Linha Dodge 1979 by Volkswagenwerk A.G.

DODGE  700 TM Agosto 1972 800

Concebido para disputar no concorrido mercado de 11 toneladas brutas, recipe
mind o Dodge D-700 fez parte da primeira leva de produtos da Chrysler brasileira em 1969. O modelo brigava ao lado de feras do porte do Mercedes L-1113, cialis Ford F-600 e Chevrolet C/D-60.

Hoje com ares de pífia, a garantia de 6 meses ou 12 mil quilômetros era o grande destaque deste anúncio publicado originalmente na Revista Transporte Moderno em 1972.

Agradecemos ao amigo Alfredo Rodrigues por mais esta colaboração.

Anúncio Caterpillar- 1985
Nosso amigo Rafael T. Coelho, cialis de Passo Fundo, buy cialis RS, nos fez a gentileza de enviar vários anúncios como este aqui reproduzido.
O Rafael também escreveu:
“Achei dois anúncios antigos que digitalizei e estão no anexo. Foram publicados na revista Dirigente Rural de julho de 1985.
Att.
Rafael T. Coelho.”
Note que na bem estruturada peça publicitária, apesar do maior peso (e preço…) a Caterpillar apostava na menor compactação do solo para convencer os agricultores a comprar máquinas de esteira para o cultivo da terra, em lugar dos populares tratores de roda que dominam o cenário agrícola brasileiro.

DODGE  700 TM Agosto 1972 800

Concebido para disputar no concorrido mercado de 11 toneladas brutas, treat o Dodge D-700 fez parte da primeira leva de produtos da Chrysler brasileira, introduzidos em 1969. O modelo brigava ao lado de feras do porte do Mercedes L-1113, Ford F-600 e Chevrolet C/D-60.

Hoje com ares de pífia, a garantia de 6 meses ou 12 mil quilômetros era “a maior do Brasil e o grande destaque deste anúncio publicado originalmente na Revista Transporte Moderno em 1972.

Agradecemos ao amigo Alfredo Rodrigues por mais esta colaboração.
DODGES_79

Para acalmar o público alvoroçado, generic rx a conversa era sempre a mesma, sale quando uma montadora comprava outra. Foi assim quando a VW comprou a Vemag, ou quando a Ford adquiriu a poderosa Willys-Overland. E não podia ser diferente no final dos anos 70, quando a VW assumiu o controle da combalida Chrysler, com vistas exclusivas a dar seu passo inicial no apetitoso mercado de caminhões.

A promessa de continuidade da linha comprada era elemento comum em todas as ocasiões citadas e igualmente não cumprida. Salvo a linha Jeep, Rural e F-75, no caso da Ford, nem os Aero-Willys, nem os DKW, tampouco os Dodge permaneceram vivos por muito tempo sob a égide dos novos donos, interessados em se livrar logo deles. No caso destes últimos eram de fato “pedra americana em sapato alemão”, como dizia meu grande amigo Roberto Queiroz, editor do portal Transpoonline e um dos mais sábios jornalistas especializados deste país.

Esta preciosa peça publicitária de grande valor histórico nos chega como cortesia do amigo Lucas Vieira, de Minas Gerais.

Toyota Bandeirante – Linha BJ – 1996

21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43catalogo Band PB 1996-2001-1 catalogo Band PB 1996-2001-2 catalogo Band PB 1996-2001-3 catalogo Band PB 1996-2001-4 catalogo Band PB 1996-2001-5 catalogo Band PB 1996-2001-6

Para finalizar a postagem do rico material sobre Toyota Bandeirante enviado pelo amigo Lucas Vieira, pill
dividimos com você este completo catálogo da última versão da família produzida entre 1996 e 2001.

Note que, naquela altura, além do motor Toyota 14B – então com potência reduzida para atender emissões – a linha Bandeirante tinha transmissão de cinco velocidades, freios a disco na dianteira, válvula sensível à carga nos freios traseiros e opcionais como o ar condicionado e a tomada de ar externa.

Toyota Bandeirante – Linha BJ – 1994

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 Português:

O objetivo deste website é disponibilizar um acervo particular, sovaldi sale nurse contendo material informativo, treatment rx  que inclui catálogos, shop brochuras, folhetos, manuais e fotos sobre caminhões brasileiros, em especial os antigos, para atender a consultas de colecionadores, restauradores, aficionados, engenheiros, jornalistas, estudantes e demais interessados.

Fruto de uma coleção de catálogos iniciada nos anos 70, este website visa, sobretudo, preservar e divulgar a história do caminhão no Brasil.

Como regra geral, só serão postados materiais referentes a veículos fora de linha, que não podem mais ser encontrados nas páginas oficiais das montadoras.

Todo material está à disposição, para consulta e download, de forma gratuita.

Apesar de o foco principal ser o caminhão brasileiro, o acervo também contempla caminhões estrangeiros, ônibus, máquinas agrícolas e de construção, bem como componentes como motores, transmissões, eixos, entre outros.

Novos itens serão adicionados de forma regular.

Este website não tem vínculo algum com entidades, ou empresas de qualquer espécie.

Caso encontre qualquer arquivo que tenha restrições de direitos autorais, comunique-nos para tirarmos do ar imediatamente. Tomamos todo o cuidado para respeitar este quesito, mas como o número de doações é grande, pode ocorrer, involuntariamente, a postagem de arquivos de uso e visualização restritos.

Um grande abraço!

Obrigado,

Evandro Fullin.

 

English

This site is dedicated to the memory of the Brazilian truck, both imported and manufactured locally. It includes ads, memorabilia, curios, spec sheets, catalogues, photos, owner and operations manuals mostly about trucks but not limited to those, as we plan to upload components (engines, transmissions, axles), bus, farm and construction machinery materials as well.

All content can be downloaded free of charge to fullfil the needs of aficionados, collectors, engineers, students, journalists and whoelse this may  be of interest. 

The entire content is part of a personal collection from the author, which is being scanned and, or photographed and uploaded on a regular basis.

This website is aimed to help and satisfy people who enjoy the subject, having no relationship or sponsorship  from any truck or equipment manufacturer at all.

If you ever find any content with copyright restrictions, please let us know. We will be glad to remove it immediately.

Hope you enjoy as much as we do!

Thanks and welcome!

Evandro Fullin.

 

Sobre o Editor:

Evandro Fullin é paulista, formado em Engenheria Mecânica Automobilística pela FEI e trabalha atualmente como consultor independente na área automotiva. Anteriormente, atuou na indústria de caminhões, tendo trabalhado em empresas como Cummins, Navistar International, e Ford Caminhões, durante vinte anos. Evandro também teve uma passagem na aviação, atuando como instrutor de voo e piloto comercial de avião, voando bimotores leves.

Começou a coleção de catálogos ainda moleque, em 1979, pedindo material de concessionária em concessionária e escrevendo para as montadoras. Mais tarde, a busca continuou em sebos, recolhendo preciosidades no lixo, trocando com outros colecionadores e recebendo doações de gentis amigos como você!

Em paralelo, dedica-se à criação de um livro sobre a história do caminhão no Brasil, que ainda levará alguns anos para ficar pronto.

Sonha em estabelecer parcerias com empresas do setor de transporte como montadoras, fabricantes de autopeças, pneumáticos, sistemas de rastreamento, transportadoras e outras afins, que possibilitem a expansão do conteúdo deste espaço, com mais artigos, postagens, literaturas, vídeos, entrevistas, etc., facilitando e incrementando seu acesso e tornando-o cada dia mais atrativo para você, amigo(a) leitor(a).

 
catalogo Band PB 1994b-1995-1 catalogo Band PB 1994b-1995-2 catalogo Band PB 1994b-1995-3 catalogo Band PB 1994b-1995-4 catalogo Band PB 1994b-1995-5 catalogo Band PB 1994b-1995-6

Continuando a postagem das literaturas sobre Toyota Bandeirante enviadas pelo amigo Lucas Vieira, purchase estamos adicionando este completo catálogo da linha BJ, a primeira “100% Toyota”, como dizia o texto, graças ao principal destaque: o motor Toyota 14B, em substituição ao Mercedes OM-364. Montado no Brasil, o engenho de alta rotação desenvolvia 102 cv a 3.400 rpm, com torque de 250 Nm a 2.000 rpm, extraídos de 3,66 litros de deslocamento.

A linha BJ foi produzida na fábrica da Avenida Piraporinha, em São Bernardo do Campo, SP, até 2001. Depois que o último Bandeirante saiu da linha de montagem, encerrava-se um ciclo de mais de quatro décadas de produção ininterrupta, desde que os primeiros Land Cruiser foram montados em 1959, dentro do plano de manufatura nacional do governo federal.

 

 

Embraer-FMA CBA-123 Vector

Nosso amigo Roberto Dias Alvares nos enviou mais um de seus textos sobre nossos caminhões e as agruras de nossas estradas.

Roberto, here ampoule agradecemos mais esta contribuição.

Sem título

HISTÓRIA DE ESTRADA.
SCANIA VABIS 6×2
Autor: Roberto Dias Alvares

Peguei carregamento de café, viagra
levar ao porto de Paranaguá.
Minha Scania Vabis jacaré, advice
caminhão melhor não há.

Scania Vabis laranja,
motor e câmbio bem cuidados.
Na cabine, conforto esbanja.
Reluzem os brilhos dos cromados.

Cavalo mecânico trucado
meu Scania Vabis na lida.
Nele, o café é transportado
É com ele que ganho a vida.

Por ser carga de grande valor,
havia risco de assalto.
Segui dirigindo sem temor.
Meu caminhão rasgando asfalto.

A carga tinha cobertura
protegida por um seguro.
Pensava nisso àquela altura,
mas seria pra todos um golpe duro.

A rodovia sendo vencida
cada quilômetro uma vitória.
Subida, reta ou descida,
em cada viagem uma história.

Em um trecho isolado
notei que era perseguido.
Uma pick-up ao meu lado
apontou-me a arma um bandido.

Eram quatro homens armados
Obrigando-me a parar
Criminosos desajustados,
que viviam de assaltar.

Forcei na aceleração,
mas a carga era pesada.
Pensava em uma solução,
mas na mente não surgia nada.

Sabia que se fosse apanhado
os criminosos não teriam piedade.
Seria amarrado ou até assassinado,
e esta era a grande verdade.

A situação ficou preta
quando um dos assaltantes,
empunhou uma escopeta
e dispararia em instantes.

Em minha mente fez-se uma luz
desatrelei o reboque em movimento.
pé no acelerador, com força pus
e consegui escapar por um momento.

Um botão no painel
liberava o pino-rei.
Pedi proteção do céu
e o comando acionei.

Soltaram-se condutores de ar do freio
O reboque atravessou e ficou parado.
O veículo  bateu em cheio,
ficando bastante danificado.

Logo, caminhões e carros no acostamento
pararam achando ser acidente ocasional.
Não imaginavam que eu naquele momento,
causara o mesmo de forma intencional.

Os marginais estavam feridos.
A pick-up bem danificada.
Para escapar desses bandidos
essa foi a solução encontrada.

Dei a volta no caminhão
retornei ao local do ocorrido.
Havia uma grande confusão.
assaltante bem ferido.

Outros desacordados
com as armas na mão.
Quando foram abordados
Dos motoristas admiração.

Cheguei ali e a todos contei.
Falei do acontecido.
Rapidamente expliquei
Tratava-se de um grupo bandido.

Os policiais foram chamados
e também o SIATE.
Os motoristas revoltados,
mesmo com eles fora de combate.

Esperei a chegada dos policiais
que não demoraram a chegar.
Contei a eles em linhas gerais,
que o grupo tentara me assaltar.

A policia fez a identificação.
Tratava-se de perigosa quadrilha.
Do hospital iriam para prisão,
e eu seguiria minha trilha.

A concessionária do pedágio
tinha um mecânico a meu dispor.
O conserto não teria ágio,
Atrelei o reboque ao caminhão-trator.

A pick-up dos criminosos colidiu
no resistente chassis de aço.
O meio do reboque atingiu
causando um grande amasso.

Prestei queixa, dei depoimento
fui liberado para seguir viagem.
Segui pela pista de rolamento,
Levando o café na bagagem.

Descendo serra antes de Curitiba
percebi falha nos freios.
Apesar de a tempo ser percebida,
passaria por momentos bem feios.

Trinta toneladas nas costas,
funcionavam só os freios do cavalo.
Passava próximo das encostas,
Não teria como pará-lo.

Com o bruto engatado
e ajuda do freio motor,
meu Scania Vabis trucado
urrava, eu pisava no freio a tambor.

A situação era temerária,
não sei se o bruto aguentaria.
Essa era mais uma luta diária,
acreditava que conseguiria.

Como consegui não sei
mas isso não incomoda.
Felizmente o pino-rei
aguentou firme na quinta roda.

Cheguei ao final da descida.
Dos freios saia muita fumaça.
Achei que a carga seria perdida,
mas meu Scania teve raça.

Felizmente era traçado
e isso ajudou demais.
No asfalto estava grudado
e segurou o peso lá atrás.

Consegui chegar a uma oficina.
Os condutores de ar danificados.
Uma abertura bem fina
e grandes problemas causados.

Após fazer o conserto
segui viagem tranquilo.
Dei no acelerador um aperto,
e o bruto respondeu com estilo.

Quando cheguei ao porto,
conversei com agente alfandegário.
De cansaço quase morto,
mas feliz por cumprir o itinerário.

Após descarregar o café,
container embarquei.
No acelerador apertei o pé
e outra viagem comecei.
CBA-123 01 CBA-123 02 CBA-123 03 CBA-123 04

Nosso amigo Lucas Vieira, cure colaborador frequente deste espaço, case
nos enviou um sortimento de literaturas da Embraer, já postadas, exceto deste interessante protótipo CBA-123. O material veio acompanhado das seguintes explanações:

“Olá Evandro,

Também gosto de aeronaves, e como tem um espaço em seu blog de bônus para eles, vai aí alguns folhetos que tenho de alguns modelos leves da Embraer, bem interessantes!

Tem o Embraer Carioca, produzido sob licença da Piper Aircraft Inc., o Piper Pathfinder.

O Embraer Seneca II, produizido pelo mesmo acordo de cooperação entre as empresas, e é o mesmo modelo da Piper.

O Embraer Navajo, também fruto dessa parceria.

Por último, um catálogo bem interessante do Embraer CBA-123 Vector, que parou quando ainda era protótipo, era um avião bem interessante, utilizando partes do EMB-120 Brasilia e EMB-121 Xingú, com um revolucionário motor e asas bastante avançadas para época, assim como os aviônicos. Foi um projeto conjunto da Embraer com a FMA (Fabrica Militar de Aviones) da Argentina, e o CBA significa, Cooperação Brasil-Argentina.

Era um avião bem avançado pro seu tempo, e acima das capacidades das duas companhias. Dizem as “fofocas” que o projeto foi alvo de espionagem industrial da Índia, que chegou a construir um protótipo bem parecido, o Laboratório Aerospacial Nacional da Índia, tinha um projeto semelhante, porém o protótipo foi perdido num acidente em 2009, e parece que foi cancelado também. Mesmo com a grande diferença de tempo, o Vector ainda é mais moderno que seu par indiano.

Aguarde que mandarei um folheto do EMB-120 Brasília!

Abraço.”

Cabe lembrar também, que muito do que a Embraer aprendeu com o CBA-123 foi posteriormente empregado no desenvolvimento do bem sucedido Brasília, citado pelo Lucas. O texto do folheto ressalta que, como todo bom turboélice, o eficiente CBA-123 podia começar a dar lucro com pouco mais de 9 passageiros a bordo, embora sua capacidade fosse de 30 assentos, tal como no Brasília.

Toyota Bandeirante – 1990

 

Atendendo a pedidos de nossos amigos leitores, ed troche postamos aqui este bonito catálogo do Valmet 88, uma máquina muito popular em todo o país, sobretudo nos anos oitenta e noventa.
Nosso amigo Roberto Dias Alvares nos enviou mais um de seus textos sobre nossos caminhões e as agruras de nossas estradas.

Roberto, ed agradecemos mais esta contribuição.

Sem título

HISTÓRIA DE ESTRADA.
SCANIA VABIS 6×2
Autor: Roberto Dias Alvares

Peguei carregamento de café,
levar ao porto de Paranaguá.
Minha Scania Vabis jacaré,
caminhão melhor não há.

Scania Vabis laranja,
motor e câmbio bem cuidados.
Na cabine, conforto esbanja.
Reluzem os brilhos dos cromados.

Cavalo mecânico trucado
meu Scania Vabis na lida.
Nele, o café é transportado
É com ele que ganho a vida.

Por ser carga de grande valor,
havia risco de assalto.
Segui dirigindo sem temor.
Meu caminhão rasgando asfalto.

A carga tinha cobertura
protegida por um seguro.
Pensava nisso àquela altura,
mas seria pra todos um golpe duro.

A rodovia sendo vencida
cada quilômetro uma vitória.
Subida, reta ou descida,
em cada viagem uma história.

Em um trecho isolado
notei que era perseguido.
Uma pick-up ao meu lado
apontou-me a arma um bandido.

Eram quatro homens armados
Obrigando-me a parar
Criminosos desajustados,
que viviam de assaltar.

Forcei na aceleração,
mas a carga era pesada.
Pensava em uma solução,
mas na mente não surgia nada.

Sabia que se fosse apanhado
os criminosos não teriam piedade.
Seria amarrado ou até assassinado,
e esta era a grande verdade.

A situação ficou preta
quando um dos assaltantes,
empunhou uma escopeta
e dispararia em instantes.

Em minha mente fez-se uma luz
desatrelei o reboque em movimento.
pé no acelerador, com força pus
e consegui escapar por um momento.

Um botão no painel
liberava o pino-rei.
Pedi proteção do céu
e o comando acionei.

Soltaram-se condutores de ar do freio
O reboque atravessou e ficou parado.
O veículo  bateu em cheio,
ficando bastante danificado.

Logo, caminhões e carros no acostamento
pararam achando ser acidente ocasional.
Não imaginavam que eu naquele momento,
causara o mesmo de forma intencional.

Os marginais estavam feridos.
A pick-up bem danificada.
Para escapar desses bandidos
essa foi a solução encontrada.

Dei a volta no caminhão
retornei ao local do ocorrido.
Havia uma grande confusão.
assaltante bem ferido.

Outros desacordados
com as armas na mão.
Quando foram abordados
Dos motoristas admiração.

Cheguei ali e a todos contei.
Falei do acontecido.
Rapidamente expliquei
Tratava-se de um grupo bandido.

Os policiais foram chamados
e também o SIATE.
Os motoristas revoltados,
mesmo com eles fora de combate.

Esperei a chegada dos policiais
que não demoraram a chegar.
Contei a eles em linhas gerais,
que o grupo tentara me assaltar.

A policia fez a identificação.
Tratava-se de perigosa quadrilha.
Do hospital iriam para prisão,
e eu seguiria minha trilha.

A concessionária do pedágio
tinha um mecânico a meu dispor.
O conserto não teria ágio,
Atrelei o reboque ao caminhão-trator.

A pick-up dos criminosos colidiu
no resistente chassis de aço.
O meio do reboque atingiu
causando um grande amasso.

Prestei queixa, dei depoimento
fui liberado para seguir viagem.
Segui pela pista de rolamento,
Levando o café na bagagem.

Descendo serra antes de Curitiba
percebi falha nos freios.
Apesar de a tempo ser percebida,
passaria por momentos bem feios.

Trinta toneladas nas costas,
funcionavam só os freios do cavalo.
Passava próximo das encostas,
Não teria como pará-lo.

Com o bruto engatado
e ajuda do freio motor,
meu Scania Vabis trucado
urrava, eu pisava no freio a tambor.

A situação era temerária,
não sei se o bruto aguentaria.
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acreditava que conseguiria.

Como consegui não sei
mas isso não incomoda.
Felizmente o pino-rei
aguentou firme na quinta roda.

Cheguei ao final da descida.
Dos freios saia muita fumaça.
Achei que a carga seria perdida,
mas meu Scania teve raça.

Felizmente era traçado
e isso ajudou demais.
No asfalto estava grudado
e segurou o peso lá atrás.

Consegui chegar a uma oficina.
Os condutores de ar danificados.
Uma abertura bem fina
e grandes problemas causados.

Após fazer o conserto
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Dei no acelerador um aperto,
e o bruto respondeu com estilo.

Quando cheguei ao porto,
conversei com agente alfandegário.
De cansaço quase morto,
mas feliz por cumprir o itinerário.

Após descarregar o café,
container embarquei.
No acelerador apertei o pé
e outra viagem comecei.
catalogo PB Band 1990-1993a-1 catalogo PB Band 1990-1993a-2 catalogo PB Band 1990-1993a-3 catalogo PB Band 1990-1993a-4 catalogo PB Band 1990-1993a-5 catalogo PB Band 1990-1993a-6 catalogo PB Band 1990-1993a-7

Dando seguimento à postagem do material gentilmente enviado pelo amigo Lucas Vieira, order discount prescription hoje temos o catálogo da linha Toyota Bandeirante da fase compreendida entre 1990 e 1993. A linha 1990 trazia várias melhorias sendo a nova frente a mais saliente aos olhos.

Toyota Bandeirante – 1993

Ducato-01 Ducato-02 Ducato-03 Ducato-04 Ducato-05 Ducato-06

Nosso amigo e colaborador frequente Lucas Vieira, sickness de Minas Gerais, sovaldi sale nos fez a gentileza de enviar um interessante material sobre o Fiat Ducato em sua primeira versão apresentada no Brasil. Além dos folhetos, case
Lucas também deu uma aula sobre Ducato, a qual reproduzimos a seguir:

“Olá, Evandro,

Estou enviando anexado ao e-mail, alguns folhetos sobre o lançamento do Fiat Ducato no Brasil, em 1998, ainda importados da Itália em com motor 2.5 aspirado. Em 2000 a produção foi nacionalizada na Fábrica de Sete Lagoas da Iveco, e o modelo passou a utilizar o motor Iveco/Sofim 2.8, nas versões aspirada (89 cv), Turbo (103 cv) e Turbo Intercooler (122 cv), as mesmas do Iveco Daily. Em 2006 a primeira atualização da carroceria, com o modelo 244 (o do catálogo é a versão 230) e o motor passou a contar com gerenciamento eletrônico e 127 cv. Em 2009 o motor foi trocado pelo Multijet F1A, com 2.3 L e a mesma potência, de 127 cv, e em 2012 foi trocado novamente de motor, pelo F1A Euro 5, com EGR e a mesma potência de 127 cv.

Sou feliz proprietário de 2 modelos, um 230 turbo 2004 e um 244 Multijet 2011, ambos rodando todos os dias no transporte de universitários em Belo Horizonte. São veículos bem valentes, sobretudo o motor 2.8, que dizem ultrapassar facilmente os 1 milhão de km, o meu está com 300.000 km, mas sem fumaça e consumo 0 de óleo lubrificante, acho que vai longe! O Multijet ainda com apenas 140.000 km, mas funcionando como novo.

O destaque negativo desses veículos em minha opinião, apenas a suspensão dianteira, bastante frágil, exigindo constante substituição das buchas, coxins e pivôs, correia dentada, que exige atenção constante e acabamento, a portas traseiras a laterais se desregulam com frequência e a bateção chega a incomodar. O resto é só alegria, principalmente o consumo de combustível, média de 10 km/l na cidade e 12 na estrada! Pneus dianteiras, simples alinhamento constante e excessos na arrancada, evitam o desgaste.

Abraço!”

Obrigado, amigo Lucas, pelo excelente relato.
Ducato-01 Ducato-02 Ducato-03 Ducato-04 Ducato-05 Ducato-06

Nosso amigo e colaborador frequente Lucas Vieira, cheap de Minas Gerais, nos fez a gentileza de enviar um interessante material sobre o Fiat Ducato em sua primeira versão apresentada no Brasil. Além dos folhetos, Lucas também deu uma aula sobre Ducato, a qual reproduzimos a seguir:

“Olá, Evandro,

Estou enviando anexado ao e-mail, alguns folhetos sobre o lançamento do Fiat Ducato no Brasil, em 1998, ainda importados da Itália em com motor 2.5 aspirado. Em 2000 a produção foi nacionalizada na Fábrica de Sete Lagoas da Iveco, e o modelo passou a utilizar o motor Iveco/Sofim 2.8, nas versões aspirada (89 cv), Turbo (103 cv) e Turbo Intercooler (122 cv), as mesmas do Iveco Daily. Em 2006 a primeira atualização da carroceria, com o modelo 244 (o do catálogo é a versão 230) e o motor passou a contar com gerenciamento eletrônico e 127 cv. Em 2009 o motor foi trocado pelo Multijet F1A, com 2.3 L e a mesma potência, de 127 cv, e em 2012 foi trocado novamente de motor, pelo F1A Euro 5, com EGR e a mesma potência de 127 cv.

Sou feliz proprietário de 2 modelos, um 230 turbo 2004 e um 244 Multijet 2011, ambos rodando todos os dias no transporte de universitários em Belo Horizonte. São veículos bem valentes, sobretudo o motor 2.8, que dizem ultrapassar facilmente os 1 milhão de km, o meu está com 300.000 km, mas sem fumaça e consumo 0 de óleo lubrificante, acho que vai longe! O Multijet ainda com apenas 140.000 km, mas funcionando como novo.

O destaque negativo desses veículos em minha opinião, apenas a suspensão dianteira, bastante frágil, exigindo constante substituição das buchas, coxins e pivôs, correia dentada, que exige atenção constante e acabamento, a portas traseiras a laterais se desregulam com frequência e a bateção chega a incomodar. O resto é só alegria, principalmente o consumo de combustível, média de 10 km/l na cidade e 12 na estrada! Pneus dianteiras, simples alinhamento constante e excessos na arrancada, evitam o desgaste.

Abraço!”

Obrigado, amigo Lucas, pelo excelente relato.
catalogo Band PB 1993b-1994a-1 catalogo Band PB 1993b-1994a-2 catalogo Band PB 1993b-1994a-3 catalogo Band PB 1993b-1994a-4 catalogo Band PB 1993b-1994a-5 catalogo Band PB 1993b-1994a-6

Recentemente nosso amigo Lucas Vieiras, viagra das belas Gerais, cheap nos presenteou com uma coletânea de catálogos da saudosa linha Toyota Bandeirante, em suas várias formas finais. Junto com o material, o Lucas ficou à vontade para expressar sua admiração – partilhada por nós, diga-se – sobre os valentes Bandeirante, além de seu conhecimento sobre a dita linha, conforme reproduzimos abaixo:

“Caríssimo Evandro,

Parabéns pelos 2 anos do blog, sem dúvida o melhor sobre o tema atualmente no Brasil, e quando digo tema, me refiro a meios de transporte, não a especificidade de caminhões antigos.

Li o post sobre o Land Rover Defender, veículo que não “defendo” muito, pois acho ele bem inferior em quase todos os aspectos a nossa Band (acho que só ganha em vibração e vazamentos), e estou enviando alguns folhetos da Bandeirante, com a Safra 1990 a 1993, quando estreou o OM-364, Safra 1993 a 1994, com melhoramentos no conforto (ar refrigerado) e 5ª marcha, 1994 a 1995, safra de estreia do 14B, importado com 102 cv, e a versão final de 1996 a 2001, com o motor montado pela Maxion ou MWM no Brasil, com 96 cv em virtude de restrições a poluição, e estreia da cabine dupla com 4 portas.

Grande abraço!”

Lucas, obrigado pela gentileza. Os demais catálogos da série serão postados nos próximos dias. Aguarde!

Fiat Ducato – 1998

41 42

Nosso amigo leitor Ricardo Gabriel nos advertiu sobre algumas páginas faltantes durante a postagem do referido manual, viagra que seguem neste post. Faltam também as páginas de 44 a 53, que possivelmente faltavam no manual original digitalizado. Vamos verificar o que se passou c

 
41 42

Nosso amigo leitor Ricardo Gabriel nos advertiu sobre algumas páginas faltantes durante a postagem do referido manual, viagra que seguem neste post. Faltam também as páginas de 44 a 53, viagra que possivelmente faltavam no manual original digitalizado. Vamos verificar o que se passou com tais páginas.

 
Ducato-01 Ducato-02 Ducato-03 Ducato-04 Ducato-05 Ducato-06

Nosso amigo e colaborador frequente Lucas Vieira, try de Minas Gerais, viagra nos fez a gentileza de enviar um interessante material sobre o Fiat Ducato em sua primeira versão apresentada no Brasil. Além dos folhetos, Lucas também deu uma aula sobre Ducato, a qual reproduzimos a seguir:

“Olá, Evandro,

Estou enviando anexado ao e-mail, alguns folhetos sobre o lançamento do Fiat Ducato no Brasil, em 1998, ainda importados da Itália em com motor 2.5 aspirado. Em 2000 a produção foi nacionalizada na Fábrica de Sete Lagoas da Iveco, e o modelo passou a utilizar o motor Iveco/Sofim 2.8, nas versões aspirada (89 cv), Turbo (103 cv) e Turbo Intercooler (122 cv), as mesmas do Iveco Daily. Em 2006 a primeira atualização da carroceria, com o modelo 244 (o do catálogo é a versão 230) e o motor passou a contar com gerenciamento eletrônico e 127 cv. Em 2009 o motor foi trocado pelo Multijet F1A, com 2.3 L e a mesma potência, de 127 cv, e em 2012 foi trocado novamente de motor, pelo F1A Euro 5, com EGR e a mesma potência de 127 cv.

Sou feliz proprietário de 2 modelos, um 230 turbo 2004 e um 244 Multijet 2011, ambos rodando todos os dias no transporte de universitários em Belo Horizonte. São veículos bem valentes, sobretudo o motor 2.8, que dizem ultrapassar facilmente os 1 milhão de km, o meu está com 300.000 km, mas sem fumaça e consumo 0 de óleo lubrificante, acho que vai longe! O Multijet ainda com apenas 140.000 km, mas funcionando como novo.

O destaque negativo desses veículos em minha opinião, apenas a suspensão dianteira, bastante frágil, exigindo constante substituição das buchas, coxins e pivôs, correia dentada, que exige atenção constante e acabamento, a portas traseiras a laterais se desregulam com frequência e a bateção chega a incomodar. O resto é só alegria, principalmente o consumo de combustível, média de 10 km/l na cidade e 12 na estrada! Pneus dianteiras, simples alinhamento constante e excessos na arrancada, evitam o desgaste.

Abraço!”

Obrigado, amigo Lucas, pelo excelente relato.