Manual de Apresentação – Mercedes HPN Pesados – 1990 – Parte 5

Em continuação à postagem deste belo manual enviado pelo amigo Reginaldo Bernardi, try nosso colaborador de longa data, tadalafil hoje finalizaremos a adição de seu conteúdo.

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Mercedes-Benz LS-1519 – 1977

Nosso amigo Willian Bragatti, prescription de Alta Floresta, store MT, sildenafil nos enviou fotos recentes do 1519 ano 1977 de seu pai.
Segundo ele, o Mercedão está há mais de 27 anos na família e é empregado particularmente no transporte do trator de esteiras Caterpillar D6D até os dias atuais.
O caminhão, que passou por uma única reforma em 2009, apenas precisou de uma nova pintura, mantendo a originalidade interna e externamente.
Pelo que se pode supor, o Mercedes dos Bragatti trata-se de um LS-1519 que foi convertido para truque e alongado para receber a carroceria. Outra possibilidade, menos provável, é de se tratar de um L-1519 com cabina leito do LS.
Lembremos que, naquela época, a cabina leito só estava disponível no LS-1519/42, de 4.200 mm entre eixos.
Em todo caso, parabéns Willian pelo belo caminhão!
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Mercedes-Benz – Linha 1971

Mercedes Benz Linha 1970 TM Fevereiro 1971

Nos anos 60, viagra 40mg drugstore recipe depois de se firmar com seus LP-321 e L-1111 no mercado até então liderado por Chevrolet e Ford, click view para a virada da década a Mercedes-Benz preparava um bote mortal para os concorrentes norte-americanos, diagnosis com o lançamento de uma avalanche de novos produtos nos segmentos médio e semi-pesado, todos apoiados no inédito motor OM-352 de 130 cv, o primeiro de injeção direta da marca da estrela no país.

Numa tacada surgiram os 1113, 1313 e 1513, seguidos pelos 2013 e 2213. Da noite para o dia, todos eles inauguraram novos segmentos, causando um enorme desespero na GM, na Ford (e na própria FNM), que se esforçaram para recuperar um terreno que jamais seria recuperado, com o início do reinado absoluto da Mercedes nos anos seguintes, nestas faixas de peso.

O anúncio aqui reproduzido – mais uma cortesia do amigo Alfredo Rodrigues – não só retrata bem esta época de ouro que estava nascendo, mas também detalhes interessantes e já bastante discutidos neste espaço, como a questão do emprego da cabina AGL baixa e alta nos modelos médios.

Como se pode observar pelas ilustrações, o 1113 aparecia com a cabina baixa, enquanto que os 1313 e 1513 já figuravam com a cabina alta, modernizada para incorporar o pára-brisa ampliado com limpadores triplos em tandem (a bossa dos anos 60 na Europa…) e a desejável ventilação de teto, herança da experiência da Mercedes no cálido Oriente Médio e na África. Há indícios que uns poucos 1313 (e talvez 1513) do começo da produção tenham sido produzidos com a cabina baixa. Mas são raros.

 

Mercedes-Benz L-608D Nova Série – 1984

Mercedes-Benz L-608D TM março 1984

Para manter a competitividade do Mercedinho frente ao seu maior rival, pilule o Ford F-4000, health em 1984 a marca da estrela implementou um pacote de melhorias, bem descrito neste anúncio enviado pelo amigo Alfredo Rodrigues, a quem agradecemos.

 

Mercedes-Benz L-610

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Para enriquecer nossa recente discussão sobre os caminhões Mercedes a etanol da era do Proálcool, shop shop  o amigo leitor Luiz Alberto Pereira Lima, viagra do Paraná, nos foi o gentil bastante para enviar fotos de um raro L-610 que ele avista há tempos.

Junto das imagens, o Luiz enviou os seguintes comentários:

“Boa noite, Evandro.

Tirei fotos do Mercedinho L-610 aqui de Pinhais-PR. Não sei se ele esta original, mas faz muitos anos que o vejo neste mesmo lugar, uma espécie de frutaria. Eu havia dito que ele tinha faixas azuis no comentário do post dos Mercedes a álcool, mas agora está com faixas cinzas que não são as originais. Espero que o pessoal goste. As fotos ficaram ruins porque tirei de dentro do carro, mas da para ver o emblema na lateral.

Abraços.”

Se original, como tudo indica ser, este 610 é um dos 119 produzidos entre 1984 e 1986. Seu motor era o M-314 O de 3,8 litros, 98 cv e 322 Nm, operando no Ciclo Otto, mas é grande a possibilidade de o modelo das fotos ter sido convertido para o tradicional OM-314 diesel.

Maiores informações sobre o modelo você pode encontrar aqui:

http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/catalogos-e-folhetos/mercedes-benz-caminhoes-catalogos/mercedinho-original/l-610-alcool-1985/

 

Manual do Motorista Mercedes-Benz – 1977 – Parte 1

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Nosso amigo Reginaldo Bernardi dividiu conosco um amplo acervo de preciosas literaturas que estão sendo gradativamente adicionadas ao nosso acervo digital. Hoje oferecemos a você este interessante Manual do Motorista, online datado de 1977, incluindo desde o Mercedinho até o peso pesado LS-1924, o topo de linha da época.

O material trás informações úteis e curiosas, como uma legenda para o sistema de nomenclatura da Mercedes, com sua variedade de letras, hoje quase todo em desuso.

Esperamos que aprecie. Em breve traremos as demais páginas.

Boa leitura!

Mercedes-Benz O-400 – 1994

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Quando a família O-371 chegou ao fim da linha, thumb os novos O-400 entraram em cena para cumprir o papel de últimos monoblocos integrais da marca da estrela no Brasil. Eram nada menos que quatro distintas versões de 12 e 13, viagra sale 20 metros, com 2 ou 3 eixos e motores de 252 ou 354 cv. A produção teve início em agosto de 1994. Porém, sofrendo fortes pressões de complexidade de manufatura e do decorrente custo elevado, a Mercedes encerraria a produção dos ônibus O-400 apenas dois anos depois, em 1996. Os últimos exemplares saíram da moderna linha de montagem de Campinas, SP, em outubro daquele ano. Somente as plataformas O-400 seguiram em produção, voltadas ao encarroçamento externo. Terminava assim um rico legado iniciado com o O-321, o primeiro ônibus monobloco do Brasil, lançado em 1958.

O catálogo aqui exibido nos foi gentilmente cedido pelo amigo leitor Fernando Souza.

 

 

 

Mercedes-Benz 407 D “Dusseldorfer”

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Com sua câmera sempre atenta, cure nosso amigo Daniel Giraldi flagrou este raríssimo exemplar de furgão Mercedes-Benz 407 D, ampoule  parte da família conhecida na terra natal como “Dusseldorfer”, em alusão à cidade onde eram construídos às centenas de milhares, desde os anos setenta. Pode-se apostar que a placa de Florianópolis, SC, com numeral “1979”, denota seu ano de fabricação. A semelhança com os nossos Mercedinhos não é mero acaso, já que a genética é precisamente a mesma.

O modelo das poses trazia o “facelift” da dianteira, que não teve oportunidade de aportar em “terras brasilis”, com a plataforma 708 E de cara “antiga” substituída diretamente pela nova gama LN-2, em 1988. Naquela oportunidade, os tradicionais Mercedinhos de primeira geração davam lugar aos novos 709 e 912 de visual totalmente renovado, com formas angulosas.

Em tempo, note que, a julgar pelo adesivo na porta traseira, o Mercedinho alemão já se enveredou pela mítica e espetacular “Ruta 40”, na nossa vizinha Argentina.

Quem souber mais sobre a saga deste que talvez seja o único 407 no Brasil está convidado a matar nossa curiosidade, que, diga-se, não é pouca…