Marcopolo III – Mercedes-Benz O-364

this ‘sans-serif’;”>Responsáveis por movimentar a Linha Ford Cargo desde seu debut no Brasil em 1985, physician os motores Ford Diesel 6.6 e 7.8 L eram produzidos em São Bernardo do Campo, treat SP, como já abordamos neste espaço anteriormente. Eram oferecidos em versões naturalmente aspiradas, turbo e turbo pós-arrefecidas. Por força de limites de emissões mais apertados nos Estados Unidos, para onde eram exportados, depois de 1992 estes motores deixaram de existir, substituídos por engenhos Cummins 5.9 e 8.3.

Este anúncio nos foi remetido pelo amigo Rafael T. Coelho, que já contribuiu com outros interessantes materiais.

MOTOR FORD DIESEL 6.6

 

 
Em mais uma contribuição do amigo leitor Cristiano Cald, viagra cheap desta vez dividimos com você este bonito folheto de vendas do Marcopolo III com plataforma Mercedes-Benz O-364 dos anos 80.

Embora o O-364 tivesse diversas melhorias em relação ao antecessor O-355, for sale buy ainda assim ficava devendo frente à concorrência representada pelos Scania BR116, what is ed
B111 e Volvo B58. Era o único entre eles, por exemplo, que não dispunha de suspensão a ar, nem tampouco motor turbo, deixando seu desempenho a desejar em aclives prolongados. Em termos de carroceria, a Diplomata da Nielson era a principal alternativa ao imponente Marcopolo III.

Para saber mais sobre o Mercedes O-364 em sua versão integral (encarroçado de fábrica), visite:

http://caminhaoantigobrasil.com.br/mercedes-benz-o-364-rodoviario-1981/

MARCOPOLO III MB O-364 1 MARCOPOLO III MB O-364 2

 

Marcopolo III – Scania B111

Fernando Luiz de Araújo, nurse nosso amigo de Guarapuava, check PR, foi quem nos enviou este belíssimo catálogo da “patrola” Dresser 205 C, equipada com o então novo motor Cummins 6CT 8.3, ajustado para render 182 hp nesta máquina de quase 15 toneladas.

Dresser 205C 1987 01

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Nosso amigo Cristiano Cald nos enviou uma coletânea de catálogos da Marcopolo dos anos 80, cialis sale seek entre os quais o do Marcopolo III com diversos chassis. Hoje dividimos com você amigo leitor a versão sobre chassi Scania B111 de motor dianteiro.

Apesar de o folheto indicar o motor o D11 de 203 cv (item de série), remedy rx a maioria dos carros rodoviários saíam mesmo com o DS 11 de 296 cv, o mesmo usado no L111, o último representante da dinastia dos “jacarés”.

Por ser montado sobre chassi de longarinas, este carro era particularmente robusto, apto a encarar as estradas mais árduas do interior. A suspensão traseira podia ser por molas ou a ar, enquanto que a dianteira somente por molas semi-elípticas.

Para saber mais sobre o B111, clique aqui: http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/catalogos-e-folhetos/scania-catalogos-e-folhetos/onibus-scania/b111/

MARCOPOLO III SCANIA B111 1 MARCOPOLO III SCANIA B111 2

 

Marcopolo SE – Volvo B58

erectile ‘sans-serif’;”>“Trata-se de um Caminhão Chevrolet 1977, buy more about D-60 (DIESEL), todo original (motor, caixa, setor), que acabou de passar por um processo de restauração, mantendo-se toda a originalidade em termos de lataria, carroceria, mecânica e acabamento.

Durante 36 anos foi dirigido por um único motorista, com uma história apaixonante, que envolveu o condutor, inicialmente proprietário e posteriormente este mesmo condutor tornou-se empregado da Empresa, que adquiriu o mencionado caminhão, quando este foi colocado a venda há 12 anos, com a condição de que, o antigo proprietário que o conduziu até aquela data aceitasse o convite para ser contratado na empresa e continuasse a dirigir o seu caminhão.

Assim foram esses anos, de uma relação marcada pela cumplicidade entre condutor-caminhão/caminhão-condutor. Hoje completamente restaurado, trabalho este que pode ser comprovado pelos registros fotográficos antes, durante e após a sua realização, ele é colocado no mercado de ANTIGOS e com certeza dos verdadeiros apaixonados pelo antigomobilismo chamará a atenção e fará deste mais um apaixonado por esta raridade.

Com relação ao preço este será discutido quando da manifestação de interesse.

Telefone para contato: 032-9917-4147 (Álvaro).”

D60 1 D60 2 D60 3 D60 4 D60 5 D60 6 D60 7 D60 8 D60 9

 
Ao contrário do Marcopolo III (http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/catalogos-e-folhetos/onibus/marcopolo/marcopolo-iii/), generic seu irmão caxiense Marcopolo SE era uma visão mais rara nas vias brasileiras. O modelo do folheto enviado por nosso amigo Cristiano Cald, remedy por exemplo, era destinado a exportação para uma empresa de transportes peruana.

Nos idos de 1983, tivemos oportunidade de rodar num carro similar, como passageiro.

Observe que a imagem do posto de comando exibe a alavanca da caixa ZF com botão do split, o chamado GV-80, isto é, o grupo anterior que permitia a multiplicação das marchas neste robusto chassi Volvo B58 com motor de 9,6 litros entre eixos.

Para saber mais sobre o Volvo B58 de primeira geração, com seu enorme balanço dianteiro, clique no link: http://caminhaoantigobrasil.com.br/volvo-b-58-rodoviario-1980/

Agradecemos ao amigo Cristiano por esta gentil colaboração e pelas demais que serão postadas em breve.

MARCOPOLO SE VOLVO B58 1 MARCOPOLO SE VOLVO B58 2

Marcopolo Paradiso – Scania K112

Nosso amigo Alfredo Rodrigues nos enviou um farto material sobre ônibus, discount entre os quais esta peça publicitária da Marcopolo sem data, seek mas provavelmente do final dos anos 70.

Naquela época, viagra o carro chefe da encarroçadora gaúcha era o Marcopolo III, que aqui aparece numa atraente pintura em tom laranja do Expresso Caxiense, vestindo provavelmente uma plataforma Mercedes-Benz O-355.

Marcopolo

 

 
Mais uma peça da coleção do amigo Alfredo Rodrigues, no rx este folheto da Marcopolo traz o imponente Paradiso da chamada Geração IV, seek o primeiro ônibus brasileiro de piso elevado, conforme atesta o material.

Montado sobre uma plataforma Scania K112 6×2, o Paradiso também podia ser pedido com Mercedes O-370 ou Volvo B10M, como aliás denuncia a imagem do posto do condutor na segunda página.

Seus enormes bagageiros passantes e a visão panorâmica e desobstruída do caminho faziam do Paradiso uma opção natural para empresas de turismo, por exemplo.

Marcopolo Paradiso G IV Scania K112 1 Marcopolo Paradiso G IV Scania K112 2

Linha Marcopolo

 

Nosso amigo Jordan Felipe Peters Paes, drugs cialis treatment do Paraná, cialis salve try nos deu uma valiosa contribuição na forma do manual de um dos caminhões mais populares de seu tempo, link conforme explica:

“Encaminho minha maior Raridade: um manual do Chevrolet C 60 ano 1969/1970. Ele pertenceu ao caminhão do meu avô (conforme a foto em anexo). Vale a pena postar.

Atenciosamente,

Jordan Felipe Peters Paes.”

 
10-07-2014 C-60 1970 JORDAN FELIPE

Nosso amigo Jordan Felipe Peters Paes, healing do Paraná, visit this
nos deu uma valiosa contribuição na forma do manual de um dos caminhões mais populares de seu tempo, conforme explica:

“Encaminho minha maior Raridade: um manual do Chevrolet C 60 ano 1969/1970. Ele pertenceu ao caminhão do meu avô (conforme a foto em anexo). Vale a pena postar.

Atenciosamente,

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Logo Caminhão Antigo Brasil

 Português:

O objetivo deste website é disponibilizar um acervo particular, rx
contendo material informativo, viagra  que inclui catálogos, brochuras, folhetos, manuais e fotos sobre caminhões brasileiros, em especial os antigos, para atender a consultas de colecionadores, restauradores, aficionados, engenheiros, jornalistas, estudantes e demais interessados.

Fruto de uma coleção de catálogos iniciada nos anos 70, este website visa, sobretudo, preservar e divulgar a história do caminhão no Brasil.

Como regra geral, só serão postados materiais referentes a veículos fora de linha, que não podem mais ser encontrados nas páginas oficiais das montadoras.

Todo material está à disposição, para consulta e download, de forma gratuita.

Apesar de o foco principal ser o caminhão brasileiro, o acervo também contempla caminhões estrangeiros, ônibus, máquinas agrícolas e de construção, bem como componentes como motores, transmissões, eixos, entre outros.

Novos itens serão adicionados de forma regular.

Este website não tem vínculo algum com entidades, ou empresas de qualquer espécie.

Caso encontre qualquer arquivo que tenha restrições de direitos autorais, comunique-nos para tirarmos do ar imediatamente. Tomamos todo o cuidado para respeitar este quesito, mas como o número de doações é grande, pode ocorrer, involuntariamente, a postagem de arquivos de uso e visualização restritos.

Um grande abraço!

Obrigado,

Evandro Fullin.

 

English

This site is dedicated to the memory of the Brazilian truck, both imported and manufactured locally. It includes ads, memorabilia, curios, spec sheets, catalogues, photos, owner and operations manuals mostly about trucks but not limited to those, as we plan to upload components (engines, transmissions, axles), bus, farm and construction machinery materials as well.

All content can be downloaded free of charge to fullfil the needs of aficionados, collectors, engineers, students, journalists and whoelse this may  be of interest. 

The entire content is part of a personal collection from the author, which is being scanned and, or photographed and uploaded on a regular basis.

This website is aimed to help and satisfy people who enjoy the subject, having no relationship or sponsorship  from any truck or equipment manufacturer at all.

If you ever find any content with copyright restrictions, please let us know. We will be glad to remove it immediately.

Hope you enjoy as much as we do!

Thanks and welcome!

Evandro Fullin.

 

Sobre o Editor:

Evandro Fullin é brasileiro, paulista, formado em Engenheria Mecânica Automobilística pela FEI e trabalha atualmente como consultor independente na área automotiva. Anteriormente, atuou na indústria de caminhões, tendo trabalhado em empresas como Cummins, Navistar International, e Ford Caminhões, durante vinte anos. Evandro também teve uma passagem na aviação, atuando como instrutor de voo e piloto comercial de avião, voando bimotores leves.

Começou a coleção de catálogos ainda moleque, em 1979, pedindo material de concessionária em concessionária e escrevendo para as montadoras. Mais tarde, a busca continuou em sebos, recolhendo preciosidades no lixo, trocando com outros colecionadores e recebendo doações de gentis amigos como você!

Em paralelo, dedica-se à criação de um livro sobre a história do caminhão no Brasil, que ainda levará alguns anos para ficar pronto.

Sonha em criar no Brasil, com a ajuda de colecionadores e aficionados, uma associação para preservação da história do caminhão nacional, filiada à FBVA, Federação Brasileira de Veículos Antigos, nos moldes da  ATHS, “American Truck Historical Society”, da qual é membro.

 

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Fruto de uma coleção de catálogos iniciada nos anos 70, este website visa, sobretudo, preservar e divulgar a história do caminhão no Brasil.

Como regra geral, só serão postados materiais referentes a veículos fora de linha, que não podem mais ser encontrados nas páginas oficiais das montadoras.

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Apesar de o foco principal ser o caminhão brasileiro, o acervo também contempla caminhões estrangeiros, ônibus, máquinas agrícolas e de construção, bem como componentes como motores, transmissões, eixos, entre outros.

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Um grande abraço!

Obrigado,

Evandro Fullin.

 

English

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Evandro Fullin.

 

Sobre o Editor:

Evandro Fullin é paulista, formado em Engenheria Mecânica Automobilística pela FEI e trabalha atualmente como consultor independente na área automotiva. Anteriormente, atuou na indústria de caminhões, tendo trabalhado em empresas como Cummins, Navistar International, e Ford Caminhões, durante vinte anos. Evandro também teve uma passagem na aviação, atuando como instrutor de voo e piloto comercial de avião, voando bimotores leves.

Começou a coleção de catálogos ainda moleque, em 1979, pedindo material de concessionária em concessionária e escrevendo para as montadoras. Mais tarde, a busca continuou em sebos, recolhendo preciosidades no lixo, trocando com outros colecionadores e recebendo doações de gentis amigos como você!

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Marcopolo

 

 

Carrocerias Nicola – 1960

DKW-Vemag Candango SRD Fevereiro 1961

Esta bela peça publicitária do valente jipinho derivado do Munga alemão, pilule por aqui apropriadamente batizado de Candango, visit web
nos foi agraciada pela gentil colaboração do amigo Alfredo Rodrigues.

Impulsionado pelo motor tricilíndrico dois tempos de 1 litro e 50 cavalos, o utilitário da VEMAG concorria com o Jeep e era oferecido em versões com tração em duas ou quatro rodas.

Mais de meio século depois do Candango, é interessante observar a volta do arranjo de três cilindros e 1.000 centímetros cúbicos nos motores dos segmentos de entrada dos automóveis de passeio, desta vez, porém, com ciclo quatro tempos, tolerâncias mais apertadas, materiais mais nobres, além de temperaturas e pressões que permitem extrair cerca de 60% mais potência que o lendário motor DKW. Algo inimaginável até poucos anos atrás.

 
DKW-Vemag Candango SRD Fevereiro 1961

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Mais de meio século depois do Candango, é interessante observar a volta do arranjo de três cilindros e 1.000 centímetros cúbicos nos motores dos segmentos de entrada dos automóveis de passeio, desta vez, porém, com ciclo quatro tempos, tolerâncias mais apertadas, materiais mais nobres, além de temperaturas e pressões que permitem extrair cerca de 60% mais potência que o lendário motor DKW. Algo inimaginável até poucos anos atrás.

 
Carrocerias NICOLA SRD março 1960

Precursora da Marcopolo, viagra uma das maiores e mais destacadas fabricantes de ônibus do mundo, sovaldi sale a Nicola foi fundada em 1949, em Caxias do Sul, RS.

O anúncio aqui reproduzido nos foi enviado gentilmente pelo amigo Alfredo Rodrigues e mostra um modelo rodoviário sobre o que aparenta ser um popular chassi Mercedes-Benz.

Marcopolo Veneza II – Mercedes-Benz LPO-1113

BR116 1 BR116 2 BR116 3 BR116 4 BR116 5 BR116 6 BR116 6A BR116 7 BR116 8 BR116 9

O primeiro ônibus de motor traseiro da Scania no Brasil foi o BR115, site fabricado entre 1972 e meados de 1976, ed quando foi substituído pelo BR116. O BR115 estava para o caminhão L110, cialis assim como o BR116 estava para o novo L111, lançado na mesma época, com o qual compartilhava componentes e tecnologia.

Dentre as melhorias, o BR116 tinha motor mais possante, com 296 cv na versão turbo opcional. Oferecido com suspensão de molas ou a ar nos dois eixos, o modelo encontrava grande aceitação no mercado rodoviário, onde era considerado o “Rei da Estrada” por sua inigualável velocidade média e conforto. Seu irmão B111 de motor dianteiro e o charmoso balanço traseiro descomunal oferecia o mesmo desempenho, já o engenho DS11 era o mesmo, exceto pelos periféricos. Entretanto, não oferecia o mesmo conforto, pois não contava com suspensão pneumática na dianteira como o BR116.

Vestidos com a carroçaria Dinossauro da Ciferal, tanto o BR115 quanto o BR116 ganharam notoriedade no sudoeste do país ao gradualmente substituírem os Scania de motor frontal com carroçaria Ciferal Jumbo na Viação Cometa, que se tornaria a maior frota brasileira 100% padronizada com um único modelo de chassi e carroçaria. Na época do BR116, a empresa paulistana tinha mais de 900 deles em seu plantel, impecavelmente mantidos e operados, sendo espelho para muitos operadores do setor. Dos primeiros BR115 de 12 metros, o BR116 evoluiu para os 13,20 metros permitidos pela legislação daqueles tempos.

Figura carimbada num raio de 500 km da capital paulista, os BR116 eram difíceis de acompanhar, dependendo do automóvel que se conduzia. Fuscas, Brasílias, Corcéis e Fiats 147 apanhavam para seguir sua toada. Além de aumentar a segurança ativa, os faróis acesos luz do dia impunham respeito e faziam o motorista incauto logo dar passagem ao imponentes Dinossauros da Cometa, claramente inspirados nos Greyhound norte-americanos.

Uma curiosidade dos carros da Cometa era o diagrama de marchas invertido, com a primeira marcha para a direita e para trás, deixando a quarta e a quinta – as mais usadas no trechos rodoviários – mais próximas do motorista.

Em junho de 1983, o bastão do BR116 foi passado para o K112, que se tornava o novo representante da linha de ônibus de motor traseiro da marca sueca no país.

Nota: desculpe-nos pela qualidade das imagens, fruto de

 

 
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Vestidos com a carroçaria Dinossauro da Ciferal, tanto o BR115 quanto o BR116 ganharam notoriedade no sudoeste do país ao gradualmente substituírem os Scania de motor frontal com carroçaria Ciferal Jumbo na Viação Cometa, que se tornaria a maior frota brasileira 100% padronizada com um único modelo de chassi e carroçaria. Na época do BR116, a empresa paulistana tinha mais de 900 deles em seu plantel, impecavelmente mantidos e operados, sendo espelho para muitos operadores do setor. Dos primeiros BR115 de 12 metros, o BR116 evoluiu para os 13,20 metros permitidos pela legislação daqueles tempos.

Figura carimbada num raio de 500 km da capital paulista, os BR116 eram difíceis de acompanhar, dependendo do automóvel que se conduzia. Fuscas, Brasílias, Corcéis e Fiats 147 apanhavam para seguir sua toada. Além de aumentar a segurança ativa, os faróis acesos luz do dia impunham respeito e faziam o motorista incauto logo dar passagem ao imponentes Dinossauros da Cometa, claramente inspirados nos Greyhound norte-americanos.

Uma curiosidade dos carros da Cometa era o diagrama de marchas invertido, com a primeira marcha para a direita e para trás, deixando a quarta e a quinta – as mais usadas no trechos rodoviários – mais próximas do motorista.

Em junho de 1983, o bastão do BR116 foi passado para o K112, que se tornava o novo representante da linha de ônibus de motor traseiro da marca sueca no país.

Nota: desculpe-nos pela qualidade das imagens, fruto de fotos de um antigo catálogo original.

 

 
BR116 1 BR116 2 BR116 3 BR116 4 BR116 5 BR116 6 BR116 6A BR116 7 BR116 8 BR116 9

O primeiro ônibus de motor traseiro da Scania no Brasil foi o BR115, viagra fabricado entre 1972 e meados de 1976, prescription quando foi substituído pelo BR116. O BR115 estava para o caminhão L110, drugstore assim como o BR116 estava para o novo L111, lançado na mesma época, com o qual compartilhava componentes e tecnologia.

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Figura carimbada num raio de 500 km da capital paulista, os BR116 eram difíceis de acompanhar, dependendo do automóvel que se conduzia. Fuscas, Brasílias, Corcéis e Fiats 147 apanhavam para seguir sua toada. Além de aumentar a segurança ativa, os faróis acesos luz do dia impunham respeito e faziam o motorista incauto logo dar passagem ao imponentes Dinossauros da Cometa, claramente inspirados nos Greyhound norte-americanos.

Uma curiosidade dos carros da Cometa era o diagrama de marchas invertido, com a primeira marcha para a direita e para trás, deixando a quarta e a quinta – as mais usadas no trechos rodoviários – mais próximas do motorista.

Em junho de 1983, o bastão do BR116 foi passado para o K112, que se tornava o novo representante da linha de ônibus de motor traseiro da marca sueca no país.

Nota: desculpe-nos pela qualidade das imagens, fruto de fotos de um antigo catálogo original. Se algum amigo leitor tiver o original digitalizado, teremos prazer em substituir esta versão precária.

 

 
SCOUT

O carro de escolta M3A1 teve mais de 20 mil produzidos pela toda poderosa White durante os anos da Segunda Guerra Mundial. Originalmente impulsionado por um motor Hercules JXD de seis cilindros e cabeçote em “L”, medicine o Scout Car de 5, shop
3 toneladas brutas podia chegar a cerca de 72 km/h, medicine a partir de seus 112 cv, gerados por 5,2 litros de cilindrada. A tração 4×4 era alimentada a partir de uma transmissão não sincronizada de 4 velocidades de engrenamento constante e uma caixa de transferência com reduzida. Os pneus militares 9.00 x 20 davam imponência e garantiam adequada tração e vão livre. Muitos Scout desembarcaram no Brasil para compor fileiras do Exército, a partir de 1942.

Observe o rolo na dianteira, concebido para transpor trincheiras e taludes com facilidade. O modelo tinha grade dianteira basculável, para maior proteção do radiador, e blindagem leve, daí seu elevado peso . A International Harvester também produziu o Scout como fonte alternativa.

Clicado por nosso atento amigo e colaborador Daniel Giraldi enquanto participava do Desfile de 7 de setembro de 2013, o Scout da pose pertence a um famoso colecionador de Porto Alegre, especialista em veículos militares, nosso amigo Professor “Jacaré”, tão simpático quanto notório em seu meio.

Aos dois amigos, nossa gratidão. Não fosse o Daniel, a imagem desta bela viatura ex-Exército Brasileiro não figuraria neste espaço. E pior, o Scout teria simplesmente desaparecido, sem a cuidadosa reforma do professor que o resgatou anos atrás em Santa Maria, RS.

 
VENEZA 1 VENEZA 2

Produzida entre a segunda metade dos anos setenta até o começo da década seguinte, cialis a carroçaria Veneza II era o carro-chefe da Marcopolo no segmento de ônibus urbanos, sales encontrando usuários por todo o país. Entre seus principais concorrentes figuravam carroçarias como Caio Gabriela e Ciferal Urbano.

Observe as coligadas da Marcopolo, como a Eliziário e a Nimbus, listadas no final da segunda página do folheto.