controle da combalida Chrysler, com vistas exclusivas a dar seu passo inicial no apetitoso mercado de caminhões.

A promessa de continuidade da linha comprada era elemento comum em todas as ocasiões citadas e igualmente não cumprida. Salvo a linha Jeep, Rural e F-75, no caso da Ford, nem os Aero-Willys, nem os DKW, tampouco os Dodge permaneceram vivos por muito tempo sob a égide dos novos donos, interessados em se livrar logo deles. No caso destes últimos eram de fato “pedra americana em sapato alemão”, como dizia meu grande amigo Roberto Queiroz, editor do portal Transpoonline e um dos mais sábios jornalistas especializados deste país.

Esta preciosa peça publicitária de grande valor histórico nos chega como cortesia do amigo Lucas Vieira, de Minas Gerais.

Toyota Bandeirante – Linha BJ – 1996

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Para finalizar a postagem do rico material sobre Toyota Bandeirante enviado pelo amigo Lucas Vieira, unhealthy dividimos com você este completo catálogo da última versão da família produzida entre 1996 e 2001.

Note que, naquela altura, além do motor Toyota 14B – então com potência reduzida para atender emissões – a linha Bandeirante tinha transmissão de cinco velocidades, freios a disco na dianteira, válvula sensível à carga nos freios traseiros e opcionais como o ar condicionado e a tomada de ar externa.

Toyota Bandeirante – Linha BJ – 1994

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Continuando a postagem das literaturas sobre Toyota Bandeirante enviadas pelo amigo Lucas Vieira, purchase estamos adicionando este completo catálogo da linha BJ, a primeira “100% Toyota”, como dizia o texto, graças ao principal destaque: o motor Toyota 14B, em substituição ao Mercedes OM-364. Montado no Brasil, o engenho de alta rotação desenvolvia 102 cv a 3.400 rpm, com torque de 250 Nm a 2.000 rpm, extraídos de 3,66 litros de deslocamento.

A linha BJ foi produzida na fábrica da Avenida Piraporinha, em São Bernardo do Campo, SP, até 2001. Depois que o último Bandeirante saiu da linha de montagem, encerrava-se um ciclo de mais de quatro décadas de produção ininterrupta, desde que os primeiros Land Cruiser foram montados em 1959, dentro do plano de manufatura nacional do governo federal.

 

 

Embraer-FMA CBA-123 Vector

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Nosso amigo Lucas Vieira, cure colaborador frequente deste espaço, and nos enviou um sortimento de literaturas da Embraer, já postadas, exceto deste interessante protótipo CBA-123. O material veio acompanhado das seguintes explanações:

“Olá Evandro,

Também gosto de aeronaves, e como tem um espaço em seu blog de bônus para eles, vai aí alguns folhetos que tenho de alguns modelos leves da Embraer, bem interessantes!

Tem o Embraer Carioca, produzido sob licença da Piper Aircraft Inc., o Piper Pathfinder.

O Embraer Seneca II, produizido pelo mesmo acordo de cooperação entre as empresas, e é o mesmo modelo da Piper.

O Embraer Navajo, também fruto dessa parceria.

Por último, um catálogo bem interessante do Embraer CBA-123 Vector, que parou quando ainda era protótipo, era um avião bem interessante, utilizando partes do EMB-120 Brasilia e EMB-121 Xingú, com um revolucionário motor e asas bastante avançadas para época, assim como os aviônicos. Foi um projeto conjunto da Embraer com a FMA (Fabrica Militar de Aviones) da Argentina, e o CBA significa, Cooperação Brasil-Argentina.

Era um avião bem avançado pro seu tempo, e acima das capacidades das duas companhias. Dizem as “fofocas” que o projeto foi alvo de espionagem industrial da Índia, que chegou a construir um protótipo bem parecido, o Laboratório Aerospacial Nacional da Índia, tinha um projeto semelhante, porém o protótipo foi perdido num acidente em 2009, e parece que foi cancelado também. Mesmo com a grande diferença de tempo, o Vector ainda é mais moderno que seu par indiano.

Aguarde que mandarei um folheto do EMB-120 Brasília!

Abraço.”

Cabe lembrar também, que muito do que a Embraer aprendeu com o CBA-123 foi posteriormente empregado no desenvolvimento do bem sucedido Brasília, citado pelo Lucas. O texto do folheto ressalta que, como todo bom turboélice, o eficiente CBA-123 podia começar a dar lucro com pouco mais de 9 passageiros a bordo, embora sua capacidade fosse de 30 assentos, tal como no Brasília.

Toyota Bandeirante – 1990

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Dando seguimento à postagem do material gentilmente enviado pelo amigo Lucas Vieira, order discount prescription hoje temos o catálogo da linha Toyota Bandeirante da fase compreendida entre 1990 e 1993. A linha 1990 trazia várias melhorias sendo a nova frente a mais saliente aos olhos.

Toyota Bandeirante – 1993

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Recentemente nosso amigo Lucas Vieiras, viagra das belas Gerais, cheap nos presenteou com uma coletânea de catálogos da saudosa linha Toyota Bandeirante, em suas várias formas finais. Junto com o material, o Lucas ficou à vontade para expressar sua admiração – partilhada por nós, diga-se – sobre os valentes Bandeirante, além de seu conhecimento sobre a dita linha, conforme reproduzimos abaixo:

“Caríssimo Evandro,

Parabéns pelos 2 anos do blog, sem dúvida o melhor sobre o tema atualmente no Brasil, e quando digo tema, me refiro a meios de transporte, não a especificidade de caminhões antigos.

Li o post sobre o Land Rover Defender, veículo que não “defendo” muito, pois acho ele bem inferior em quase todos os aspectos a nossa Band (acho que só ganha em vibração e vazamentos), e estou enviando alguns folhetos da Bandeirante, com a Safra 1990 a 1993, quando estreou o OM-364, Safra 1993 a 1994, com melhoramentos no conforto (ar refrigerado) e 5ª marcha, 1994 a 1995, safra de estreia do 14B, importado com 102 cv, e a versão final de 1996 a 2001, com o motor montado pela Maxion ou MWM no Brasil, com 96 cv em virtude de restrições a poluição, e estreia da cabine dupla com 4 portas.

Grande abraço!”

Lucas, obrigado pela gentileza. Os demais catálogos da série serão postados nos próximos dias. Aguarde!

Fiat Ducato – 1998

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Nosso amigo e colaborador frequente Lucas Vieira, try de Minas Gerais, viagra nos fez a gentileza de enviar um interessante material sobre o Fiat Ducato em sua primeira versão apresentada no Brasil. Além dos folhetos, Lucas também deu uma aula sobre Ducato, a qual reproduzimos a seguir:

“Olá, Evandro,

Estou enviando anexado ao e-mail, alguns folhetos sobre o lançamento do Fiat Ducato no Brasil, em 1998, ainda importados da Itália em com motor 2.5 aspirado. Em 2000 a produção foi nacionalizada na Fábrica de Sete Lagoas da Iveco, e o modelo passou a utilizar o motor Iveco/Sofim 2.8, nas versões aspirada (89 cv), Turbo (103 cv) e Turbo Intercooler (122 cv), as mesmas do Iveco Daily. Em 2006 a primeira atualização da carroceria, com o modelo 244 (o do catálogo é a versão 230) e o motor passou a contar com gerenciamento eletrônico e 127 cv. Em 2009 o motor foi trocado pelo Multijet F1A, com 2.3 L e a mesma potência, de 127 cv, e em 2012 foi trocado novamente de motor, pelo F1A Euro 5, com EGR e a mesma potência de 127 cv.

Sou feliz proprietário de 2 modelos, um 230 turbo 2004 e um 244 Multijet 2011, ambos rodando todos os dias no transporte de universitários em Belo Horizonte. São veículos bem valentes, sobretudo o motor 2.8, que dizem ultrapassar facilmente os 1 milhão de km, o meu está com 300.000 km, mas sem fumaça e consumo 0 de óleo lubrificante, acho que vai longe! O Multijet ainda com apenas 140.000 km, mas funcionando como novo.

O destaque negativo desses veículos em minha opinião, apenas a suspensão dianteira, bastante frágil, exigindo constante substituição das buchas, coxins e pivôs, correia dentada, que exige atenção constante e acabamento, a portas traseiras a laterais se desregulam com frequência e a bateção chega a incomodar. O resto é só alegria, principalmente o consumo de combustível, média de 10 km/l na cidade e 12 na estrada! Pneus dianteiras, simples alinhamento constante e excessos na arrancada, evitam o desgaste.

Abraço!”

Obrigado, amigo Lucas, pelo excelente relato.